que ele não conseguia entender, o destino, a vida, o próprio Deus de
o me
jou, e Marla se sentou n
fazia-o sentir coisas que não eram apenas novas para ele, mas proi
, assentiu com a cabeça e desviou o olhar. - Você não acha que é mui
pequena - disse ele, procurando uma justificativa um tanto absurda, a verdade e
mo avião, que tenhamos chegado à mesma cidade e que t
o quente, ele o bebeu em três goles. Ele precisava se afastar desse lugar, dessa mulhe
para o garçom, que
e se afastou deles: - Meu nome é Marla, eu sei que você pediu meu n
é Abel - ele res
de o homem parecer ignorá-la, especialmente qu
Quero dizer, na
sposta dele
um idiota como ele a tratasse de maneira tão arrogante. O que esse idiota pensa que é? dis
do feitiço dela não tinha lógica, mas confrontá-la era muito pior para ele; aproximou-se da cadeir
idiota! - r
m quando terminou de colocar
você. - Ela respond
missão. - o ga
sto da avenida e se perdia na multidão. Para uma mulher como ela, que normalmente
ções. Desde que seu avô lhe propôs entrar no seminário como estudante, ele sempre foi claro sobre o que queria, sempre so
s havia feito antes. Seu corpo reagiu de forma diferente a ela e, naquele momento, Abel até se culpou pela
soas que o observavam. De repente, ele ouviu a buzina de um carro
Vamos
ro e entrou, ainda nervoso e pe
enquanto pensava consigo mesmo, - você não pod
onde v
lesiástica, só pare
turo papa de Tropea po
iam sua carreira sacerdotal. Imediatamente veio à sua mente o rosto de Marla,
avra sua, pois não conseguia se concentrar em nada além de Marla. Desde que a vira no avião, desde que r
a mãe? - perg
o quando saí hoje de manh
riosidade,
ou, enquanto Abel baixou o rosto e se concentrou em rezar um pouco. Ele precisava
cê está? - disse el
se lembra da Isabella, Abel? - Ele mal
rá o novo padre. -Novamente ele olhou para ela e ac
teresse da garota em seu compa
a por você. - disse o ami
esse tipo de conversa, muito menos agora que sentia suas
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