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Helena e o Delegado

Capítulo 3  Helena e o Delegado

Palavras: 492    |    Lançado em: 05/10/2024

çado tanto, vem esses bandidos e tentam me sequestrar. Ainda que bem Vict

a caminh

comeu sua língua? - Victor

ia me segurar até não sei quando, você acredita que ele não queri

deveria estar agradecendo a ele, sabia que sozinho ele te salvou daqueles três. E se ele não te deixou sair sozinha é porque é de praxe os familiares acompanhare

uvir novamente. - Você acha que

om a mão no volante. -Aman

raços. - E depois não quero ir a minha festa de f

ança chegar e depois te levo para o salão de beleza. - Victor

stava cansada demais para

estavam na capital, mas como eles estavam ficando mais na faz

coloquei meus sais preferido, liguei uma músic

algumas horas eu me formaria e

melhor de quando alguém me pegou por trás na universida

ha boca e nariz e depois eu desmaiei.

m a arma na cabeça daquele nojento. Nossa Victor tem raz

hando porque conseguiu capturar os bandidos sozinh

tagram.com/lilly.bardo para fic

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Helena e o Delegado
Helena e o Delegado
“Ele esta fechado para o amor Ela quer viver um romance Ele sofreu uma grande desilusão amorosa no passado Ela esta prometida em um casamento arranjado A continuação do livro O CEO Frio e o Contrato de Casamento conta a história da irmã de Victor, Helena Thompson que ao completar a faculdade é prometida em casamento para um membro da comunidade. Por não aceitar os ditames da família ela tenta burlar esse paradigma e se mete em uma enrascada. No meio do percurso seu destino se cruza com Álvaro Evans, nosso querido delegado do livro anterior. Que desta vez esta fechado para o amor devido as peças que o destino pregou no passado em sua vida. "Dei partida no carro, e pegamos a estrada. De repente Helena olhou para fora o lado e viu o nascer do sol. -Olha ali, que lindo. É o nascer do sol. A muito tempo não vejo um. Seus olhos verdes brilhavam. Estávamos passando por alguns montes e o sol estava nascendo. Resolvi parar no mirante, na beira da estrada. - O que está fazendo? -Ela arregala os olhos surpresa. - Venha, também faz tempo que não contemplo um nascer do sol. Descemos do carro e fomos caminhando até a grade do mirante. - Mas e aí, qual é o seu lance com aquele playboy lá da festa? -Puxo assunto. - O Felipe? Ele é meu namorado. Nos conhecemos da faculdade, ele faz administração, vai assumir os negócios da família quando se formar no próximo semestre. Estávamos um pouco afastados no último semestre. Mas agora que terminei meu curso quero retomar nosso namoro. Preciso me casar com ele. – Suas bochechas ruborizaram. -Ele é legal sabe... Pena que do nada ele some .... Percebi que ela ficou um pouco envergonhada de ter dito aquilo, mas como Victor falou ela realmente é uma enxerida, ou melhor uma tagarela, fala pelos cotovelos. Sentamo-nos em um banco de frente para o mirante. - Então é sério o lance, se vocês vão se casar. -Se essa gata fosse minha não deixaria andar sozinha por ai pensei. -Só acho que ele deveria avisar aonde vai e não te deixar sozinha por aí. - Na verdade ele não sabe ainda que vai casar comigo... Ela fez uma careta engraçada. - Como assim, você vai pedir a mão dele em casamento? -Quase isso, é que minha família me prometeu em casamento para um rapaz, filho de um amigo do meu avô que eu nem conheço. - Ela mexia com as mãos parecendo que estava fazendo uma palestra. - Você sabe, aquela tradição aqui da comunidade que temos que nos casar com alguém que nossos pais escolham por julgar que é a pessoa certa. -É sei. -Abaixei a cabeça, mal sabe ela que também estou nesse barco também. -Como se eles soubessem o que é bom para gente né! Então nesse caso eu como sou bem espertinha, vou apresentar meu noivo antes de oficializarem o casório com o meu prometido. - E você já sabe com quem sua família te prometeu casamento? - Dou um sorriso amarelo. -Não! Mas com certeza, vai ser alguém chato, esnobe e feio! - Ela sorri e caralho, fica mais sexy sorrindo essa garota.- Porque para não estar casado até agora é só por isso mesmo.- Mas e você? Não tem alguém especial que é dona do coração do delegado? -Não! Não acredito no amor. Acho que ele é feito para os tolos. Tenho o coração fechado. Quando chegar a hora vou me casar com a minha prometida e tomara que nos demos bem, porque a única coisa que ela vai ter de mim é um homem na cama. -Nossa que homem mais frio esse delegado! -Ela sorri.- Tenho até pena da sua prometida! Rimos juntos. Helena é engraçada mesmo, ela fala o que pensa".”