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Donna

Capítulo 3 CAPITULO 2

Palavras: 2079    |    Lançado em: 08/05/2025

, os olhos estreitos brilhando com algo entre curiosidade e perigo. Ambos seguravam rifles, vestidos com roupas de caçador, o olhar frio de quem já enfrentou o deserto - e coisas pio

anzido suavizar-se. Tentou sorrir, e

essandro...

cabelos dourados caindo sobre os ombros, o vestido preto curto revelando ma

do, a voz arrastada, baixa, quase ac

do a voz leve, como se o cor

ocês só fossem

a, o nariz proeminente projetan

igou. Disse que você pediu pra gen

cer relaxado. - O piloto... ele deve ter entendido errado. Eu

iu um pouco mais, revelando a pele macia das coxas. Ela deslizou os dedos pelo copo de vidro que repousava na mesa baixa, pegando o drinque com uma lentidão quase performática. Quando levou o copo aos lábios, o leve inclinar d

ram, é melhor

r da loira, fixando-o em

apresentar

ncava com o copo, os olhos verdes brilha

ara conhecer o refúgio.

oltou um

uem? Sua...

uma faca afiada na sala. Piet

trar os quartos pra

e se recostar no sofá, como se fosse a dona do lugar. Pietro gesticulou para Matteo e Alessandro, conduzindo-os pelo corredor de paredes env

e Alessandro em voz

ando manter a calma. - Eu não esperava vocês hoj

eres descobrirem?

uém contar. - Pietro lanç

u as mãos como se

ão con

duas camas de solteiro e janelas panorâmicas dando

u a cadeira da penteadeir

orta com cuidado

a chamam el

tirando o casaco, parou

er dizer... agênci

ve sorriso, como

De onde m

gou o rosto

da pode da

tudo certo. Ela vai embora hoje à noite, e ninguém vai descob

lema - disse Alessandro, ag

evirou os olhos, a paciênc

ado para Matteo, depois voltou-se

ratou uma. E n

brancelha, apoiand

mo vai

o. O silêncio foi preenchido pelo distan

e, a voz baixa, quase incrédula. -

iram como hi

ocê viu aquela mulher? Só de vê-la tom

Matteo. - E você queri

mão pelos cabe

ideia era ela vir, a gente passar

dois tapinhas nas coxas. - E se você quiser que a g

ano era simples: uma noite com Allegra, longe dos olhos de Giulia, longe das resp

tando manter o controle. - Mas,

teo respondeu na hor

fez uma

mil euro

o soltou

cada centavo, ou mel

- Mas não esperem que ela to

- diss

andro, já se levantando

com uma acompanhante de luxo no meio do deserto, traindo sua esposa grávida, mas também porque agora havia

nha baixa, com os vestígios carmesins do drinque que ela bebera, mas a loira estava de pé - os dedos longos e

m sensualidade ao longo das curvas. Seus olhos não estavam mais nos homens. Estavam no rifle. Como se aque

no modo como Allegra apoiava o cabo do rifle contra a coxa e passav

- murmurou Al

o - sussurrou Matteo, ma

caminhava até ela com passos firmes, controlados. Allegra sorriu ao vê-lo

o. Sua mão agarrou o rifle com firmeza, to

ingindo inocência, mas o tom er

har duro. - Você deve sempre conferi

ento seco. Estava, de fato, carregado. Uma bala brilhante relu

sse. - Podia te

urmurou Matteo, ainda olh

alou Alessandro - Um dia alguém pode aperta

ugar, cruzando as pernas com lentidão, revelando mais da pele clara sob a fenda generosa

rguntou com um sorriso preguiçoso, co

opo enquanto ele preparava outro drinque para Allegra, sentindo os olhos dela queimando em suas costas. Ele sab

na poltrona ao lado, o olhar descaradamente cravado nas pernas dela

omod

que pudesse dizer qualquer coi

aveludada, o charme do velho tarado polid

, deslizando o olhar dos olhos dele par

batente da porta, os olhos semicerrados. - Iss

sobrancelha, divertida. - Iss

is escuro agora. - A maioria dos acidentes acon

controle - disse Allegra, ol

era quase palpável. Pietro apoiou o copo na mesa e ajeitou

retomar o controle. - Por que não tomam um b

ontinuou com os olhos presos em Allegra. - Mas não ten

arecem...

so à frente. - Mas queríamos conversar sobr

vez com ironia,

exte

o pig

legra, eu sei que não foi isso qu

cruzou as pernas e se recostou n

valeria ess

rocaram um olhar cúmp

mo valor. Cinco mi

linou a

ns. Quinze

- respondeu

antas

eo s

gente pod

té Pietro, parando a poucos centímetros dele.

ter me avis

goliu

achei que el

e para os o

om uma condição:

am os dois quase

, um brilho pr

vamos

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Donna
Donna
“Criada entre as montanhas tranquilas de Pedesina, na Itália, Donna Amorielle é a única filha mulher de Don Vittorio Amorielle e Ellis Barker, um casal forjado no fogo da máfia e do amor improvável. Longe das ruas caóticas de Nova York, ela cresceu ao lado dos irmãos - Jake, Marco e Jason - sob o peso de um legado que nunca poderia herdar e a sombra de um destino que se recusava a aceitar. Presa entre o sangue mafioso que corre em suas veias e a determinação americana herdada da mãe, Donna não quer ser apenas a filha de um don, nem uma peça em um jogo de alianças. Ela quer mais: quer escolher quem será. Aos 25 anos, Donna confronta o pai, o temido Don Vittorio, exigindo uma chance de voltar aos Estados Unidos e traçar seu próprio caminho. Relutantes, Vittorio e Ellis cedem, acreditando que a distância os protegeria do passado que deixaram para trás. Mas o que começa como uma busca por liberdade logo se transforma em um mergulho perigoso nas águas turvas da máfia. Em solo americano, Donna descobre que os pecados de seus pais ainda ecoam, e velhos inimigos estão prontos para cobrar uma dívida que ela nunca soube que existia. Determinada a provar seu valor, ela terá que decidir: lutar pelo nome Amorielle ou queimá-lo para construir o seu próprio. Uma história de lealdade, vingança e autodescoberta, *Donna* é sobre o preço do poder e a coragem de desafiar o destino - mesmo quando o sangue fala mais alto.”