íte 507. Quando saí daquele quarto no dia anterior, minhas pernas pare
e exalava uma autoridade magnética, um domínio natural e possessi
visual arrebatador, frio e profundamente perigoso. E, por mais que meu orgulho gritasse para me afasta
acostumado a obter tudo o que desejava
e cada contorno do meu corpo escultural debaixo do uniforme justo, fascinado pelos meus olhos azuis e pelo contraste dos meus longos cabelos
morei a conseguir trocar de roupa. Fiquei ali, sentada no banco de madeira p
meza com que ele tentou segurar meu rosto fazia minha pele arder em um misto de afronta e de
ignorar a tensão que ainda
o dele. Eu não sabia - e nem desconfiava - que Eduardo não era apenas um hóspede ilustre de passagem, mas o próprio proprietário do h
amado de emergência da governança. A ordem era direta: entrega imediat
nos braços, respirei fundo, verifiquei se o meu coque estava perfeitamente alinhado
i à porta duas vezes com a ponta dos dedos. Nenhuma resposta. Como a ordem era de entrega urgent
rouca ecoou do fundo da sala principal, co
ava para a varanda. Vestia apenas uma calça social preta,
sência do corte impecável o deixava ainda ma
os-claros dava a ele o aspecto de um predador elegante. Seu olhar p
voz pausada e estritamente profissional, embora o calor sob minha pele
deira nobre logo na entrada, fazendo menção de
ina agora mesmo - disse ele. Não era um grito, mas um comando baixo, tenso e
ente para ele, ajustando a postura e cr
o, Sr. Eduardo? - perguntei, encarando-o sem
m minha direção, eliminando a distância
olvendo meus sentidos. Ele parou a poucos centímetros de mim, a altura e
am suavemente a linha do meu maxilar, a pele quente dele contrastando com o tremor sutil da minha
meu ventre. A atração entre nós era uma força física, crua e avassaladora,
asse involuntariamente para o calor da sua mão. - O seu dinheiro e o seu poder podem comp
proximou o rosto do meu, a respiração quente roçando meus lábios, a outra mão descendo pela
exigente e o carinho intenso do
ios, a voz rouca revelando a obsessão que o consumia. - Você tem esse ar de quem não pertence a ningu
falhando ligeiramente pela proximidade dos seus lábios, ma
ossos lábios em um beijo pro
inha boca com uma fome acumulada e avassaladora. A sensação era arrebatadora; o mund
bros largos, sentindo a firmeza dos seus músculos enq
beijo com uma paixão que mesclava desejo, e urgência de me ter por perto. Quando suas mãos deslizaram pela m
que se recusavam a ceder. Eduardo se inclinou sobre mim, os olhos faiscando com um desej
a voz carregada de um certeza inegociável. - Não quero ou
alidade instantaneamente. O prazer e a entrega que ele me proporcionava eram inexplicávei
seu peito e segurei seu rosto, afastando-nos o sufi
acontece entre nós nesta suíte é fruto do meu desejo, não da sua posse. Eu continuo tendo a minha vida, meu tra
luto de empresas e pessoas, lutava visivelmente contra a barreira inabalável que eu representava. Mas ao observ
do com uma delicadeza surpreendente uma mecha solta do meu cabelo loir
levantando do sofá com elegância e postura, sem jamais abaixar a
até a saída. Antes de abrir a porta, olhei para trás e o vi em pé, observando-me c
eu poder e dinheiro, mas mal sabia ele que, naquele domínio de
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