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O preço para te amar

O preço para te amar

Alycia Sawer

4.7
Comentário(s)
8.6K
Leituras
2
Capítulo

É preciso ser forte para tomar certas decisões e Sofie vai aprender muito rapido que certas escolhas não tem preço, que não se pode medir o valor do verdadeiro amor, e que o tempo pode se tornar seu maior adversario.

Capítulo 1
O desligamento

É uma manhã bastante agitada no Instituro Vidal um conceituado internato para moças na cidade de Padyntown, é um lugar bonito e elegante onde moças são deixadas por suas familias para serem educadas e ensinadas na linha da etiqueta mas exigente que existe, a da inglaterra. Criado para ser um orfanato foi comprado por um magnata que viu no prédio o potencial para se tornar um lugar de referência em educação para moças daquela época e vinha cumprindo muito bem seu papapel.

Aquela época...

Era uma época bastante complicada o ano era 1920 e o mundo passava por uma grande crise oconomica, num cenário pos guerra as pessoas de Padyntown aos poucos voltavam a ficarem otimistas, com o respiro de dias melhores.

Ja no Instituto Vidal...

Carmo aguarda nervosa do lado de fora da sala direção, um lugar florido bastante arejado que se encontra no segundo andar daquele predio que por sua vez da de frente ao patio principal da entrada do colegio.

Completamente absorvida por seus pensamentos Carmo não consegui relaxar diante da tranquilidade do lugar, só pensa em qual seria o motivo para ser chamada as presas aquela Instituição no meio o bimestre letivo.

Então uma raiva vai tomando conta de seu coração em pensar que sua filha mais uma vez causou algum transtorno ou pior algo que possa causar algum custo a mais diante de uma mensalidade tão absurda. Após um longo periodo de espera a diretora que é uma freira manda chamar a Sr Carmo do lado de fora.

-Sr Carmo. Começa a diretora.

- Sim, madre superiora. Completa Carmo

A madre continua...

-Estamos enfrentando certa dificuldade com a senhorita Sofie sua filha.

Carmo pergunta.

-Oque ela fez dessa vez?

A madre responde.

- O problema é o que ela não faz Senhora Carmo, a senhora sabe bem que nossas moças são educadas disciplinarmente e preferencialmente para serem as melhores damas e esposas da sociedade

A Carmo conclui:

-Sim, sei bem madre, inclusive pago bastante caro por essa educação!

A madre rebate:

-Não se trata de dinheiro senhora Carmo, oque fornecemos aqui esta muito além....mas não é esse o caso. Bem o caso é que Sofie se recusa a concluir certas diciplinas importantes para conclusão execelente de seu curriculo, segundo ela são materias defasadas sem nexo que não fazem sentido para ela, oque esta me causando bastate dor de cabeça uma vez que ela insita as outras internas a questionarem nossos métodos.

Carmo abaixa a cabeca e suspira uma frase:

-Santo Deus!

Conclui a diretora.

-Olha senhora Carmo, Sofie é de longe uma das minhas melhores meninas inclusive acho que é esse é o problema

Carmo fecha e expressao.

A diretora continua.

- Deixa eu explica.

Carmo endaga:

-Por favor, como é isso de ser a melhor entre as piores.

A diretora diz:

-Eu nao disse isso. Eu disse que sua filha não quer aprender oque ela julga não ser importante para seus objetivos pessoais que não sabemos quais são.

Olha ela lê muito, se interessa por economia, esporte, escreve textos incrivelmente perfeitos é otima em matemática fisica, quimica todas materias fundamentais e já domina 3 idiomas oque é bastante incrível para um mulher principalmente na idade dela, o problema começa quando pedimos que ela borde, costure e que ela desenvolva sua culinaria e outras materias fundamentais para um esposa padrão.

Acredito de verdade que sua filha e uma jovem afrente do nosso tempo...talves até demais portanto não conseguiremos concluir o ensino dela pois não é possivel que essa situação se extenda po mais tempo, por que nos duas sabemos que não é a primeira vez que batemos nessa tecla.

Carmo entra em desespero:

- Oque a senhora está querendo dizer, não pode fazer isso...

A diretora concluí:

-Eu sinto muito Sr. Carno mas Sofie não poderá continuar como uma de nossas internas estamos comunicando a Senhora o desligamento dela.

Carmo replica:

-Você nao pode fazer isso eu pago caro por esse lugar, não pode explulsar minha filha, não pode jogar fora todos anos que ela passou aqui...se ela não concluí de que adinta tanto esforço?

Carmo entra em desespero em pensar em todos dinheiro investido em todo sacrifício que fez pra manter a filha naquele lugar

A diretora tenta concientiza la:

-Sr Carmo já disse que não se trata de dinheiro temos uma reputacao a zelar não podemos fazer mas nada por Sofie força la não seria conveniente e ela atingiu tudo que queria em questão de conhecimento, não há mas nada que possamos fazer.

Providenciaremos os certificados de conclusão das disciplinas que ela fechou e em 3 dias peço que venha busca la.

Um peso ruim toma conta do semblante de Carmo que afirma que entendeu com a cabeça

Ao sai da sala ela parece não anchergar o local onde esta, algo precisa ser feito uma nova decisão precisa ser tomada não ha tempo pra desepero existe muita coisa em jogo, não se trata a apenas da educação de sua filha toda uma missão esta ameaçada.

Ao se afastar do prédio Carmo anda pelas ruas maquinando quais serão seus proximos passos.

Carmo Aparecida Montes é uma mulher viuva por volta dos seus 38 anos, pode ser definida como uma mulher obstinada, objetiva e de poucas palavras, ela trabalha para familia kalarhan desde de que se entende por gente nascida no seio de empregados da família acabou senguindo os passos dos pais que ja vinha da segunda linhagem de empregados nascidos na familia kalarhan, uma descendência que todos os dias era abominada por Carmo que odiava seus patroes e tambem a existencia limitada e mediocre que lhes era proporcionada, por essa razao criou sua unica filha distante das paredes da mansão kalarhan por que os planos para o destino de Sofie eram de uma grandeza talves surreal para a época e tambem para situação em que vivia.

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