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Jogando para o CEO

Capítulo 5 5

Palavras: 1364    |    Lançado em: 10/06/2025

isso há anos. Minhas mãos se enroscaram na camisa dele, seus dedos exp

ícia. Ele me ergueu com facilidade, levando-me por um corredor a

de pé ao l

rou, puxando lentamente

le até se acumular aos meus pés. Eu t

empre. Havia algo reverente em seu tom, como se est

rva que descobria como se fosse um tesouro. Eu também o toquei, explo

tou na cama,

le

ica

ia era uma

jo, uma

Não havia pressa. Apenas necessidade, desejo e um tipo de cone

me fez sua, o fez ol

tou seu

giu sub

a com seu toqu

, profunda, carregada daqu

e já não pudéssemos fingir o que

enquanto respirávamos entre

o no mesmo ritmo, e a suspeita silencios

uave me ati

bress

nelas. Estava na cama, nua sob os lençóis bagunçados. Ao meu lado... ninguém. M

évoa do sonho, do desejo, do calor que

cê não pode fi

r como uma lâmina. Fr

m uma camisa branca impecável, o primeiro botão ab

u a entender. Olhe

o que você

rabalho. E eu não quero ver se

ía com o eco de sua proximidade, mas suas pala

andr

com um olhar gélido. -

m seco,

a ver com o que aco

mente, como um predador can

ulso. Um favor que você me fez com aquela maldita foto. - Seu sorriso foi m

a dele era como um choque elé

que signifi

- Riu sem humor. - Foi você quem cruzou a linha, Iskra. Você mando

iam vir, mas as

o pedi por isso. Não busquei isso! - disparei

. Não se confunda, Iskra. Eu não sou um herói. Não sou um homem gent

ra vulnerabilidade. Me vesti com os restos de dignidade que ainda

. Não se desculp

tos e peguei minha bo

é um mi

ão se preocupe. Nós dois ficamos com algo: você com seu

ás, mas sua sombra me

i trab

inha, mas a dor era de dois. O vestido de gala ainda estava amarrotado aos meus pés,

us olhos úmidos, mas mesmo assim disquei o único núme

u Lucía, com vo

i em

favor...

, um suspiro e o

utos. Chego de pij

coque mal feito e uma garrafa d

eio-dia se partiram seu coraçã

ar desde ontem à noite - respo

om atenção, com aquela mistura de ternura e

acontece

mi co

mandíbula talha

se m

ao meu lado e serviu duas taças. M

longo antes

disse coisas que... me fizeram sentir como se

iu os lábio

sta m

jeto esquecido. Disse que não queria me ver mais na cama

icou pa

ue merd

cionária dele. Que eu colocasse isso na cabeça. E que, se me senti

te - soltou, batendo a taça na mesa s

... desprezo. Como se ele me o

gurou mi

ão sabe como lidar com o que sente. E voc

ue isso

r mulher. Você não se desmonta por

eu me d

me a

pé. Com batom vermelho, vestido impec

o. Não posso vê-lo. Não sei s

e se arrepender de ter te subestima

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Jogando para o CEO
Jogando para o CEO
“Ele é o chefe dela. Frio, arrogante, irresistível. Ela, sua funcionária. Orgulhosa, desafiadora, com uma língua afiada que não se dobra diante de nada... nem mesmo diante dele. Uma noite. Um erro. Um desejo incontrolável. Iskra pensou que podia lidar com isso. Que uma noite em seus braços não mudaria tudo. Mas ela estava errada. Ele a quer submissa, perto, ao seu alcance... mas fora do seu coração. Ela jurou nunca mais se apaixonar, mas cada encontro a consome, a machuca, a acende. O que começou como uma vingança disfarçada de desejo, torna-se um jogo perverso onde as regras mudam a cada passo. E nesse jogo de poder, sexo e orgulho... nenhum dos dois está disposto a perder. Até onde se pode chegar quando o desejo é mais forte que a razão?”
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