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Donna

Capítulo 5 CAPITULO 4

Palavras: 1704    |    Lançado em: 12/05/2025

o espaço aéreo entre a Espanha e a Itália, recortando as nuvens com precisão enquanto a escuridão da noite caía sob

ombros. Os olhos castanhos estavam concentrados, frios, como se já previssem as tempestades que ainda viriam. Na o

lando a expressão de alguém que já ultrapassara o limite do medo. A mesa dobrável diante dela foi aberta com um clique sutil. Sob

nal criptografado, linhas de código e autenticação facial. Enquanto isso, ela ativou o Bluet

ivos começaram a

udios, do

tro Ferrara e seus dois sócios em orgias com prostituta, cocaína, lavagem de dinheiro e tráfico humano. Era isso que iria a

o, o c

, a loira sedutora, a

s da cama redonda. Ele tentou gritar, mas a garganta estraçalhada impediu qualquer som. O segundo

mais rápida. Um disparo no ombro o fez girar e cair de lado, o rosto colado

Donna, antes de atirar novam

entre os lençóis amarrotados, a decadência

a barra de progresso compl

tirou o chip e quebrou-o entre os dedos. Em seguida, apenas encostou

onge de

uavemente enquanto se

*

castanhos escuros, que caíam em ondas disciplinadas sobre seus ombros. Ela vestia um terno preto impecável, combinado com uma blusa branca de seda que ressaltava sua

com a morte de três dos quatro sócios, havia se transformado em uma brecha delicada para a aquisição. Ela sabia que o único sócio sobrevivente, Lorenzo Falco, não er

revelaram um saguão luxuoso, com pilares de mármore branco e um lustre imponente que refletia a opulência dos negócios que a

o quanto determinação, mas também seus advogados, o chefe de Donna, Don Roberto Alberti, e um jovem de cabelos castanhos bem penteados, trajando um ter

vantou para cumprimentá-la, of

com um leve aceno de cabeça. - Imag

e seja nossa conversa hoje - respondeu Donna

lançou um olhar rápido e cúmplice. O jovem do fundo do salão mantinha o

ês, sem meus sócios eu não posso vender, nem tomar qualquer decisão referente a empresa. E ele

retirou uma folha impressa com

ou mais sócios, por morte, o poder deliberativo pode ser transferido integr

tou-se na cadeira, olhando de Donna para Don

o de ironia. - Isso só corrobora com o que eu disse ante

lino na maneira como ela o fitava - atenta, silenciosa, prestes

daluzia, abriu-se uma brecha jurídica. Uma oportunidade

e fez um arrepio percorrer sua espinha. Ele se inc

is grave. - Como assim meus sócios

u o tablet em

respondeu s

omo páginas de um pesadelo: Pietro Ferrara caído de lado, os olhos abertos em um vazio eterno. Aless

vam vidrados nas imagens, e um silêncio brutal caiu s

so não parec

te, os cotovelos sobre a m

ra poupar as famílias. Para não manchar ainda mais a im

entre si, preocupados. Don Roberto, ao lado de Donna,

ignorando os murmúrios - torna esta aquisi

u, recostand

guntou com sarcasmo. - Está subestimando

da. O contrato que seus sócios assinaram transferia automaticamente as ações para os sobreviventes em caso de morte. Ag

u outra fol

as suspeitas de ativos. Lavagem de dinheiro em paraísos fiscai

m olhos arregalados. Antes que

pouco mais no tab

nçavam ao redor de uma mesa de vidro repleta de cocaína. Uma loira provocante - a

ra mais fria. - Matteo lavava dinheiro com criptomoedas russas. Alessandro estava desvi

na cadeira, cr

e. Uma exposição pública dessas informações pode gerar uma investigação policial internacional. Pode

a suor em sua testa agora. Os músculos do maxilar esta

me am

to. Um sorriso que

renzo. Venda a empresa. Retire seus lucros. E evite q

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Donna
Donna
“Criada entre as montanhas tranquilas de Pedesina, na Itália, Donna Amorielle é a única filha mulher de Don Vittorio Amorielle e Ellis Barker, um casal forjado no fogo da máfia e do amor improvável. Longe das ruas caóticas de Nova York, ela cresceu ao lado dos irmãos - Jake, Marco e Jason - sob o peso de um legado que nunca poderia herdar e a sombra de um destino que se recusava a aceitar. Presa entre o sangue mafioso que corre em suas veias e a determinação americana herdada da mãe, Donna não quer ser apenas a filha de um don, nem uma peça em um jogo de alianças. Ela quer mais: quer escolher quem será. Aos 25 anos, Donna confronta o pai, o temido Don Vittorio, exigindo uma chance de voltar aos Estados Unidos e traçar seu próprio caminho. Relutantes, Vittorio e Ellis cedem, acreditando que a distância os protegeria do passado que deixaram para trás. Mas o que começa como uma busca por liberdade logo se transforma em um mergulho perigoso nas águas turvas da máfia. Em solo americano, Donna descobre que os pecados de seus pais ainda ecoam, e velhos inimigos estão prontos para cobrar uma dívida que ela nunca soube que existia. Determinada a provar seu valor, ela terá que decidir: lutar pelo nome Amorielle ou queimá-lo para construir o seu próprio. Uma história de lealdade, vingança e autodescoberta, *Donna* é sobre o preço do poder e a coragem de desafiar o destino - mesmo quando o sangue fala mais alto.”