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CEO É O PAI DA MINHA FILHA

CEO É O PAI DA MINHA FILHA

Silmar

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Capítulo

Uma jovem rebelde de personalidade forte que deixou marcas no passado e muitos homens apaixonados por ela. Ela não se apaixonava fácil por homem algum. Em seu novo emprego ela conhece seu chefe, um poderoso empresário e bem sucedido que já fez muitas mulheres sofrer. Sedutor e envolvente como será a relação dos dois com personalidade forte e sedutores. Quem vai vencer essa guerra no jogo da sedução? Ela é linda e de forte personalidade. Ele é rico e bonito e charmoso. Ela fugindo do passado, ele fugindo do assédio feminino.

Capítulo 1 CEO É O PAI DA MINHA FILHA

Enfrente o espelho, Jaqueline coloca seu casaco novo que ganhou de sua tia para o seu primeiro dia no emprego.

Ela estava ansiosa e nervosa. Afinal de contas ela ia trabalhar numa das maiores redes de frigorífico do País. Quando sua tia entra em seu quarto admirada com a beleza de sua sobrinha amada.

— Hum! Nossa, como você está linda Jaqueline!

— Não exagera, confesso que estou nervosa.

— Não fique nervosa, tudo vai dar certo.

— Bem que eu gostaria de ter essa tranquilidade que tem a senhora. Dizem que esse tal CEO é chato pra caramba.

— O que é CEO, minha sobrinha?

— A senhora não sabe? — Jaqueline riu achando sua tia engraçada.

— Não ri Jaqueline, sua tia não entende muito dessas coisas, nunca ouvi falar dessa palavra CEO.

— Na verdade ele é o poderoso chefão de uma grande empresa, ele pode ser dono de um império ou um grande executivo presidente de uma grande companhia, e nem precisa ser dono.

— Acho que agora eu entendi!

— Tia eu vou indo, não quero chegar atrasada justamente no meu primeiro dia. — Jaqueline era uma jovem intrigante de forte personalidade que não gostava de levar desaforos para casa.

E por se conhecer bem temia que uma hora dessas pudesse perder a cabeça com seu patrão que pelo que ela ficou sabendo era muito arrogante que gostava de manter todos os funcionários sob seu comando, e qualquer coisa que ele não gostasse mandava embora sumariamente.

E isso a deixava nervosa só de pensar sair no primeiro dia de trabalho. Sua tia Morgana saiu do quarto e deixou Jaqueline se arrumando porque ela tinha que pegar o ônibus e já estava quase chegando a hora dela sair correndo para a parada e ela sabia que todos os dias sua vida seria assim, levantar cedo, tomar café e tomar um banho rápido e partir para seu trabalho.

Colocou um vestido elegante da cor branca e um casaco porque fazia um pouco de frio na estação de primavera. Jaqueline era elegante e chamava atenção por onde passava pela sua elegância e forte personalidade.

No momento ela estava solteira sem compromisso, ela nunca foi de se apegar em relacionamento mal sucedido, na mente dela tinha um homem desenhado para conquistar seu coração, e não era qualquer malandro que podia chegar com conversa mole achando que levaria para cama como muitos que ela conheceu.

Desse mal ela conhecia bem, afinal ela tinha 22 anos e já viu muitas de suas amigas sofrer por amor por acreditar em promessas vazias, e não era por falta de aviso que ela cansou de avisar suas amigas.

— Amiga, não caia em conversa de malandro porque eu sei onde isso vai parar.

— Há Jaqueline para de rogar pragas para meu relacionamento dar errado.

— Estou falando pelo seu bem, eu conheço esse tipo de malandro, eles são igual político que em época de eleição promete mundos e fundos e depois que ganham as eleições esquece que você existe, cai fora enquanto é tempo.

— Bobagem você exagera Jaqueline, se você não quer namorar é problema seu, e não atrapalha quem quer ser feliz. — Muitas vezes Jaqueline ouviu suas amigas reclamarem dessa forma quando ela queria abrir os olhos e quando acontecia choravam no ombro dela dizendo que ela sempre teve razão. Mas aí era tarde demais.

Jaqueline sabia o que estava fazendo e dizendo para que ninguém passasse o que ela passou. Ela pegou o ônibus lotado como era de costume todas as manhãs sair apressada para não perder o ônibus, desta vez ela começava trabalhar depois de estar formada na área de administração.

Como não apareceu nenhuma oportunidade para trabalhar na área de administração. Ela sabia que para chegar a ser uma diretora executiva tinha que adquirir experiência.

Mas antes precisava fazer trabalhos como estagiária ou até mesmo começar como secretária. E Jaqueline tinha seus planos traçados para seu futuro ela tinha que pensar na sua filha de um pai desconhecido que nem ela sabia quem era, mas aconteceu num desses deslizes quando ela tinha 17 anos de idade quando foi uma festa e conheceu um rapaz que ela não tinha certeza se foi amor à primeira vista, e como aquela noite estava muito bêbada ela não consegue lembrar bem o que aconteceu como acontece com muitas jovens inexperientes.

E agora Jacqueline mais madura e ciente dos seus erros precisava correr atrás do tempo perdido não cometendo os mesmo erros da juventude perdida cuidando de sua filha que não tinha culpa de nada e que não pediu para vir ao mundo, e Jaqueline tinha consciência disso então sempre que podia aconselhava suas amigas a não cometer os mesmos erros.

No momento, ela estava mais preocupada como seria seu primeiro dia no seu novo emprego.

E quando ela chegou na empresa ela ficou encantada com o lugar, a sede ficava na zona sul da capital num dos lugares mais bonitos da cidade. Ela sentiu frio na barriga por dar início a sua nova carreira profissional. Ela tinha ambição e sonhos, mas com os pés no chão e humildade que ela prezava muito, algo que incomodava era o fato de saber que o CEO era um homem arrogante e prepotente e exigente com seus funcionários pelo que ela ficou sabendo.

Através de sua melhor amiga que trabalhava há cinco anos passava todas as informações, então Jaqueline já sabia um pouco como era esse tal CEO arrogante que mandava e desmandava.

E pelo que Jaqueline ficou sabendo ele era alto moreno, corpo atlético. Embora ele sendo exigente disciplinador que cobrava resultados imediatos, dos seus funcionários, mas que mantinha a boa qualidade dentro da empresa, os salários eram pagos em dia sem atrasos e funcionários que se destacavam por suas produtividades eram premiados.

E até os mais antigos ganhavam placa como funcionário padrão, e Jaqueline sonhava em fazer carreira dentro da empresa, o que ela temia era a sua própria personalidade de não levar desaforo para casa. Então ela tentou se acalmar antes de ser apresentada ao CEO.

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