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ecimento, virou quase uma festa. Se não fosse pela presença de Victo
se tanto de pessoas desconhecidas me causa, ele estava falando sobre um
teressante colocarmos um sistema de rastreio
m eles podem programar um chip que só receba e faça chamadas para números
oe, assim ela largaria um pouco do meu que vive lota
alou pensativo. - Levar esse projeto adiante vai ser fácil, certamente vou ter que fazer uma pesquisa de custo
quando nós voltarmos do Brasil
ntece quando o funcionário cria esses projetos e
de a mesma para a Jaguar Corp, e nós desenvolvemos o projeto e como bônus, anualmen
não quiser vende
, em um valor bem mais baixo e pr
ar um projeto com outras especificações usando o dele como modelo e lan
ocê vender a patente toda.
tem certas negociações que você precisa fazer com o coração e não com a razão. Nem
isso, DJ... está pensando em cr
iva, mas você trabalha com o que
s um ateliê, somos estil
conversa decente com a loira, sem me sentir incomodado com
. O local estava todo iluminado por luzinhas quase idênticas a um pisca-pisca, sorri
fui para mais perto de onde as crianças
ssível, eles merecem viver isso.
-los felizes e seguro
vai ser servido. – Taylor fa
chamado as crianças para comer, então ela me explicou que an
ntalmente por isso, ficar perto delas me t
lando ao mesmo tempo, por debaixo da mesa eu brincava nervosamente com meus ded
iria desmoronar em cima de mim... mas graças aos deuses, eu tenho cada um de vocês, que se mantiveram aqui comigo. – Ela sorriu emocionada, enquanto brincava com sua aliança no dedo. - Muito obrigado por cuidarem de mim e dos meus filhos
cer e também entendo que desde a morte de Christopher, as coisas não devem estar sendo fáceis p
arroz branco, outra de carne desfiada e salada, tinham mais coisas nas travessas, porém Taylor
via ter ficado tempo demais olhando para o meu prato. - Espero que goste de comida cubana
la preparava essas comidas, estou me
ontando, então apenas assoprei em meus dedos e comecei a conferir se nada estava encostando para começar a comer. - Mas a mama sempre conta essa história, porque Lorenzo
cado louca... – Norma
, ela só queria comer purê de batata. – Dinah expli
am para ele voltar a comer?
, e depois de quase três dias sem comer, Lorenzo jantou f
sas que são comuns para os outros, para mim são absurdas. E eu infelizmente
s outras pessoas. Ter que fingir que suporto conversar enquanto eu como, ver as pessoas mastigarem e seguir conversando expel
rém meu tempo se torna cada vez mais disputado a cada novo invest
. – Alejandro falava no meio do falatório da mesa. - Meu sonho desde de menino, sempre foi ter um restauran
fazendo voltar minha atenção para ela e ela me deu um sorrisinho, eu fiquei aliviado. Ess
>>
r um pouco da sobremesa, querido?
r durante a noite. – Menti descaradamente e agradeci por meus acomp
sa era algo com banana no meio. E eu odeio banana tanto quanto c
udei Sinu e Alejandro a levar a louça para a cozinha e organizar tudo no lava louças. Camila foi com as amigas c
lme e nós adultos, comendo sobremesa e tomando vinho e
rrendo em minha direção. Ajeitei meu corpo para recebê-
le beijou minha bochech
no. – Fiz um carin
oltei a tomar meu vinho ouvindo Harry explicando para Victor co
ê vai voltar a morar aqui.
atenção para alguns investimentos que eu tenho em Miami. – Expli
sando nesse momento é complicada, com certeza, ter você e Taylor por perto ajuda mui
rente. Ela estava levemente inclinada para o lado da esquerda, e eu escutei parcial
– Falei alto e grosso, fazen
Taylor tentou
chado da mulher foi o suficiente, p
caso! – A esposa dela deixou claro q
ê agora é surda? – Deboch
r assim comigo? – Ela se levantou e veio para
ocê acha que tem direito de sair falando sobre algo que você não
o de ser arrogante por causa do seu dinheiro. Mas vamos falar a verdade, você só está aqui, porque ele morreu
ala. - Pera aí, é brincadeira isso não é? – Ela perguntou para mim, seu espanto
ele não está mais aqui a pra s
entir, você quer dizer
ela que fugiu por quase 1
pessoas decentes. – Alejandro tentou apaziguar as
conviveria aqui deixando que as pessoas pensassem d
te, mesmo de cabeça baixa, eu sab
- Porém Christopher nos contou coisas, eu e Sinu nunca falamos disso com seus pais porque sempre notamos que se tratava de uma ferida a
ha versão... – Eu falei por ele,
im que notou os olhares. - Quer saber, cansei! – Minha irmã se levantou de forma imponente e se virou para mim. - Se você não contar a verdade, eu mesma conto. Não vou deix
essa situação. Eu não estava pronto para abrir essa porta, pensei que teria tempo para
que traga tudo com ela. – Pedi e a minha amiga
por sorte me respondeu quase na mesma hora, expliquei a situação pa
rtamento. Quando guardei o celular, decidi que já poderia co
acidade incomum de falar outras línguas e conseguir ler sem ao menos ter sido ensinada, tudo processado pelo meu cérebro enquanto eu assistia televisão em casa. Com grandes habilidades eu também adquiri grandes dificuldades, como o fato
anto esperava minha irmã voltar, notei que meu pé esquerdo batia no chão com rapidez e ritmo.
a que vissem minh
ue Christopher sentia como se eu tivesse roubad
e passei a brincar come como se meu cérebro fosse um grande e infinito HD. – Era difícil falar em voz alta, é como se meus demônios pudessem ouvir e atraídos pela minha voz, tentassem me puxar para escuridão. - Eu tive muita atenção sempre, todos ficavam impressionados com a minha inteligência... sem dúvidas tudo isso tornou Christoph
ssa sempre foi a tradição da nossa família, sempre que um de nós conquistava algo, nossos pais nos levavam para jantar onde escolhêssemos. Christopher ganhou vários desses jantares, porque ele sempre ganhava os jogos com a equipe de futebol americano. Então na minha cabeça, aquela atit
om a sua versão, Lorenzo? – Camila
Eu mordi os lábios. - Keana está chegando, e quando ela chegar vocês vão saber de tudo. Ela está trazendo todas
rry perguntou
s, porque sem elas tudo que eu contar vai ser a
essa situação delicada, ninguém parecia
de abril, vinte e cinco de abril e dezessete de maio... – Murmurei
ou baixinho e segurou minhas mã
ndo seus olhos. - Eu não consigo controlar. –
tou minha mão e respirou fu
>>
as duas mulheres. Minha ex esposa me entregou a enorme pasta que eu elaborei ano
os Keana quando entramos no jardim de infância, mas eu e Kea sempre tivemos uma conexão maior. Eu sempre amei e fui agradecido por ela entender que eu
ias passarem de mãos em mãos, quando
gente se amava e era genoíno, todo mundo ou quase todo mundo, ficou
eu e ele ainda não estávamos juntos... – Keana falou com um sorriso triste nos lábios. - Mas quando começamo
i ele e a Keana por estudarmos compartilhando quase o mesmo ho
om Keana, Christopher com a Anne
nho e eu sorri para ela. - Christopher sempre fez piadinhas sobre a Lorenzo e o autismo dele, eu sempre o repreendi mesmo sabendo que não fazia muita diferença para ele. – Ela suspirou triste. - Eu me lemb
sta de 4 de Julho, nós fomos comemorar na casa de praia da nossa família. Era a primeira vez que
pais só deixaram a gente ir porque a praia é praticamente dese
e muito barulho e os fogos de artifício são como uma explosão
ente era como se eu não pudesse controlar meu corpo e minha mente. Naquela noite eu l
eu irmão gêmeo ainda mais irado... segundo ele eu era a porra de um doente que sempre estragava tud
dia que nos trouxe a essa situação atual. Obviamente eu tinha fotografia e alguns vídeos p
– Sinu limpou seu rosto que
não chegamos na pior parte ai
ei tristemente. - Ele não fazia questão de esconder seu ódio por mim, tudo ficou mais difícil quando entrei para equipe de natação. Segundo o mesmo, ele se dedicava para que as pessoas e
a ele precisava ser melhor do que Lorenzo. – Anne comentou. - Lógico que eu disse que aquil
superior sempre que ele ou alguém tocava no
onato do clube geek. Como sempre ele não quis ir, preferiu ficar em casa, Anne tinha acabado de terminar com ele por motivos que naquele momento nós não sabíamos. Quando voltamos eu encontrei Christopher e Keana d
Christopher e gritava vários xingamentos. – Taylor assumiu a história enquanto eu confortava Keana. - Keana demorou um pouco para acordar, ma
s pais de Keana também buscaram ela. Por um milagre ela parecia estar bastante transtornad
guia falar absolutamente nada, minha psiquiatra da época acho que era melhor me deixar na casa dos meus avós sendo monitorado. – Eu
ir até a casa de Keana onde ela estava com Anne. Eu não falei
m coquetel que se ele tivesse colocado um pouco a mais eu teria tido uma overdos
os que não sabiam da verdade pareciam não consegu
e ela havia feito naquela mesma noite, entreguei na mã
hris foi capaz de algo tão terrí
dizer, eu... –
da, mas não imaginei que seria algo tão grave. – Alejand
me contou... que não acreditei, se não fosse os exa
... – Allysson falou preocupada e se leva
odos aceitarem e se conformarem que o Christopher que elas conheciam era uma farsa. Por um brev
por estar desesperado já que ela nunca deu abertura para que ele pudesse conquistá-la. Ele armou toda aquela
lquer outra coisa além de um abusador. Eu não pude puni-lo como ele merecia, eu e K
motivação. Nós nos casamos, estudamos, criamos nosso filho e com os nossos m
izes apesar da marca permanente
ém de dor aqui. E nós acreditamos fielmente que Christopher havia mud
família, nunca prestamos queixa contra o Christopher e s
uma vez ouvi, quem vê a
em nos puxar para baixo. Se hoje somos o que somos, é graças aos nos
r do acontecido e ainda ter mentido sobre algo tão grave,
erem, porque existem várias camadas no meio dessa confusão. Porém nada disso diz r
s prantos, seu rosto avermelhad
osso viver em
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