ervos disseram que ele estava indisposto e por isso não esteve presente. Ela sabia que encontrar com ele não seria algo fácil, pois seu corpo ainda q
mas foi bruscamente reprimida por Manuel, que deixava claro que era o assunto de sua mãe e que não deveria insistir. Porém, não pôde deixar de notar o s
sempre arrogantes e soberbos do tipo que se achavam superiores ao mundo. Já em seu quarto, se vestiu e preparou para se deitar. Era tarde da noite quando ouviu um sussurro vindo do corredor principal. No
- sussurro
touca na cabeça. Mas o que mais lhe chamou atenção era tamanha aflição que a jovem carregava, então a coloc
u Elisa quando j
seus enormes olhos claro
nsigo dormir. Esto
ava a se preocupar de que algo sério estivesse acontecendo, puxou a
us, Antônia, o qu
se procurasse coragem para fal
ãe viu suas unhas cheias de terra, já havi
va que provavelmente a menina tinha sido punida com algum castigo bobo,
e forma a
ou para suas mãos em seu c
tá no qu
ia até mesmo ficado curiosa sobre o que se tratava. Ela com
quartinh
, Joana é quem passa mais tempo lá e... Fernando também esteve quando cr
este nome já a deixava pesarosa, saber que Fernando também havi
o é ess
e Elisa pode sentir
dos. Mamãe ordenou que não desse água e nem comida até amanhã cedo. Mas está muito frio hoje, e
ue tipo de mãe era capaz de castigar filhos daquela forma tão cruel?
fica es
encarou
cê não pret
ça, não pode ser punida desta form
Se Manuel descobrir ou a mamãe, poderá
rvos enquanto falava.
sim, ninguém irá desconfiar que me contou. Talvez
de ir até lá sozi
ocupe comigo
angustiada. Elisa o puxou
em a enviou a esta casa - chora
sabia que pelo menos algo de bom havia acontecido em meio a tudo
do outro lado da casa grande. Sua aflição aumentava ao imaginar a pequena Joana sozinha e faminta. No caminho, ela passou na cozinha, tomando todos os cuidados para não ser vista, e recolheu algumas fr
o era importante demais, não poderia esperar que ela vestisse tantas roupas como as regras de etiqueta ordenavam. Os três homens analisaram sua figura um tanto chocados com sua p
bra
voz foi abafado por outra, uma g
está aco
corpo lhe traira. Toda vez que Fernando estava por perto, se descontrolava. Também pôde sentir seu cheiro, aquele másculo, porém mistura
nça, a respeitem! - a voz dele soo
aram o chão e
ou dela, que estava
o aqui, e neste estado? - falou numa m
eus cabelos. Era certo que ele tivesse estado com alguma mulher, e aquilo lhe deixou com um aperto no peito. Seria do feitio dele beijar tod
espaço ainda conf
o senhor está
o que se tratava, cogitei... que se trat
la, ou talvez pensasse já que se rendeu em seus braços quando a beijou. Certamente, Fernando pensava que era uma mulher fácil, e isso a incomodou. Outra vez, aquele nó
guntou de forma retórica, dando passos na direção dos homens
mos ordens para m
ram mantidos trancados, se recordava das muitas vezes em que Edna o deixara ali, quando seu pai demorava em longas viagens. Bastav
rregada de raiva,
- ela vociferava aos guardas,
É melhor que vá dormir, a noite está fria e aq
a, est
se calou,
ntos horríveis daquele lugar e, apó
é po
iu por uma besteira. A pobr
homens dizer baixin
já está a
s o suficiente para derrubar aquela porta e tomar Joana nos bra
apenas uma criança! - Seu
s guardas, bastante irritado, e levou
a porta ime
treolharam, sem
enhora Edna
pé de Fernando chutando a porta de madeira. E
sidão adentro, era muito grande e havia várias celas, estava escuro. Então, Fernando tomou o lampião das
Jo
l e infantil soasse em ecos pelas
lis
ndo carregava c
do a mão à boca quando viu a menina d
iança nesta situação. A pequena parecia fraca e seus olhos estav
sa tentou co
o pequeno cesto no chão e puxou a menina p
que você nunca mais irá f
lpas, mas a mamãe
isa a fim de acalmar a meni
lhou, ficando na
que sua mãe também l
de que Antônia disse que Edna o deixava ali quando era criança. I
a a menina o
Na
lançou-se sobre Fernando,
que você nunca mais
nte, Fernando tinha um amor incondicional pelas
rdenasse aquilo, ele deveria ser informado. Sabia muito bem que Edna fazia aquilo
o da pequena, Antônia aguardava ansiosa. Ao ver a m
guntou enquanto Fernando a c
à tristeza por ver a m
uco debilitada. - Joana
ou a irmã. Antônia abriu os olhos e logo duas
caverna... - A menina
ndo s
ena co
Elisa sua princesa... S
ernando e Elisa trocaram olhares cúmplices, satis
. - ela pediu
a vontade da irmã. Elisa se ofereceu para ir, n
ar uma jar
te, Elisa ainda acariciava os cabelos
a cabeça da irmã e olhou
arinho com as meninas.
trava amor pelas irmãs a deixava nitidament
eciais, sinto que as
ntiu seu corpo queimar. E de repente os olhos dele a invadiram, analisando seu corpo sobre as poucas camadas de tecido do penhoar cheio de indecência.
sa...
presa, e estranhamente era uma sensação boa. Quando dois pares de mãos fortes seguraram seu
eu mais um passo, ficando próximo demais, o corpo másculo de Fernando tocou o
se mover, as palavras dele a deixaram atordoada. Cert
no quarto de Joana e que Antôni
Nã
raços dele e se aproxi
- tentou falar entre
e a impediu de protestar, ela
ia ter chegado, ou não sabia se conseguiria resistir por muito tempo. Seus lábios dese
a soou carregad
ezinha d
m sobre ela, no entanto, fez um enorme esforço par
... É melhor deixá-la dormir
dir beijando Antônia de form
ho melhor me retirar. - falou, s
ão estava bem entre o irmão e Elisa. Porém, a cunhada tentou disfarç
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