no ar como uma ameaça velada. Ele me olhou sugestivament
a uma mulher. Não sei se é uma boa ideia.
a enquanto ria baixinho e voltava para perto de sua cadeira, sentando-se com um suspiro. - Qual é? Posso fazer um trabal
tentei mais uma vez, inclina
ano e meio. Alguns decks pegaram fogo e alguns outros lugares da mesma companhia também foram incendiados no mesmo dia. - Ele pegou uma pasta marrom da gaveta l
para verificar seu conteúdo. Havia várias fotos em preto e branco dos locais incendiados – estruturas carbonizadas contra o céu notur
vestigar. O problema é que muitas informações vazaram para a mídia, e ago
ns de destruição contrastando com as descrições de uma
riência diria que podemos estar tratando com algum caso de briga de gangues. - ele me encarou sério e eu apenas assenti, digerindo toda a informação. - Algumas pessoas os defendem, outras os odeiam. Quero que pesquise essas opiniões, ouça as pessoas que moram nessas áreas e tire suas próprias conclusões. - assenti em confirmação, folh
ial com cuidado e fechando a pasta, ciente de que não podia deixar aquela sala sem ela. O peso da mesma em minhas mãos parecia simbólico, um fardo que eu estava disposta a carregar. - Eu sei que posso voltar a ser a jornalista que você co
riso que ameaçava se espalhar pelo meu rosto. - Mas prometa que terá cuidado e me mantenha infor
i contra o peito, sentindo o objeto grosso contra mi
ci mais uma vez antes de me levantar e ir em direção à porta, mas papáginas amareladas. - Você poderia, por favor, não comentar nada disso com o Tyler? - Ele me olhou desconfiado e analítico por cima das lentes no
pondeu ele, com um aceno sutil de cabeça. - Tem minha palavra
maginaria estar. Tinha uma nova matéria, e das grandes. Tinha tudo para ser um sucesso, e eu daria o meu melhor. Isso não só salvaria meu emprego, mas também minha carreira como jornalista investigativa. E e
gitando furiosamente, o cheiro de café requentado pairando no ar. Iris ainda estava e
asta em sua mesa por um momento e respirei fundo, tentando processar o que acabara de acontecer. - Ele te d
omo um predador farejando fraquezas. Assenti, incapaz de não sorrir, o alívio se misturando à empolgação. Mas antes que eu pudesse dizer qualqu
imediato, pegando a pasta de volta e mantendo-a perto do peito, como se protegesse um tesouro. Iris o cu
us olhos me analisavam desconfiados, fixando-se no mater
elmente pensando que era a matéria que ele já havia entregado
ria um prazer ver a expressão em seu rosto quando ele descobrisse que lancei uma matéria à qual ele não teve acesso – algo profundo, perigoso, que exigiria coragem que ele nunca demonstrou. - Bem, eu p
informações, as opiniões divididas da sociedade –, havia uma ligação que eu precisava fazer. Esperava que ele pudesse me ajudar mais uma vez, talvez com contatos ou insights que eu não tinha
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