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O Canto da Sereia e o Coração do Lycan

Capítulo 4 Cap. 4

Palavras: 1260    |    Lançado em: 10/06/2025

ess

a do bar. É um local bagunçado e com cheir

e faz sobressaltar de susto. Viro para encará-lo e

de você ter dito aquilo

solta uma risada curta e

nto, Vanessa." Romeu responde com acidez

consigo sentir o calor que emana do seu corpo. Sinto ele respirar fundo bem perto do meu pescoço, isso me c

u de qualquer outra espécie que já conhe

com incredulidade. Meu corpo inteiro grita que fuja, mas meu

Ele não espera de fato uma resposta, é mais uma confirmação do que uma pergu

meu se afasta e se apoia na beirada da sua mesa, sentando e es

iceiros, fomos para os humanos." Romeu declara, sua voz está mais suave, tranquila. "As histórias se mesclam com a verdad

o. Ele havia comentad

se iluminam de repente. Ele se inclina levemente para frente. "Mas eu sempre consigo o que eu qu

a cauda, ele pegou minha cauda! A sensação de algo ser arrancado

. É uma expressão perversa, cruel. Ele não me ajudou porque era um ser humano a

r de mim?" ques

quem sabe exatamente o peso das palavras que e

esforço, respirar parece errado. Eu fico encarando ele, sem entender. A p

É como se minhas sinapses estivessem dançando em círculos sem tocar o chão. Meus pensamentos se embaralham como

faço o quê?" eu

fazendo. Como se tivesse colocado a isca no anzol e agora só assistisse a presa se deb

to, peixinho" ele repete a condiçã

am, minha mandíbula trava, meus olhos queimam com a força da revolta. Não pode s

por terra-firmes como você. É impossível." Resp

ele vai recuar. Mas não. Ele cruza os braços

chamou?" ele arqueia uma sobrancelha com cinismo, fazendo questão de repetir, como se fosse uma piada interna entre nó

murrar as paredes, de arrancar o chão com as unhas. Uma fúria incandescente toma conta de mim, subindo como uma onda brutal que a

pelas palavras doces de um lobo vestido de homem. Como fui cair nesse feitiço barato de gentileza disfarçad

ele se move, como fala, como me olha. Como pude permitir que esse macho, esse ser de olhos

volta. Você não pode me prende

bonita e bem esculpida. Só que não consigo. Algo me repele... a minha maldita cau

ta uma piscadela para mim. "E eu posso te soltar no momento em que você

u repito minha re

rir ainda mais para m

tudo bem?" Romeu declara com humor. "Por hoje, você está

omeu pare no ar, a centímetros da minha pele. Ele abre a boca para dizer algo, mas parece se arrepender no caminho e logo a fecha.

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O Canto da Sereia e o Coração do Lycan
O Canto da Sereia e o Coração do Lycan
“"Você quer quê eu faça o quê?" eu indago incrédula. Ele abre um sorriso de canto e seus olhos lupinos lançam sobre mim um olhar lascivo. "Se apaixone por mim e eu te liberto, peixinho" ele repete a condição como se fosse uma melodia suave. Nego com a cabeça sem acreditar que é esse o desejo que ele me fez. "É impossível. Nós sereias não nos apaixonamos por terras-firmes como você. É impossível." Respondo com nervosismo na voz. "Deseje outra coisa." Ele cruza os braços na frente do corpo e sua expressão sugere humor. "Se apaixone por mim ou então trabalhe para mim. Cante em meu bar todas as músicas já criadas por nós, como você nos chamou? Terra-firmes? E quando você cantar a última música criada, eu lhe entrego sua cauda de sereia de volta." Todos na costa sul conhecem o alfa Romeu, o lycan sedutor, poderoso e amaldiçoado. Um segredo vive nas sombras de seus olhos azulados. Todos... menos Vanessa. Ela é uma sereia de 118 anos, recém-fugitiva de um casamento arranjado com um tritão dominador. Trocar o oceano pelo mundo humano parecia liberdade, até que ela perdeu sua cauda. E Romeu a encontrou. Agora, Vanessa está presa. Não por correntes, mas por um acordo. Sem a cauda, sem poder, e cercada por alcateias famintas pelo que ela representa: uma criatura mágica, rara e cobiçada. Com Romeu ditando as regras do jogo, Vanessa terá que escolher: entregar o coração... ou a voz. Mas nenhuma sereia ama um predador. Certo?”