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Amor? Não. Sexo? Sim!

Capítulo 4 Capítulo

Palavras: 1080    |    Lançado em: 18/05/2025

ntei

hos quase

rnas vira

va pensando

go imp

bri que não conseg

s, me ergueu do chão, me puxou por cima da

i até

tou e viro

ele estava

s segundos depois

ionantemente alto d

nas longas dele se movendo em minha d

pelo menos

e dez centímetros, mal

tava em

ajudar,'

Eu não

ar da fundaçã

ão

de pessoas com doenças terminai

para ele,

ando comigo sobre uma

madrinha. Bem, padri

ou em estad

tinha u

aí, e

ltar à vida, mas duvidava que o es

o? Como um paciente terminal. E é porque seu

arcástico. 'Eu posso

aba do boné preto, mas eu apostaria

ez, eu

do estranho de fazer uma proposta tão

queixo. 'Você está se oferecendo

interpret

va sem

encontro t

achava que eu dev

uma parte de mim

que fossem suas intenções, pelo menos ele per

fosse, era melhor do que qualquer cois

xo era mais difícil

dava em esconder sua dece

muitas mulheres, só me rendi

para marcar uma consulta em uma clínica de fer

não valesse muito como ser humano se eu

levantava, inventava uma

i o assun

ssemos ir a

nsivo e disse que s

ma de saúde mental, mas se

a clínica, seja de

se ofereceu para me ajudar, nem com a

s sinais que perdi, mas uma

fun

te estava f

as mãos enfiadas nos bolsos das

u para me leva

i de cima

corpo forte

cheiro bastan

tava da

s e pensei,

tivesse me guardando

u disse. 'Par

lug

neira alguma pelo fato de eu t

meus braços descobertos, tirou o

am

us ombros e me guiou até um Audi R8

is da viagem, comec

meu cérebro fina

rro com um estranh

ia para onde nós

te para trás h

ro correndo por uma av

vagens giravam

meu lado e

res diminuindo num borrao e me

ustado?' o est

im

qu

a respos

ra olhar o

va usando aque

preta, calça pret

m uma balaclava e uma metralhadora, e ele seria uma

é um car

que vo

so

sob a luz branca do domo, dan

e levar a um calabouço secreto nos subúrbios, me violará, depois me matará, ou com

meçou

o que seus ombr

s no volante e espera

argalhada

se saído do boulevard para

eu a mão direita e bagunçou me

stava pronta para pular no rio meia hora at

sua mão para longe. 'Eu estava apenas desc

seja c

ou em silêncio, mas minha

do lado de for

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Amor? Não. Sexo? Sim!
Amor? Não. Sexo? Sim!
“Eu pensei que conseguiria fazer meu casamento sem sexo funcionar. Quem precisa de sexo quando se tem amor, certo? Eu estava errada, muito errada. Acontece que meu marido era capaz de fazer sexo depois de tudo. Só que não comigo. Ele preferia... minha mãe. Eu os peguei na cama juntos. Então pensei que deveria pular de uma ponte. Encontrei um estranho lá. Dei minha primeira vez a ele por um capricho. Depois de uma noite de sexo incrível, deixei sua casa e pensei que nunca mais o veria novamente. Então fui à festa de noivado da minha tia. Ela desfilou o noivo na minha frente. Ele era o estranho. E estava prestes a se tornar meu tio.”