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O Canto da Sereia e o Coração do Lycan

O Canto da Sereia e o Coração do Lycan

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Capítulo 1 Cap.1

Palavras: 1244    |    Lançado em: 10/06/2025

ess

r com aquele sanguinário e selvagem tritão Maik, não importa o que

us pais e minhas irmãs estão dormindo em seus devidos quartos e gostaria de poder me despedir deles, p

ndo sem ter coragem de olhar para trás. O único lugar em que estarei

im, nenhum tritão ou sereia poderá me localizar. Com isso em mente, eu continuo nadando

onge. O sol está nascendo e a neblina está espessa. Olh

à procura de territórios e brigam por qualquer coisa. Não é tão diferente de nós aquáticos na minha visão

descoberta, o terras-firmes que a encontrar irá me prender a ele e serei obrigada a realizar seus desejos. Não poderei voltar a ser sereia até que ele me devolva ou que eu a encontre. Em todas

scamas ficarem eriçadas. Mesmo que isso aconteça, prefiro arriscar ser

r, noto uma gruta escondida por entre as rochas. O melhor local para esconder minh

uncione..." d

e me foi ensinado. Sinto en

cauda, algo que nunca senti antes. Minhas escamas que sempre foram em tons de azuis agora estão escurecendo e começam a se desprenderem

u entendimento. Algo mais importante muda, além da minha cauda. O meu equilíbrio. Sempre me senti parte da água, flutuando, boiando, nadan

sa. É o vazio que sinto. Minha conexão primal com o mar está vazia,

azulado, pulsante e brilhoso. Pego a minha cauda e sinto a vibração da água e também da minha cone

cauda como se fosse uma alga salgada e a

uma voz surge atrás d

ia e sinto meu coração acelerar. É um terra-fi

s para trás, seus olhos azuis são parecidos com

ajuda?" o macho pergunta, na

ás. Ele nota a minha reaç

ritos e pensei que alguém tive

to para o meu corpo. Seu olhar de cora

está nua!" ele

a nova anatomia. Meu corpo de sereia possuía escamas e guelras nas la

ida," digo

a um som pela boca que não cons

ta e conseguir algumas roupas

ra fora da gruta. Me controlo para não olhar para

acas e fico com falta de ar muito rápido e o gosto do oc

a expressão que já vi nos machos tritões. Esse meu novo corpo deve ser muito desejável e isso me a

volta para perto de mim, ele estende

! Está limpa," el

Pego a roupa que ele me ofereceu e tento vesti-la

sa a peça por minha cabeça e depois pelos meus braços. "Pronto, essa camisa é mi

bem, n

da e percebo que ach

seu corpo, a parte de cima é interessante de olhar porque ele tem uma gravura em seu pescoço que desce até o seu ombro

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O Canto da Sereia e o Coração do Lycan
O Canto da Sereia e o Coração do Lycan
“"Você quer quê eu faça o quê?" eu indago incrédula. Ele abre um sorriso de canto e seus olhos lupinos lançam sobre mim um olhar lascivo. "Se apaixone por mim e eu te liberto, peixinho" ele repete a condição como se fosse uma melodia suave. Nego com a cabeça sem acreditar que é esse o desejo que ele me fez. "É impossível. Nós sereias não nos apaixonamos por terras-firmes como você. É impossível." Respondo com nervosismo na voz. "Deseje outra coisa." Ele cruza os braços na frente do corpo e sua expressão sugere humor. "Se apaixone por mim ou então trabalhe para mim. Cante em meu bar todas as músicas já criadas por nós, como você nos chamou? Terra-firmes? E quando você cantar a última música criada, eu lhe entrego sua cauda de sereia de volta." Todos na costa sul conhecem o alfa Romeu, o lycan sedutor, poderoso e amaldiçoado. Um segredo vive nas sombras de seus olhos azulados. Todos... menos Vanessa. Ela é uma sereia de 118 anos, recém-fugitiva de um casamento arranjado com um tritão dominador. Trocar o oceano pelo mundo humano parecia liberdade, até que ela perdeu sua cauda. E Romeu a encontrou. Agora, Vanessa está presa. Não por correntes, mas por um acordo. Sem a cauda, sem poder, e cercada por alcateias famintas pelo que ela representa: uma criatura mágica, rara e cobiçada. Com Romeu ditando as regras do jogo, Vanessa terá que escolher: entregar o coração... ou a voz. Mas nenhuma sereia ama um predador. Certo?”