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Vendida para o Dono do Complexo

Vendida para o Dono do Complexo

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Capítulo 1 Dívida de Sangue

Palavras: 1079    |    Lançado em: 20/06/2025

u

o que cobria as ruas quando alguém ia morrer. As luzes brilhantes dos postes mal conseguiam romper a escuridão opressora, projetando sombras alongadas e distorcidas que dançavam ao ritmo de um vento lúgubre. O cheiro ac

rmalmente tão barulhentos, jaziam quietos, seus latidos silenciados pelo instinto de autopreservação. O Complexo inteiro parecia prender a respiração, ciente de que cada segundo que passava era um passo mais perto da tempestade que se anunciava. Eu, no entanto, não sentia medo. Apenas a familiar sensação de torpor que

tava que a morte tinha vindo cobr

da parede. A voz dela tremia. Eu nunca tinha escutado minha mãe tremer. Nem mesmo quando o marido dela sumiu co

, os olhos dela não

foi? - p

o resp

bolsa no chão como se ela pesasse uma tone

uma beste

mago se

ipo de

pedi ajud

gu

peito como um soco

dizia em voz alta no Complexo. O D

dos em silêncio. O tipo de homem que podia arrancar sua língua por olhar to

brincando

ana. Ele... ele emprestou

e? A gente já passou fome antes! M

s. A culpa explodi

ela disse. - Eu j

ra. A dívida era grande demais

carne. Em alma.

depois, vier

o, como se eu tivesse escolha. Minha mãe chorava em silêncio no corredor, encol

rt jeans, regata preta e chinelo

s luzes das casas iam sumindo. E então, o portão. Duplo, de ferro, al

ro alto, câmeras em todo canto, fachada branca imaculad

denou um d

a

ampla, com móveis caros demais pro cheiro de pólvora e suor qu

el T

mangas dobradas nos antebraços. Olhos qu

uísque como se eu não estivesse ali. Como se fos

disse, sem lev

obed

iva. Medo disfar

ossos olhos se encontraram, eu s

repetiu, m

sen

E ele... apenas me observava. Como quem analisa uma p

ome é L

com a

heiro que ela não tem. E diferent

imou. Os passos lentos. As mãos no

ai pagar

rei os

Co

e se curvou, como qu

obed

por dentro eu gritava.

ermissão. Não sai sem autorização.

perto que eu senti o hál

tend

eira vez, senti as corre

ido - su

e afa

- disse com u

te, ele nã

chão, sem janelas. As paredes nuas pareciam gritar. E mesm

propriedade do D

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Vendida para o Dono do Complexo
Vendida para o Dono do Complexo
“Luana cresceu entre as grades invisíveis da pobreza e da violência, tentando manter-se intacta num mundo que queria corrompê-la. Mas quando sua mãe contrai uma dívida impagável com o homem mais temido do Complexo do Arco, Luana é entregue como pagamento. Miguel Torres, conhecido como o Dono do Complexo, governa com punho de ferro. Respeitado por uns, temido por todos, ele não perdoa, não esquece e não cede. Para ele, tudo se resume a uma regra: quem entra em seu domínio, obedece. E agora Luana pertence a ele. O que começa como punição, rapidamente se transforma em um jogo perigoso de domínio e submissão, onde cada ordem dada por Miguel a obriga a se dobrar - e cada desafio feito por Luana acende nele a necessidade de dobrá-la. Presos em um vínculo tóxico e viciante, os dois descobrem que o controle pode ser exercido com palavras sussurradas no escuro, olhares que queimam mais do que açoites, e limites que são testados noite após noite. Luana tenta resistir, mas Miguel não quer apenas seu corpo: ele quer sua entrega completa, mente, alma e coração. Entre algemas emocionais, castigos que marcam e beijos que ferem, Luana se vê em um labirinto de prazer e dor, onde só existem duas opções: ceder... ou quebrar. No Complexo, amor é fraqueza. E Miguel está decidido a mostrar que, às vezes, se render é a forma mais cruel de sobreviver.”