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O pecado favorito do padre

Capítulo 9 Fora

Palavras: 1317    |    Lançado em: 16/05/2025

da em seus olhos naquele instante. Algo frio e perturbador, como uma sombra

ostas. A madre me explicou a situação. A chave foi encontrada so

ave em si. Era o fato de que, mesmo sem provas, eu havia pensado

- murmurei, odiando o arrepio

não alcançou seus olhos. Não er

com aquela voz baixa e control

. A cidade de Santa Amália ainda estava longe, escondida p

eve antes de volta

migo. Algo que não é comum entre os membros dessa

a algo ali. Um leve toque de provo

respondi. - Eu tenho e

m motivo e

se prolongou antes

sado pesa um pouco.

te o rosto na min

endimento? - Sua testa se enruga, p

ambas,

embaçada pela chuva. Vi meu reflexo distorcido n

mecei, sem planejar. - Qu

o longo. Meus dedos se entrelaça

de mim. Livre. Cheia

que ele me olha de soslaio para não perder a rua de su

m viveu aqu

ei a c

as era um sorriso triste, que não chegou aos meus olhos. - Faz doi

não disse nada imediatamente. Apenas apertou um pouco m

fim, com uma voz mais baixa, qua

tristeza incandescente

e queimou atrás dos meus olhos, mas

as palavras antes de soltá-las. Depois, inclinou um pouco a

é não consegue preencher - disse, com suavidade.

l sem saber muito bem o que fazer com ele. Era um gesto de compaixão, claro. Algo que qualquer padre faria. E, no entanto

uma tensão entre nós - tênue, quase invisível - q

os em outro país, eu e ela...

le que me desarmava. Ele não soava como alguém tão puro quanto deveria. E sei que é errado pensar isso de um padre... mas, mesmo assim, não conseguia evitar. Seus olhos

m que você decidiu entra

ti de

única coisa certa a se fazer. Além do mais, foi algo que meu

ecidir minha vocação fosse, para ele, simplesmente patético. Ou talvez eu só estivesse interpretando demais. Mas o jeito como ele se ajeit

mim. - Quero dizer... é uma escolha grande demais para ser feita com base

momento, fiquei em dúvida se ele realmente estava debochando ou se só parecia assim po

ueza da pergunta. Ele mantinha os olhos firmes

m sinceridade após uma pausa.

ase imperceptível, contido - mas mesmo assim, pareceu satisfeito.

erguntava como aquele homem - frio, preciso, aparentemente cont

quena cidade de Santa Amália, em Minas Gerais. O céu continua

ósito de alimentos, uma construção simples, com telhado

os esperando - coment

o na minha saia, e descemos juntos. A calçada estava molhada, e o cheiro de terra úmida

, e então começamos a ajudar com as caixas. Não era exatamente parte das minhas funções, mas

erguntei, colocando uma caixa d

empilhando pac

recisarem de pintura, a Basílica é bela.

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O pecado favorito do padre
O pecado favorito do padre
“- Vamos jogar, Sfântă mea- minha voz saiu baixa, carregada de fome. - Sete pecados. Cada um, menos uma peça. Até você não ter mais nada entre mim e a sua verdade. Ela me olhou como se eu tivesse cuspido fogo. Como se as palavras queimassem. Mas não deu um passo para trás. - Isso é errado - sussurrou, com o corpo inteiro tenso. - Isso é confissão. É libertação. E você está pronta. Me abaixei aos pés dela como se fosse um servo, mas nós dois sabíamos quem tinha o controle. Meus dedos tocaram o cadarço do tênis dela com reverência. Ela não se mexeu. - Primeiro pecado.- Sussurrei. Ela engoliu em seco. Hesitou. Mas então, soltou num fio de voz: - Eu senti raiva do meu pai. Principalmente quando Isabel desapareceu. Senti uma raiva feia. Eu quis que ele calasse a boca. Pra sempre. Soltei um riso baixo, mas sem zombaria. Tirei um dos tênis com lentidão, depois o outro. - Primeiro. A raiva. Um começo excelente. Toquei os tornozelos dela, depois deslizei os dedos sob a barra das meias. Ela estremeceu. Tão sensível. Como se ninguém a tivesse tocado ali antes. - Segundo. - Eu fingi estar doente pra não ir a uma reunião beneficente. Eu queria ficar sozinha. Em paz. Longe das pessoas... ainda que precisasse estar lá para ajudar. Eu não me sentia caridosa nesse dia. Deslizei as meias com calma, dedo por dedo. Me ajoelhei ali, e meus olhos subiram pelas pernas nuas, agora expostas até as canelas. - Solidão. Egoísmo. - eu faço um Tsk infeliz e olho para ela, que está com as bochechas extremamente vermelhas. - Gosto mais de você a cada segundo. Ela corou ainda mais. Fechou os olhos. Mas não se afastou. Levantei e deslizei os dedos até o casaco pesado, passando pelas curvas dela com reverência. Me aproximei do seu ouvido. - Terceiro. - Eu... eu assistia séries à noite. Coisas violentas. Com assassinatos. Escondida, debaixo das cobertas. E... eu gostava. - Você é cheia de surpresas, Sfântă mea. - Eu sorri e tirei o casaco com lentidão, revelando a blusa de lã por baixo. Ela ficou imóvel, mas respirava mais rápido. Seu corpo era cheio, bonito, quente. Uma tentação que ela própria não percebia. Ela mordeu o lábio, e franziu as sobrancelhas ao perceber que eu ainda esperava para tirar a blusa que ela usava. - Ei... - ela murmurou. - A blusa conta como outra peça? São duas. O casaco... e essa. - Ela puxou o tecido, incerta. - Não é justo. Inclinei a cabeça, com um sorriso preguiçoso e cruel nos lábios. - As regras são sete pecados, sete peças. Você usou duas... vai pagar por duas. Não tente trapacear com o diabo, Sfântă mea. Ela apertou os lábios, indignada, e sua raiva me fez rir. Uma freira com fogo nos olhos. - Quarto - sussurrei. Ela hesitou. E depois: - Eu dancei. No meu quarto. Quase nua. Ao som de uma música que eu nem devia conhecer. Músicas que eu gostava muito. Dancei como se... como se ninguém me visse. A minha respiração ficou mais pesada. Só de imaginá-la, o meu pau ficou tão duro que doía. Levei as mãos até a blusa e a puxei lentamente, roçando os dedos no ventre dela, sentindo o calor da pele. Quando a blusa saiu pela cabeça, seu sutiã branco apareceu, cobrindo os seios fartos e macios. os mamilos duros evidentes pelo tecido do sutiã. Ela imediatamente tentou se cobrir, envergonhada com o próprio corpo. Mas eu segurei seus pulsos com firmeza. - Não - falei. - Você não esconde isso de mim. Você não esconde nada mais de mim. Ela estava vulnerável. Mas havia algo de hipnotizante naquela mulher; mesmo com vergonha, mesmo com culpa, ela seguia confessando. Ela estava só de sutiã e calça agora. Me olhou com os olhos enormes e brilhantes, como se estivesse em perigo e, ao mesmo tempo, implorando para cair. - Quinta peça - sussurrei, a voz rouca. Me aproximei, passando os dedos devagar pelo cós da calça dela. A respiração dela prendeu. Ela recuou um pouco, mas parou. Sabia que já estava dentro do jogo. E não havia como sair. - Eu... - a voz dela falhou. - houve um seminarista... quando eu era noviça, tinha acabado de entrar para abadia. Ele disse que eu era bonita. Eu sorri pra ele. Fiquei pensando nisso por dias. Me sentia suja por ter gostado. Minhas mãos deslizaram pelas laterais da calça, abrindo o botão com lentidão, como quem abre um presente. Ela tremeu. Quando abaixei o tecido pelas coxas senti imediatamente o cheiro da sua excitação. Eu quase perco o controle, curvando-a sobre a cama, e fodendo-a até que nós dois estivéssemos no limite.”
1 Capítulo 1 Minha fé2 Capítulo 2 Recém chegado3 Capítulo 3 Abadia4 Capítulo 4 O Vissitante5 Capítulo 5 Curiosidade6 Capítulo 6 Curiosidade7 Capítulo 7 Acusação8 Capítulo 8 Sinceridade9 Capítulo 9 Fora10 Capítulo 10 O sorvete