10 – "No
por Dante
u o bi
que seus olhos percorrera
o é para
a con
s tremendo levemente ao s
no canto da minha boca. Era isso. O me
o mundo onde tentava se enf
la precisava saber que eu
oite escondendo a presença do carro blindado. D
e o guardou no bolso da jaqueta. Ela olh
me esconder. Sabia como observar sem ser
eito ela não entraria naqu
quebrar cada camada daquela resistência, queria ver o medo se misturar com
havia para
rroía. Ela ainda não era minha. Ainda mantinha aq
á me ouvin
cortou meus
ellucci.
que se atrevia a interro
para ele, control
a, po
dém, apoiando-se na bancada d
to disso. Especialmente quando
stou pouco me fodendo para
foi seca mas
avaliando-me. - Desde quando você se importa co
s se estr
om as palav
Um som se
cecado. Isso não é bom para
frente, a voz b
E se você esquecer isso de nov
io caiu
u as mãos,
eito. Mas lembre-se, Dant
mas o peso das
efone. Disca
entrega
, a confirmaç
lig
brete. Algo mais... dir
qui. E você
oube que a entr
ssário. Ela saberia. A rosa não era apenas um presente. Era um
mentalmen
as aveludadas contra os dedos dela, o perfume ad
seguia vê-l
de medo ou de curiosi
ousava ali, suas pétalas perfeitamente abertas, o seu cheiro era
como
ue a beleza pode ser perigosa, que nem tudo o que atrai é s
sa. Lenta, qua
estava lá. E naquele instante, soube. O jogo
Ou
inal, ambos sabíamos a verdade. Eu nun
/0/14342/coverbig.jpg?v=f1f17e5047b7e3a52e2f5d6b2d3c1089&imageMogr2/format/webp)