. Também aviso a Hadja que estarei ausente por alguns dias, pois irei para a Espanha ver minha mãe. Deixo claro que ela estará responsável pelo
janela. Enquanto olho para a pista escura, sinto como se to
••♥
m que pego minha mala, vou até um café, conecto-me ao W
e! Está
ha... Sim
aga-Costa del Sol. Será que
ou? - ela exclama, e ouço sua voz se distanc
te esperando - ouço Estevam dizer, e sorrio. Sua voz, tão ca
e decidi vir de última hora. Não precisam vir me buscar
te buscar. Aliás, quero tes
m? - pergun
o chegarmos aí. Nos
, ma
murmurar antes da ligação encerrar, e sorri
iso a Kim que cheguei e que minha mãe está vindo me buscar, depois desligo o telefone. Peço um café e me di
••♥
ra do aeroporto. Arregalo os olhos ao notá-la no volante de um
aproxima-se e me abraça.
astando-se para me olhar. Seu semblante muda
ondo, sorrindo. Ele faz um carinho em meus cabe
sa para mostrar as habilidades dela ao vol
s mesmo de me sentar direito, minha
ti sua fal
igo, e as lágrimas come
asa, conversamos com calma. - Ela me afasta delicadamente, enxugando minhas lágrima
meu lugar, colocando o cinto. Minh
ando minhas lágrimas enquanto saímos do aeropo
a a escola, para os parquinhos. Porém, depois qu
as coisas da minha infância, por isso
im para a Espanha, Estevam me inscreveu em um curso para renovar a minha habilitação e me presenteou com esse carro todo adaptado. No começo, achei que não iria conseguir,
r os seus sonhos é a minha felicidade - digo, e ela me
r da minha mãe e fazê-la feliz! - digo,
-la feliz, e isso é o que importa.
té que, ao virar uma curva
aíso - digo, encantada c
i por esse lugar assi
damos por um tempinho até que ela entra em um condomínio. Mamãe cumprimenta o
amento não é
térreo. É bem dif
uanto ela para de
ai até minha mãe. Vejo que a cadeira é nova e motorizada. Ele abre a porta do carro, pega minha mãe no colo e a coloca na cadeira. Seguimos para o
até mesmo na forma de os moradores aproveitarem a
o aquela vista. O elevador
que depois vou encher minha mãe de perguntas. Estevam digita uma senha, e a porta se
frente a uma parede de vid
e mostrar o seu qua
o um q
e para você - ela diz, sorrindo, e eu a sigo por
ma parede de vidro com vista para o mar, em um quart
Olho para ele, me jogo em seus bra
da, eu..
s cabelos, o que me faz lembrar do meu pai e dos ca
o as lágrimas e
bri
eu te adotei como filha - ele pega minha mão. - Não quero tomar o lugar do seu pai, Lunna, mas apenas c
pai. Obrigada por me aceitar - digo. Me
e descanse. Vou prepar
inha testa e a da minha m
a cama e me sentando nela. - Por que não contou que
le era um cara aposentado, e não dono de uma construtora, muito menos de vár
au! Ele te
igo - ela diz, e sorrimos. - Agor
gada,
quê,
me encher de perguntas. - Ela
quando estiver preparada. Mas, por enquanto, quero que descanse. A viagem foi bem longa, e sei que você não
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