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A Rosa Proibida do Don

Capítulo 2 Silêncio e sentença

Palavras: 1274    |    Lançado em: 24/01/2025

por eles. A mais distante das mesas, recostad

ens de terno, de diferentes etnias e portes fí

em, era onde estava Lorenzo, o homem que comu

s redondezas. Todos conheciam seu envolvimento

seguia para tentar - em vão - esconder seu tem

proximou e um deles apenas apont

sobrancelhas, mas não pôde evitar o olhar à m

tado. Sua presença era um aviso silencioso, um ma

ravessar quem ousava fitá-lo. Sob a penumbra,

lhos, brilhavam como lâminas afia

pálida apenas reforçavam seu ar

tes sob medida, um perfume discreto amadeirado,

dos passos que deu, mas seguiu a

servi-lo? - Tecer aquela fala

os meus homens

eção - era tudo que ela não queria. Pegou o pape

mim? - Ele a interrompeu e as b

la suspirou, t

e de sua respiração compuseram a sinfonia de s

enhor. C-como po

or observando sua presa, eram carregados de uma confiança feli

, eu aceito água. - Tinha a voz forte, e exibia a m

ar com as mãos tão trêmulas, mas a moça ainda f

não ser tomada

rro de Lorenzo quando ela passou, que mais soo

e quanto mais rápido terminasse de servi-los, m

a acendeu a luz e recostou na parede para ver

enta mil euros. O ar ficou preso nos pulmões. S

árias vezes, te

r persistia

a dívida para meros quarenta mil, mas os juro

se não estive

nxugou rapidamente e respirou fundo. "Foco!", ela

na, produzidos localmente, os vinhos, além do fl

xaram a moça ansiosa. Ela rapidamente correu p

s de todos os restaurantes e bares da redondeza

enzo. - A voz do homem misterioso soou, mas el

renzo respondeu. - Sei que não faz seu estilo, ma

velha incompetência. - Num tom de voz mais baix

r de Lorenzo

er; se a notícia for ruim, tomarei providências

hor! - Loren

tar apenas recostada o fez precisar se apoiar par

e tapou a boca e o nariz para se

ssos lentos adentraram à vinícola, fazendo Sophia

vir o próprio c

ra de Alessio bloquear parte da luz. Ele hesi

astou... até e

orenzo chamou

o quero ser atrapalhado. Mova os homens a outro l

hor! - Loren

ho. - Com tom de voz mais calmo e casual, os

pirou fundo, gostava do cheiro daquele lugar, ma

s pulmões. Respirou fundo por poucos minutos, ma

a servir as mesas dos homens. O corpo já estava

ssio, já estava de volta ao seu lugar. Sentado

u do bolso do avental para colocar ao seu lad

uito sutil, e aparentemente for

ir, a moça ret

por ninguém, mas ela optou por se dedicar

lvaro ao seu lado quase lhe fez d

- Ela mene

uros... - Mant

or hoje. - Suspi

hotel dos gringos, onde eles estão aceitando ca

reditável. Por semanas, respira

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A Rosa Proibida do Don
A Rosa Proibida do Don
“Sophia nunca quis se envolver com a máfia. Como garçonete e dançarina de flamenco na Sicília, seu único foco era sobreviver às dívidas e esquecer os fantasmas do passado. Mas, quando testemunha um assassinato durante uma apresentação em uma gala exclusiva, torna-se alvo de um mundo do qual não pode escapar. Alessio Ricci, o implacável Don da família mais temida da Itália, não pode se dar ao luxo de deixar pontas soltas. Manter Sophia sob sua proteção parece a solução mais sensata... até que a tensão entre eles se transforma em algo muito mais perigoso. Presos entre segredos, traições e uma paixão proibida, eles são forçados a encarar um desejo que pode destruí-los. Ele é o perigo que ela deveria evitar. Ela é a tentação que ele não pode resistir. No jogo da máfia, o amor pode ser a sentença final.”