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Meu doce mostro

Capítulo 4 4

Palavras: 2799    |    Lançado em: 30/05/2025

AN

tre meus dedos, as letras douradas em negr

rk Sov

ociedade de homens controla o porto de Chicago, negociando de tudo, desde drogas a armas d

om alguns Benjamins a cada mês. E há rumores de que eles estão participando do próspero mercado imobiliário

mportar com esta parte da cidade, ou se isso prova que é apenas uma questão de tempo até que o

o ranger e bater. Estou nervosa desde que deixei a lanchonete abalada e confusa pra caralho. O tempo todo, eu olhava por cima

s Del Rossa

ada de bom. Nada que tenha o símbolo do Dark Sovereign é bom. Nada dado ou aceito das mãos do

hadas. Ainda estou usando meu uniforme, sem os sapatos pretos, sentada de pernas cruzadas na minha cama. Os lençó

não para de acelerar. É surreal pensar que o

ussurra palavras de pressentimento de que minha

que isso

er pior do

realmente t

o tenho nad

a. Depois que ela morreu, limpei os lençóis e os coloquei de

seiros para parecer um sofá extra durante o dia. Mas depois que ele saiu pela última vez, fui para o quarto com ela para poder ficar a

odrecendo lentamente por dentro enquanto suas veias bombeiam o veneno que criou um

as f

ir a mald

orelhas, expiro e pego o envel

na garganta quando entro a mão e retiro uma carta. Minh

a preta formando letras curs

da Le

a mutuamente benéfica. Uma que pode afastá-la das d

ão do Dark Sovereign pelo resto da sua vida. Essa segurança só pode ser proporcionada

deremos discutir longamente assim que você

ara você e aberta para discus

rime

us De

l queimasse minha palma, e calafr

e tipo de jogo e

o minha mente gira fora de controle, incapaz de formar um pensam

? Não. Alexius Del Rossa pode ter qualquer mulher que quiser, não há razão para eu pensar que ele quer meu

l do estômago. Prefiro morrer de fome do que dançar nua na frente do

ando há milhares de mulheres nesta cidade desesperadas e confiantes o suficiente para

exto da carta, é a única explicação que consigo pensar. E nesse

no verso da carta. Meu estômago se contrai e o sangue em minhas veias gela,

Si

go, minha mão tremendo enquanto seguro

á buscá-la

outro lado da linha. - Estou ligando para dizer que não estou i

oz do homem é severa e du

ue não estou interessada em trabalhar em um de

testa com a minha e

smo assim? -

lhadas, mesmo depois de eu respeitosamente ter recusado sua oferta n

, mas ouvi dizer que essas garotas ganham muito dinheiro. Em uma noite, elas ganham três vezes mais dinheiro do que eu em uma semana trabalhando na lanchonete. Mas só o pensamento acumula gelo na minha esp

hado de vinho barato e com sangue seco ainda manchado no braço. Meu sangue. Foi a última vez que minha mãe colocou a mão em mim, me dando um soco na cara, porque naquela noite cheguei em casa de mãos vazias, pois perdi o ônibus para ir ao ponto de troca de costume. Naquela noit

escolha, e ela me estripava do

de enterrar com ela, mas que ainda me assomb

a vida miserável, perdi a conta dos avisos de 'aluguel vencido' sendo aparafusados na porta da fren

crescendo com a esperança de ter uma vida melhor apena

encial. Não posso deixar de me perguntar se foi esse lugar que me impediu de s

es me lembra como meu pai talhava a madeira

barbante queimado despertam lembranças de um

sanitário e uma pia quebrada e só penso nas noites que passei trancadas lá

ez sobreviver não deva mais ser meu objetivo de curto e longo prazo. Talvez deixar este apartamento e todas as suas memórias f

de sair e seguir em frente. A essa altura, minha determinação de partir já estar

isa que uma garota como eu precisa é se envolver com uma sociedade conhecida por ar

culhando os armários que estão vazios, excet

ado. Eu tinha cinco anos quando comi cru pela primeira vez. Meus pais estavam desmaiados de bêbados e não havia mais nada para comer além deste pacote de macarrão instantâneo. Com muito medo de usar uma panel

ulo um pedaço de macarrão antes de me

lex

o para mim mesma, meu cor

de discutir

ede ao lado da porta. - Eu disse à pessoa que

ma porta entre nós, ainda posso ouvir

nta. - Então não tem

garantir

o de coragem, - não tenho interesse em trab

ra a porta ou pedirei

você está - Vou c

ente sair por aí arromba

Do

. - Claro que você pode.

Tr

rir lentamente a porta, espiando pela borda enquanto meu c

lhos azuis exigindo minha atenção. - Deix

o não é exatamen

imo desta manhã no restaurante, e então sou empurrada para trás com f

s impressionantes olhos azuis que brilham contra a gola branca de sua camisa social. Eles são quase luminescen

ajuda, e me levanto novamente antes de correr para o outro lado

e você

Fa

que não esto

arruinado. Depois de arrastar a ponta do dedo pela mesa da cozinha, ele olha para o dedo como se estivesse coberto de sujeira antes de puxar um lenço branco e enxugá-lo. Se ele fosse qu

as sobrancelhas escuras. - Você está

distância entre nós. - Você veio aqui para discutir s

usar uma oferta quan

sei o qu

. - E o q

em que esto

besteira e ir direto ao ponto. - A confiança escorre de seus lábios a cada palavra que ele fala, e sua presença desliza pela minha fren

nho vontade de trabalh

do. - Você deveria aprender a ouvir ant

endo tão rápido, tão forte que tenho certeza que

mais nada que você e eu consi

s iluminando minha pele enquanto ele estuda cada

. - E o q

ua

u o

ntes de voltar seu olhar

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Meu doce mostro
Meu doce mostro
“Eu era apenas uma sombra à margem do mundo. Sozinha, invisível, esquecida. Até o momento em que ele cruzou a porta da lanchonete... e o silêncio foi substituído por temor. Sussurros pronunciaram seu nome. Seus olhos encontraram os meus. E, com um passo, ele me encurralou. Com um gesto, me entregou um envelope. Com uma oferta, selou meu destino. Era simples. Eu não tinha nada. Nenhum lar. Nenhum laço. Nenhuma chance. E foi exatamente por isso que ele me escolheu. Nunca o conheci. Nunca o vi. Mas o nome dele sempre foi um sussurro de medo nos cantos mais escuros da cidade: Alexius Del Rossa. Herdeiro de um império subterrâneo, forjado na sombra e no sangue, ele carrega a reputação de ser ainda mais impiedoso que o próprio pai - o Soberano das Trevas. Dizem que sua presença rouba o ar de qualquer ambiente. Que seus olhos veem através da alma. Que sua frieza não perdoa. Agora, pertenço à escuridão. E não sei se um dia poderei escapar dela - ou se, no fundo, já desejei ser engolida por ela desde o início.”
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