ma e fez a única coisa que soube fazer desde que s
sse diferente dos demais membros da parte frígida da família, porém demonstrou se tratar de um dos personagens principais, se não o pior deles. Então sentiu o seu peito ser esmagado por uma forte emoção de amargura, cho
animal acuado enquanto enxugava suas lágrimas ainda com as mangas do vestido.
el falou com sua expressão rude,
ou bem... -
u como se suas palavras não
a tinha visto um homem sem roupas, mesmo que apenas com o peito exposto, Manuel não era de aparência desagradável, tinha a pele clara, mais clara que Fernando, na verdade, eles não se pareciam em nada. Seu marido era a cópia fiel da mãe, olhos escuros e cabelos médios negro
o-a por debaixo de seu corpo, ignorando o
s difícil. Vamos ter que fa
momento. Na verdade, havia imaginado muitas coisas que certamente jamais viveria, talvez devesse parar de ler tantos livros de romance. Desejava grit
aquilo. Ela sentiu seu rosto queimar de vergonha por ficar tão exposta, apesar de que a roupa de baixo lhe cobria até os joelhos. Então, ele levou a mã
depois, disse, se
or algo desesperado, como se suas mã
óximo ao período de suas regras, então viu uma mancha de sangue entre as pernas sobre o calção.
móvel. Ela assistiu encher a pequena bacia com a água do jarro e lavar a
ra tampar seu corpo exposto com o que res
ou por ela em direção à porta. Parou com
ão permita que saibam que nos
as ele ainda ficou parado na porta, Elisa desejava a
ão conseguiu continuar, pois pareci
isa, ela se sentiu humilhada com toda a si
cont
suje sua roupa de
reditava que Manuel estivesse enlouquecido de vez, lhe pedindo aquilo. Ele, no en
dois que os servos vejam a roupa de cama suja, para terem motivos de fofoca amanhã. - Ele recompôs a v
então Elisa sabia muito bem o que deveria fazer
eto qu
arota - falou
ido e terminou de rasgá-lo em muitas partes. Ainda abraçou seu próprio corpo enquanto gemia angustiada. Depois se levantou e conferiu se aind
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