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O pecado favorito do padre

O pecado favorito do padre

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Capítulo 1 Minha fé

Palavras: 1593    |    Lançado em: 16/05/2025

LIVRO É UM

história de amo

ensa. Insan

jo arde junt

rrado se mist

m salva, ás vezes, ele é q

, manipulação psicológica, temas religiosos sensíveis, a

ra conforto,

disso, seja bem-vinda. Prepare-se: sua alma será tes

sua cont

pecados... e alguns, o bei

uto

z meu bebê. Lá, conheci uma ex-freira, também prestes a se tornar mãe. Ela havia deixado a abadia para viver um amor proibi

ceitável. Que desafiasse a moral, a fé... e o coração. Eu queria escrever sobre o des

e sufoca. Você vai odiá-lo. E, logo depois, vai amar cada centímetro do inferno que ele é. Porque o Alexei protege

de nós desejam, não é? Um homem que n

rgulhe. S

ão odeie demais

cató

hos, o corpo e a alma. Aos que amaram o proibido, saborearam o risco e, mesmo conhecendo o abismo, pular

ítu

A

ra. Às vezes, ele vem de b

uma prece invisível que subia pelas colunas até o teto abobadado. Eu mantinha as minhas mãos entrelaçadas sobre o c

iração. No entanto, naquela manhã em especial, havia algo diferente no ar. Ou talvez fosse

de que estava encenando um papel que todos esperavam que eu representasse perfeitamente. A filha devota. A freira exemplar. A menina que aos vint

istura de espanto e reprovação: "Tão n

de - festas, namoros, selfies com legendas espirituosas e planos de casamento. E

ma e tudo aquilo que ameaçava demais. As memórias do passado. Minha família. As expectativas sufoc

. Sabia que não devia me perder em pensamentos no meio da cerimônia, mas havia dia

da uma retomando seu lugar na rotina de sempre. Eu se levantei devagar,

bispo a chamou com familiarid

mo um pai. Era respeitado por todos - especialmente por minha família - e há anos ocupava o posto com

respondi, com a cabe

evento. Tenho uma informação importante. - Ele sorriu de maneira cont

cristia, onde ele lhe ofereceu um luga

passar alguns dias conosco. Chega ainda hoje, para acompanhar

de? - Não era tão comum quando parecia, não percebía

ado. Chama-se Padre Andrei Iliescu. Discreto, culto,

, mas não

resente no evento hoje

ais chegam no

o apresentarmos ao público. Você representa

to feliz de ser um exemplo. As noviças sempre vinham me pedir conselhos, as mais velhas me enviam como um

po, e saio com a promessa de cui

eciam mais agitadas do que o normal. Co

que ele fala

ue é muit

strangeiro..

. Eu tentava não ser tão severa sobre isso, todas ali eram muito jovens, e tinham ido parar na Basílica por sua própria vontade, e tinham decidido ent

e incomodar. Algo em mim mesma, um certo entusiasmo contido, que não

fazer - organizar a mesa de doações, supervisionar os quitutes que seriam servidos, revisar a

sar. Principalmente

mesa com quitutes típicos - tortas pequenas, pães artesanais, frutas frescas e sucos naturais. Os funcionários se movimenta

chegaram, o imp

iscreta, com os cabelos castanhos presos num coque impecável e a voz mansa que raramente se elevava. Mas por trás daquela aparência serena, havia um olhar apagado, ferido por dores que talvez eu nunca compreendesse por completo. Ela não era mais a mulher que me criou - ou pelo menos, não como eu lembrava. A vida tinha sido cruel com ela. todos

endendo a mão, como se cumpri

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O pecado favorito do padre
O pecado favorito do padre
“- Vamos jogar, Sfântă mea- minha voz saiu baixa, carregada de fome. - Sete pecados. Cada um, menos uma peça. Até você não ter mais nada entre mim e a sua verdade. Ela me olhou como se eu tivesse cuspido fogo. Como se as palavras queimassem. Mas não deu um passo para trás. - Isso é errado - sussurrou, com o corpo inteiro tenso. - Isso é confissão. É libertação. E você está pronta. Me abaixei aos pés dela como se fosse um servo, mas nós dois sabíamos quem tinha o controle. Meus dedos tocaram o cadarço do tênis dela com reverência. Ela não se mexeu. - Primeiro pecado.- Sussurrei. Ela engoliu em seco. Hesitou. Mas então, soltou num fio de voz: - Eu senti raiva do meu pai. Principalmente quando Isabel desapareceu. Senti uma raiva feia. Eu quis que ele calasse a boca. Pra sempre. Soltei um riso baixo, mas sem zombaria. Tirei um dos tênis com lentidão, depois o outro. - Primeiro. A raiva. Um começo excelente. Toquei os tornozelos dela, depois deslizei os dedos sob a barra das meias. Ela estremeceu. Tão sensível. Como se ninguém a tivesse tocado ali antes. - Segundo. - Eu fingi estar doente pra não ir a uma reunião beneficente. Eu queria ficar sozinha. Em paz. Longe das pessoas... ainda que precisasse estar lá para ajudar. Eu não me sentia caridosa nesse dia. Deslizei as meias com calma, dedo por dedo. Me ajoelhei ali, e meus olhos subiram pelas pernas nuas, agora expostas até as canelas. - Solidão. Egoísmo. - eu faço um Tsk infeliz e olho para ela, que está com as bochechas extremamente vermelhas. - Gosto mais de você a cada segundo. Ela corou ainda mais. Fechou os olhos. Mas não se afastou. Levantei e deslizei os dedos até o casaco pesado, passando pelas curvas dela com reverência. Me aproximei do seu ouvido. - Terceiro. - Eu... eu assistia séries à noite. Coisas violentas. Com assassinatos. Escondida, debaixo das cobertas. E... eu gostava. - Você é cheia de surpresas, Sfântă mea. - Eu sorri e tirei o casaco com lentidão, revelando a blusa de lã por baixo. Ela ficou imóvel, mas respirava mais rápido. Seu corpo era cheio, bonito, quente. Uma tentação que ela própria não percebia. Ela mordeu o lábio, e franziu as sobrancelhas ao perceber que eu ainda esperava para tirar a blusa que ela usava. - Ei... - ela murmurou. - A blusa conta como outra peça? São duas. O casaco... e essa. - Ela puxou o tecido, incerta. - Não é justo. Inclinei a cabeça, com um sorriso preguiçoso e cruel nos lábios. - As regras são sete pecados, sete peças. Você usou duas... vai pagar por duas. Não tente trapacear com o diabo, Sfântă mea. Ela apertou os lábios, indignada, e sua raiva me fez rir. Uma freira com fogo nos olhos. - Quarto - sussurrei. Ela hesitou. E depois: - Eu dancei. No meu quarto. Quase nua. Ao som de uma música que eu nem devia conhecer. Músicas que eu gostava muito. Dancei como se... como se ninguém me visse. A minha respiração ficou mais pesada. Só de imaginá-la, o meu pau ficou tão duro que doía. Levei as mãos até a blusa e a puxei lentamente, roçando os dedos no ventre dela, sentindo o calor da pele. Quando a blusa saiu pela cabeça, seu sutiã branco apareceu, cobrindo os seios fartos e macios. os mamilos duros evidentes pelo tecido do sutiã. Ela imediatamente tentou se cobrir, envergonhada com o próprio corpo. Mas eu segurei seus pulsos com firmeza. - Não - falei. - Você não esconde isso de mim. Você não esconde nada mais de mim. Ela estava vulnerável. Mas havia algo de hipnotizante naquela mulher; mesmo com vergonha, mesmo com culpa, ela seguia confessando. Ela estava só de sutiã e calça agora. Me olhou com os olhos enormes e brilhantes, como se estivesse em perigo e, ao mesmo tempo, implorando para cair. - Quinta peça - sussurrei, a voz rouca. Me aproximei, passando os dedos devagar pelo cós da calça dela. A respiração dela prendeu. Ela recuou um pouco, mas parou. Sabia que já estava dentro do jogo. E não havia como sair. - Eu... - a voz dela falhou. - houve um seminarista... quando eu era noviça, tinha acabado de entrar para abadia. Ele disse que eu era bonita. Eu sorri pra ele. Fiquei pensando nisso por dias. Me sentia suja por ter gostado. Minhas mãos deslizaram pelas laterais da calça, abrindo o botão com lentidão, como quem abre um presente. Ela tremeu. Quando abaixei o tecido pelas coxas senti imediatamente o cheiro da sua excitação. Eu quase perco o controle, curvando-a sobre a cama, e fodendo-a até que nós dois estivéssemos no limite.”
1 Capítulo 1 Minha fé2 Capítulo 2 Recém chegado3 Capítulo 3 Abadia4 Capítulo 4 O Vissitante5 Capítulo 5 Curiosidade6 Capítulo 6 Curiosidade7 Capítulo 7 Acusação8 Capítulo 8 Sinceridade9 Capítulo 9 Fora10 Capítulo 10 O sorvete