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A Rosa Proibida do Don

Capítulo 5 Entre licores e contas...

Palavras: 1273    |    Lançado em: 24/01/2025

as luzes amarelas dos lampiões, começava a e

últimos clientes, enquanto os cafés fechavam su

imentadas, o brilho dos letreiros dava lugar,

o calor da noite siciliana, enquanto o som dos

fachadas se tornavam mais desgastadas, os pr

abertos eram mercearias modestas e bares de

ainda pulsante na quietude da noite. Decidiram

de ferro ocupavam a calçada, onde homens de ges

turando-se ao aroma amadeirado

s hoje? - Álva

e sempre? - Ela

saiu, seguindo ao pequeno interior do ambiente,

lorosa - afinal, o jovem já costumava comprar vi

ra um homem adulto, herdeiro do ambiente. - O

.. cansada! - De

nte conhecida e Sophia sempre c

era o que colaborava para Álvaro não ser a

re hoje! -

de garrafas de vinho local, grappa e limoncell

encontro dos clientes habituais, que brindava

ela produção siciliana em específico era a pref

hia olhando ao lado de fora com desinteresse,

ocê está mal mes

recostando a cabeça na janela f

em e logo se entregou ao sono,

mitindo aquele instante de descanso para a ami

ela, mas o senhor era também muito impaciente

udava quando atrasava com as contas, mas sempre l

ça não fosse

era mais um dos vários motivos d

is andares, com paredes de estuque em tons de

exibiam vasos de gerânios vermelhos, que a

a, ladeada por trepadeiras que subiam pelas gr

o e bastou. Sempre bastava, afinal, Sophia rep

máfia, aos quais seu pai devia, invadiram sua ca

reu pela própria vida; correu o suficiente para

m outra máfia quando, com sua morte, a ajuda c

a, pagaram a dívida de seu pai, transferindo a dív

unho direito, antes de abrir os

o, ele pegou a garrafa para agitar. - Eu entro pr

eça. Já cuidou de esticar o corpo e seu bocejo se

rua, o que tornava a omissão impossível para o c

rado no interior, ou à noite, quando sua silhueta

entrar com as bebidas, enquanto seguiu a pass

chaveiro metálico em forma de coração, e o ve

omo se fosse alguma surpresa qu

- sorriu, indo em sua direção.

to - riu -, m

sse mês. - A moça falou, antes

- Finalmente decidiu me ouvi

istei com aj

certa forma, mas não pôde evitar - julgar o que er

agitou, indo em direção à sua casa para pegar o e

de terracota e tetos baixos, que mantinham o a

bem cuidados, incluindo um sofá de tecido

m utensílios básicos e uma mesa pequena de se

ca janela, que dava vista aos telhados vizinhos. Tinha uma cama

, algo que o velho bom samaritano ajudou a obter

dou de lembrá-la que o prazo para o próximo alu

moça entro

ntão ela apenas se jogou no sofá

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A Rosa Proibida do Don
A Rosa Proibida do Don
“Sophia nunca quis se envolver com a máfia. Como garçonete e dançarina de flamenco na Sicília, seu único foco era sobreviver às dívidas e esquecer os fantasmas do passado. Mas, quando testemunha um assassinato durante uma apresentação em uma gala exclusiva, torna-se alvo de um mundo do qual não pode escapar. Alessio Ricci, o implacável Don da família mais temida da Itália, não pode se dar ao luxo de deixar pontas soltas. Manter Sophia sob sua proteção parece a solução mais sensata... até que a tensão entre eles se transforma em algo muito mais perigoso. Presos entre segredos, traições e uma paixão proibida, eles são forçados a encarar um desejo que pode destruí-los. Ele é o perigo que ela deveria evitar. Ela é a tentação que ele não pode resistir. No jogo da máfia, o amor pode ser a sentença final.”