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O pecado favorito do padre

Capítulo 7 Acusação

Palavras: 1035    |    Lançado em: 16/05/2025

as irmãs comentando sobre a homilia daquele domingo. A missa havia sido bonita, como sempre era quando o arcebispo conduzia. Mas a beleza do ritual nã

desconfortável de admiração, dúvida e... receio? Ainda assim, ele não fizera nada de errado. Apena

onseguia simplesmente

Beatriz entrou apressada no refeitório, o véu levemente desalinhado sobre os cabelos grisalhos. Ela nã

u a chave da sala dos arquivos? Ela nã

colheres pararam de bater no

ção deu

ia a porta dos arquivos que o

resposta do arcebispo, e mesmo assim... me vi cedendo, conduzindo-o pelos corredores até a porta trancada, explicando como o lugar guardava os registros mais an

u não queria suspeitar dele. Era errado

.. e

té a madre, que conversava agora com outra freira sobre

... - chamei, c

im com expressão ca

irmã

i em

contar. - Eu esfrego minh

redor lateral em silêncio. Parei diante da pequena sala de reu

trêmula. - Ele... mostrou interesse em conhecê-los. Eu disse que ainda aguardava autorização do arcebispo, mas

s, em silêncio. Não entendendo

continuei - eu... pensei que

os tremendo tanto que

u a chave, irmã Laura? - Ela

o estou acusando. Só achei que... tal

, sinto um calor do meu rosto perc

servando-me com aquela calma clerical qu

a acusação

queimando meu rosto. - Mas achei

go o suficiente para me fazer querer d

nto a madre superiora. Pod

uela história me deixava desconfortável. E, ao mesmo tempo, eu sentia que havia traído algo dentro

go mergulhada em pequenos afazeres, tentando sufocar a ansiedade que me corroía por dentro. Não voltei a ver o Padre Andrei desde a missa

im da Adoração, uma das noviças se aprox

ê-la na sala dos encontros

co, e caminhei até lá com passos tensos, como se estivesse indo prestar contas de um crime que não comet

, e quando bati levemente,

e, irm

o. O ar ali dentro parecia mais pesado, es

e An

hábito preto formal de celebração, mas sim uma roupa clerical simples - que, de alguma forma, ainda parecia te

acáv

ação ac

e quem está profundamente envergonhada. Não era essa a minha intenção. Eu não quis acusá-lo. Mas ago

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O pecado favorito do padre
O pecado favorito do padre
“- Vamos jogar, Sfântă mea- minha voz saiu baixa, carregada de fome. - Sete pecados. Cada um, menos uma peça. Até você não ter mais nada entre mim e a sua verdade. Ela me olhou como se eu tivesse cuspido fogo. Como se as palavras queimassem. Mas não deu um passo para trás. - Isso é errado - sussurrou, com o corpo inteiro tenso. - Isso é confissão. É libertação. E você está pronta. Me abaixei aos pés dela como se fosse um servo, mas nós dois sabíamos quem tinha o controle. Meus dedos tocaram o cadarço do tênis dela com reverência. Ela não se mexeu. - Primeiro pecado.- Sussurrei. Ela engoliu em seco. Hesitou. Mas então, soltou num fio de voz: - Eu senti raiva do meu pai. Principalmente quando Isabel desapareceu. Senti uma raiva feia. Eu quis que ele calasse a boca. Pra sempre. Soltei um riso baixo, mas sem zombaria. Tirei um dos tênis com lentidão, depois o outro. - Primeiro. A raiva. Um começo excelente. Toquei os tornozelos dela, depois deslizei os dedos sob a barra das meias. Ela estremeceu. Tão sensível. Como se ninguém a tivesse tocado ali antes. - Segundo. - Eu fingi estar doente pra não ir a uma reunião beneficente. Eu queria ficar sozinha. Em paz. Longe das pessoas... ainda que precisasse estar lá para ajudar. Eu não me sentia caridosa nesse dia. Deslizei as meias com calma, dedo por dedo. Me ajoelhei ali, e meus olhos subiram pelas pernas nuas, agora expostas até as canelas. - Solidão. Egoísmo. - eu faço um Tsk infeliz e olho para ela, que está com as bochechas extremamente vermelhas. - Gosto mais de você a cada segundo. Ela corou ainda mais. Fechou os olhos. Mas não se afastou. Levantei e deslizei os dedos até o casaco pesado, passando pelas curvas dela com reverência. Me aproximei do seu ouvido. - Terceiro. - Eu... eu assistia séries à noite. Coisas violentas. Com assassinatos. Escondida, debaixo das cobertas. E... eu gostava. - Você é cheia de surpresas, Sfântă mea. - Eu sorri e tirei o casaco com lentidão, revelando a blusa de lã por baixo. Ela ficou imóvel, mas respirava mais rápido. Seu corpo era cheio, bonito, quente. Uma tentação que ela própria não percebia. Ela mordeu o lábio, e franziu as sobrancelhas ao perceber que eu ainda esperava para tirar a blusa que ela usava. - Ei... - ela murmurou. - A blusa conta como outra peça? São duas. O casaco... e essa. - Ela puxou o tecido, incerta. - Não é justo. Inclinei a cabeça, com um sorriso preguiçoso e cruel nos lábios. - As regras são sete pecados, sete peças. Você usou duas... vai pagar por duas. Não tente trapacear com o diabo, Sfântă mea. Ela apertou os lábios, indignada, e sua raiva me fez rir. Uma freira com fogo nos olhos. - Quarto - sussurrei. Ela hesitou. E depois: - Eu dancei. No meu quarto. Quase nua. Ao som de uma música que eu nem devia conhecer. Músicas que eu gostava muito. Dancei como se... como se ninguém me visse. A minha respiração ficou mais pesada. Só de imaginá-la, o meu pau ficou tão duro que doía. Levei as mãos até a blusa e a puxei lentamente, roçando os dedos no ventre dela, sentindo o calor da pele. Quando a blusa saiu pela cabeça, seu sutiã branco apareceu, cobrindo os seios fartos e macios. os mamilos duros evidentes pelo tecido do sutiã. Ela imediatamente tentou se cobrir, envergonhada com o próprio corpo. Mas eu segurei seus pulsos com firmeza. - Não - falei. - Você não esconde isso de mim. Você não esconde nada mais de mim. Ela estava vulnerável. Mas havia algo de hipnotizante naquela mulher; mesmo com vergonha, mesmo com culpa, ela seguia confessando. Ela estava só de sutiã e calça agora. Me olhou com os olhos enormes e brilhantes, como se estivesse em perigo e, ao mesmo tempo, implorando para cair. - Quinta peça - sussurrei, a voz rouca. Me aproximei, passando os dedos devagar pelo cós da calça dela. A respiração dela prendeu. Ela recuou um pouco, mas parou. Sabia que já estava dentro do jogo. E não havia como sair. - Eu... - a voz dela falhou. - houve um seminarista... quando eu era noviça, tinha acabado de entrar para abadia. Ele disse que eu era bonita. Eu sorri pra ele. Fiquei pensando nisso por dias. Me sentia suja por ter gostado. Minhas mãos deslizaram pelas laterais da calça, abrindo o botão com lentidão, como quem abre um presente. Ela tremeu. Quando abaixei o tecido pelas coxas senti imediatamente o cheiro da sua excitação. Eu quase perco o controle, curvando-a sobre a cama, e fodendo-a até que nós dois estivéssemos no limite.”
1 Capítulo 1 Minha fé2 Capítulo 2 Recém chegado3 Capítulo 3 Abadia4 Capítulo 4 O Vissitante5 Capítulo 5 Curiosidade6 Capítulo 6 Curiosidade7 Capítulo 7 Acusação8 Capítulo 8 Sinceridade9 Capítulo 9 Fora10 Capítulo 10 O sorvete