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Quando o destino dá uma nova chance...

Capítulo 2 Cap. 2

Palavras: 1260    |    Lançado em: 30/04/2025

ítu

e meia-idade se espreguiçou devagar, coçando a barriga enorme e indo direto para a cozinha, como fazia

do na caneca lascada que usava há anos, franziu o cen

u, jogando a caneca com força na pi

l da esposa. Incomodado, leva

a! Venha fazer o

enhuma

apareceu no corredor, os cabelos despent

Que gritaria é

retrucou ele, passando as mãos pelos cabelos ralos, impaciente. - Ela saiu e

banana da fruteira e foi sentar no so

esmo? - perguntou

e as chaves do carro. - Quando essa mulher aparecer, me ligue no traba

raiva. Caminhou até o carro com passos pesados, r

r no banco do motorista. Sua barriga avantajada, resultado de anos

ndo os dentes. - Essa mul

soltando outro suspiro cansado. Quando finalmente consegu

levou o braço até o rosto. Ao

rando, com nojo da própria condição.

daqueles com cheiro forte e enjoativo. Espirrou generosamente no pescoço, no pei

- resmungou, jogando o fra

que estar no serviço até às nove e já estava at

o do perfume barato misturado ao suor impregnado em suas roupas

gou, impaciente. - Essa mulher ainda não voltou pra

ada por cima da barriga proeminente. Mal havia dado

trasado,

onheceu o tom seco do patrão

stava com os braços cruzados à porta da ofici

ustificar, forçando um sorriso amar

- o patrão rebateu. - Já são três dias che

s, desconcertado. Não tin

epetir, seu Ma

ode ir jurar lá na fila do seguro-de

r dentro. O dia mal tinha começado, e tudo parecia dar errado. Mas em sua me

*

a nos braços com todo o cuidado. Não sabia exatamente por que estava levando-a

sacordada sobre a cama arrumada. Por um instante, ficou ali, observando seu rosto abatido. Havia algo naquel

Elza, que l

ide dela.

a assentiu com um

or. Vou limpá-la e

a e puxou uma de suas camisetas

so, por

vestido... Alice, minha sobrinha, tem o m

com um leve aceno. - Qualquer co

ão, tão acostumado à solidão e ao silêncio das terras que comandava, batia agora em um ritmo diferente, inquieto,

*

de canal em canal, entediada, até que parou ao ver a vinheta de um telejornal. A imagem ao vivo mostrava o cenário de um

fez seu coração acelerar. Entre pedaços de metal e malas rasgadas, uma bolsa marrom e

no tapete. Pegou o celular e disco

Pa

veio seca,

no meio do trabalho, não

.. Maria... ela tava naquele ônibus que bateu! Mostraram a b

m segundo. Depois, a voz de Geraldo ve

o é q

, pai..

gora, quem vai lavar a roupa, l

ou em s

coisa. Tenho que trabalhar - disse

zia sentido. Para ele, a perda de Maria n

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Quando o destino dá uma nova chance...
Quando o destino dá uma nova chance...
“Maria sempre foi invisível dentro da própria casa. Casada com um homem cruel e madrasta de dois adolescentes ingratos, sua vida era feita de humilhações, sacrifícios e silêncio. Mas tudo muda no dia em que, exausta após mais uma jornada de desprezo, ela embarca em um ônibus de volta para casa... e nunca chega ao destino. Após o acidente, Maria é encontrada ferida e desacordada à beira de um lago. É então que Alexandre Fonseca, um fazendeiro solitário e marcado pelo passado, a encontra e a leva para sua casa. Sem saber quem ela é, apenas com o desejo de ajudá-la, ele abre as portas de sua casa e do seu coração. Entre as marcas de um passado cruel e a incerteza do futuro, Maria precisará encarar seus próprios fantasmas. Em meio à dor, surge a chance de ser vista, de ser amada. Terá ela força para romper as correntes que a aprisionaram por tantos anos e ser livre?”