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NAS TERRAS DE MAKUNAIMA – PARTE 2

NAS TERRAS DE MAKUNAIMA – PARTE 2

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Capítulo 1 ME AJUDE: SOCORRO!

Palavras: 2317    |    Lançado em: 28/11/2024

NO A

acabou de acontecer um acidente. Ela está sozinha, ferida e em desespero. Tent

e. Câmbio! – Sua voz

ontinuar tentando. Senão

O rádio fez ru

enha a calma, Vera. Pensamento positivo. Ir

arei perdida, se n

tenho que ... dizer. Ai!!! ...

voz grave, su

uem está

muito de ajuda! Fui atac

acalmar. E, me diga

a universidade. Fui atacada.

se preocupe muito. Apenas, con

iferente. Estou com muita dor, e ... ficando c

ão sou o Rica

Des – desculpe. Não estou nad

eca tentou ouvir melhor, porém

atacada, ...

a, sabe dizer

ando nada. Minha visão, está embaçada. S

. Já estou quase na estufa. –

.. estou ... ficando ...

alma. Se possív

muitas vezes. Não sei ao certo por quantas abelhas. –

ndo, tentando e

stufa ... deixe-me ver.

Me diga é est

... por favor! – A voz es

ra, por favor! Apenas

... que eu ... – A voz dela f

Fale comigo. Não me deix

lêncio dominava o

me apressar. Tenho que conseguir salvar aquela mo

era, o que ia me dizer?! - Falou para o

o bem da minha consciência. Ela te

r com força e acelerando o passo em uma

a jaqueta e um chapéu de proteção. Abelhas aind

Vera?! Moça, me res

rá que desmaiou? Ou coisa pior!" –

nca vou conseguir me acal

e o irresponsável do Ric

i! – A voz dela res

Vou seguir até onde acredito que a vo

do bem. – Zeca respirou fundo, alivia

canto da estufa. Quase irreconhecível devido ao inchaço. A

oça ainda está viv

me coberto também

ça estava encolhida e

omo prometi. Fique c

minha pressão ... c

do e parece não conseguir abr

consegue s

to fraca. Com um pouco de fr

Não se assuste. – Ele colo

costas, mesmo assim ele cobriu

a senhora para o posto de saúde. É

rredor afora. No caminho, Zeca encont

z! Como s

, senhor. -

de saúde, vou pegar o jipe verde do campus. Entro em conta

professora de anatomia animal de v

. Vá lá e peça ajuda para controlar os

ue aviso,

Davi não v

seguia rapidame

ela trabalha

me pediu, senhor. –

aída do campus com Vera no colo. Ele andou por pelo menos uns 500 metros, até chegar em frente

o e retornou para buscá-la. Ainda com ar de preocupação, colocou-a

e vou fazer o possível para ajuda

! – Murmurou confusa,

o entre sua responsabi

ue você fez de errado com essa mo

s buracos na estrada. Durante boa parte do trajeto ela cont

anto chegar no posto de saúde

a. Enquanto seguia seu caminho, a olhava pelo can

O preocupante é que ela está um pouco fria." – Ele p

quando temos que socorrer alguém. - "Por que esse posto de saúd

parece estar se

hegou, abraçando sua ci

! Ela está m

no entanto, não af

uem bom que veio me s

stou pensando? Tô doido! Foco, Zeca! Que loucura é essa

chegando ao Posto de Saúde

e no colo até entrar no posto. Assim que entrou cami

e foi atacada por um enxame de abelhas. Preciso d

la de espera. Depois, volte para preen

Espere

o no local indicado e volto

o nome da

chama

e com

– Ele coç

a ida

ém, nã

be alguma coisa sobre el

as. Que trabalha na faculdade de Barra Mansa

i ter que de

nas um minut

la de atendimento, entrou bem

um crachá no bolso do

cida. Talvez faça, se for para ajudar. Não! Nem por ne

a está recebendo o tratamento e vai

namorada! – Zeca suspirou incrédul

mbecil. Mas, é melhor me colocar

sim, preocupado, parecia ser algo da paciente. Poxa,

Você pode me informar se ela tem algum

senhor. – A enf

achá, em seguida para a mulh

hos castanhos e lábios grossos. Que por sinal, são bem desenhados. O que

ra Sucupira, 30

cupira e tem 30 anos. Nova para dar aulas em uma universidade. O que posso dizer sobre iss

ara a recepcionista, retornou até a sala de atendimento. Porém,

eu trouxe a pouco está ficando

sala, senhor. Fica logo no final do cor

On

do corredor

a instrução

a paciente q

o noivo des

cal que ela estava. Vi que precisava

eocupado. Tirei conclusões pre

as, doutor. C

bem ao tr

u o que ela t

do ao ataque das abelhas que atingiram, principalmente em seu rosto, perto dos

a pensar que não res

la está for

Por isso, nem conseguiu sair da estufa. – Zeca falou. "At

o, talvez nem tivesse tempo de chegar a

ro, d

os. Vou entregar aqui a receita. Vá até a farmácia, para receber os m

ecisar de ou

os. Ela teve muita sorte do senhor ter encontrado. Mesmo não tendo históric

udar! Ela vai ficar qua

edicação fez efeito. Recomendo que fique a noite

es, passarei a recomendaçã

ciso sair. Terei que at

gado,

la sua atitude

era por um momento, acariciou a cabeça dela, que esboçou um leve sorriso, seu ros

isso, o que importa." – Zec

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NAS TERRAS DE MAKUNAIMA – PARTE 2
NAS TERRAS DE MAKUNAIMA – PARTE 2
“Os acontecimentos deste romance, ocorrem apenas um ano antes dos narrados em, Nas Terras de Makunaima – Parte 1. Agora o foco da história é o professor José Carlos da Silva, um jovem roraimense, de 32 anos, residente no interior do estado de Roraima e irmão do meio de Pedro José, protagonista do primeiro livro. O rapaz leva uma vida bem tranquila, até ser surpreendido por momentos incríveis, emocionantes e às vezes dramáticos. Ele tem os cabelos castanho-escuros, aproximadamente 1.80 m de altura, sua maior semelhança com o Pedro, são os característicos olhos verdes. José divide sua rotina entre o trabalho na universidade do município de Barra Mansa da Mata e a Fazenda Sossego que continua frequentando, principalmente nos seus dias de folga. É professor e pesquisador muito inteligente e esforçado, sua especialidade é em genética animal, dando aulas para o curso de Zootecnia, e lidando tanto com animais de pequeno quanto de grande porte bem como os sentimentos que irão surgir pela colega de trabalho. A calmaria na sua rotina começa a se desfazer, quando conhece a professora de veterinária, Vera Mara de Sucupira, recém chegada de Manaus. Dona de longos cabelos negros, olhos castanhos, com aproximadamente 1.65 m de altura. Vera é uma mulher de 30 anos, que decidiu trocar a agitação da capital do Amazonas, pela vida pacata do interior. Assim, como José, encontrou a tranquilidade em um novo lar, fixando residência na universidade, como um refúgio ideal para viver. No entanto o professor acaba precisando salvar a moça, depois de um acidente que poderia ter sido fatal. José rapidamente se encantou por Vera, e a conexão entre eles é imediata. Fascinado pela colega, ele logo descobre que ela está em um relacionamento com Ricardo Ribeiro, professor de veterinária também na mesma universidade. - Namorado de Vera há mais de um ano. No decorrer de diversos acontecimentos, um tanto quanto inesperados e envolventes para os padrões de seus protagonistas, José e Vera, poderão viver algumas aventuras cercadas de muita paixão e dilemas profundos? Descubra em: Nas Terras de Makunaima – Parte 2. Um romance repleto de desejo, mistério e uma pitada de erotismo. Claro, voltado para maiores de 18 anos. OBSERVAÇÃO: Essa é uma obra de ficção. Todos os personagens e locais, foram criados exclusivamente para esse livro. Não retratam nem acontecimentos nem fatos reais.”