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O pecado favorito do padre

Capítulo 4 O Vissitante

Palavras: 1085    |    Lançado em: 16/05/2025

sse ela, de maneira final. - Seja

e para o grupo onde o pai estava, como se ele tivesse se tornado, de alguma forma, uma presença m

começara com tanta certeza, agora parecia fluir em uma direção desconhecida, como se eu estivesse

a cara a cara com o misterioso Padre Andrei. E algo de

ladas quentes de âmbar e rubi. Eu já estava acordado havia algum tempo, embora ainda não tivesse saído d

e na altura do meu bumbum. Minha pele morena, herança da miscigenação brasileira, contrastava com o branco impecável do hábito que eu vestia. As roupas me cobriram quase por completo, mas nunca consegui me esconder de mim mesma. Sempre soube que não tinha o tipo de corp

i fundo. Eu não deveria e

l. O tal padre Romeno que me foi apresentado na noite anterior, dura

, um arrepio desconfortáv

r. Era algo na postura dele. No modo como caminhava, como se carregasse uma presença que não combinava com os votos de castidade.

tário velado sobre o que eu comia. Não foi um olhar de pena. Nem de julgamento. Foi como

ensar nisso. É

Era engraçado como o hábito religioso, tão rotineiro para mim, ganhava uma urgência diferente

almente, como um lembrete. O co

uma vez, ajustei o

passos ecoava com calma pelos corredores de pedra. O cheiro de incenso ainda pairava no ar desde a últim

Revisei a história do prédio, decorei dados e detalhes detalhados, e repassei o itinerário dez vezes. Não porque me inte

rno, avistei Madre Regi

frente do corpo. Ele, em contraste, parecia uma figura saída de um retrato renascentista - alto, imponente, co

e eu estava ali, mesmo antes de se virar. Como se

osco por alguns dias, como todos já sabem. Ele foi enviado diretamente de Bucareste para acom

m uma leve

seja bem-v

mesmo já o tendo visto na noite

aqueles olhos. Cinzentos como a neblina sobre um lago. Não frios, mas impenetráveis. E, por algum motivo, v

arcada por um nível sotaque que arrastava algumas sílabas, tornan

osto corar. Desvie o

trar a Basílica. É um lug

-nos a sós no pátio amplo, cercada por colunas brancas e rose

a daqui? - ele pergunto

r algumas partes, depois que ela foi parcialmente destruída e

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O pecado favorito do padre
O pecado favorito do padre
“- Vamos jogar, Sfântă mea- minha voz saiu baixa, carregada de fome. - Sete pecados. Cada um, menos uma peça. Até você não ter mais nada entre mim e a sua verdade. Ela me olhou como se eu tivesse cuspido fogo. Como se as palavras queimassem. Mas não deu um passo para trás. - Isso é errado - sussurrou, com o corpo inteiro tenso. - Isso é confissão. É libertação. E você está pronta. Me abaixei aos pés dela como se fosse um servo, mas nós dois sabíamos quem tinha o controle. Meus dedos tocaram o cadarço do tênis dela com reverência. Ela não se mexeu. - Primeiro pecado.- Sussurrei. Ela engoliu em seco. Hesitou. Mas então, soltou num fio de voz: - Eu senti raiva do meu pai. Principalmente quando Isabel desapareceu. Senti uma raiva feia. Eu quis que ele calasse a boca. Pra sempre. Soltei um riso baixo, mas sem zombaria. Tirei um dos tênis com lentidão, depois o outro. - Primeiro. A raiva. Um começo excelente. Toquei os tornozelos dela, depois deslizei os dedos sob a barra das meias. Ela estremeceu. Tão sensível. Como se ninguém a tivesse tocado ali antes. - Segundo. - Eu fingi estar doente pra não ir a uma reunião beneficente. Eu queria ficar sozinha. Em paz. Longe das pessoas... ainda que precisasse estar lá para ajudar. Eu não me sentia caridosa nesse dia. Deslizei as meias com calma, dedo por dedo. Me ajoelhei ali, e meus olhos subiram pelas pernas nuas, agora expostas até as canelas. - Solidão. Egoísmo. - eu faço um Tsk infeliz e olho para ela, que está com as bochechas extremamente vermelhas. - Gosto mais de você a cada segundo. Ela corou ainda mais. Fechou os olhos. Mas não se afastou. Levantei e deslizei os dedos até o casaco pesado, passando pelas curvas dela com reverência. Me aproximei do seu ouvido. - Terceiro. - Eu... eu assistia séries à noite. Coisas violentas. Com assassinatos. Escondida, debaixo das cobertas. E... eu gostava. - Você é cheia de surpresas, Sfântă mea. - Eu sorri e tirei o casaco com lentidão, revelando a blusa de lã por baixo. Ela ficou imóvel, mas respirava mais rápido. Seu corpo era cheio, bonito, quente. Uma tentação que ela própria não percebia. Ela mordeu o lábio, e franziu as sobrancelhas ao perceber que eu ainda esperava para tirar a blusa que ela usava. - Ei... - ela murmurou. - A blusa conta como outra peça? São duas. O casaco... e essa. - Ela puxou o tecido, incerta. - Não é justo. Inclinei a cabeça, com um sorriso preguiçoso e cruel nos lábios. - As regras são sete pecados, sete peças. Você usou duas... vai pagar por duas. Não tente trapacear com o diabo, Sfântă mea. Ela apertou os lábios, indignada, e sua raiva me fez rir. Uma freira com fogo nos olhos. - Quarto - sussurrei. Ela hesitou. E depois: - Eu dancei. No meu quarto. Quase nua. Ao som de uma música que eu nem devia conhecer. Músicas que eu gostava muito. Dancei como se... como se ninguém me visse. A minha respiração ficou mais pesada. Só de imaginá-la, o meu pau ficou tão duro que doía. Levei as mãos até a blusa e a puxei lentamente, roçando os dedos no ventre dela, sentindo o calor da pele. Quando a blusa saiu pela cabeça, seu sutiã branco apareceu, cobrindo os seios fartos e macios. os mamilos duros evidentes pelo tecido do sutiã. Ela imediatamente tentou se cobrir, envergonhada com o próprio corpo. Mas eu segurei seus pulsos com firmeza. - Não - falei. - Você não esconde isso de mim. Você não esconde nada mais de mim. Ela estava vulnerável. Mas havia algo de hipnotizante naquela mulher; mesmo com vergonha, mesmo com culpa, ela seguia confessando. Ela estava só de sutiã e calça agora. Me olhou com os olhos enormes e brilhantes, como se estivesse em perigo e, ao mesmo tempo, implorando para cair. - Quinta peça - sussurrei, a voz rouca. Me aproximei, passando os dedos devagar pelo cós da calça dela. A respiração dela prendeu. Ela recuou um pouco, mas parou. Sabia que já estava dentro do jogo. E não havia como sair. - Eu... - a voz dela falhou. - houve um seminarista... quando eu era noviça, tinha acabado de entrar para abadia. Ele disse que eu era bonita. Eu sorri pra ele. Fiquei pensando nisso por dias. Me sentia suja por ter gostado. Minhas mãos deslizaram pelas laterais da calça, abrindo o botão com lentidão, como quem abre um presente. Ela tremeu. Quando abaixei o tecido pelas coxas senti imediatamente o cheiro da sua excitação. Eu quase perco o controle, curvando-a sobre a cama, e fodendo-a até que nós dois estivéssemos no limite.”
1 Capítulo 1 Minha fé2 Capítulo 2 Recém chegado3 Capítulo 3 Abadia4 Capítulo 4 O Vissitante5 Capítulo 5 Curiosidade6 Capítulo 6 Curiosidade7 Capítulo 7 Acusação8 Capítulo 8 Sinceridade9 Capítulo 9 Fora10 Capítulo 10 O sorvete