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Digitais que Queimam

Capítulo 2 Um dia de merda

Palavras: 1166    |    Lançado em: 12/08/2021

ta como você bate, e sim o quanto aguenta apanhar e conti

cky

frescurento, ou que tivesse nojo de alguma coisa, apenas porq

eza com seu famoso esfregão, baldes, luvas amarelas e esponjas. Parada ali em frente ao banheiro do bloco C, o primeiro do prédio que ela era encar

nem reparou quando as lagrimas começaram a cair enquanto dava descarga em cada privada, uma de

chichavam quando ela passava, e ate teve uma vez que, depois que trocou de roupa e estava indo embora, sem o uniforme de faxineira, um

ias das escolhas de outras pessoas, vivendo e trabalhando pra sustentar outros. E como era difícil conviver com ela mesma! Sua cabeça

, pelas olheiras profundas de dormir as 3 da manha e acordar as 6, o cansaço e a fraqueza mental, financeiramente estava tudo b

ndo seu celular apitou mostrando que faltavam dez mi

iu até o vestiário dos empregados, guardando o carrinho , desabotoando os primeiros botões do macacão e a

ma comida quente e uma cama naquele momento. Mas lavou o rosto tentando disp

entendia de onde saia todas aquelas lagrimas, ou tanta dor em seu coração. Tinha 21 anos e se sentia cansada, cansada da vida cansada de tudo. Isso era normal? Sentir tudo isso nessa idade era normal? Querer desistir de tudo nessa idade era normal? As pessoas olhavam de fora

.bem... vivia bem sem saber de tudo, ela não queria traumatizar a irmã ou faze-la ter a vida que ele tinha... Ele desabava com Beatriz, mas a amiga dizia as

onde ela arranjaria tempo pra "viver a vida" como ela tanto falava? Quando não est

r requintado onde trabalhava. Pelo menos ter uma aparênci

urecer. Se escorou na parede. "Era só o que faltava eu passar mal agora" pensou consigo mesma sentindo a barriga

isso. - Pedro, um garçom do lu

to

indo ate o banheiro dos funcionários. Se sentou da privada esperando a tontura passar, e então ouviu a porta ser aberta e trancada logo

saboreando o gosto do pão com presunto e queijo, suspirando

astigando - Sabia... aqui, vai engasgar - disse colocando o suco

posso. - disse abrindo os olhos e enco

e, ta em cima da pia, junto com uma banana. Come depois que terminar, ajuda nos m

ele a olhou

contar com a sorte

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Digitais que Queimam
Digitais que Queimam
“"Suas digitais ainda queimam em minha pele" Luiza tinha tudo para desistir. Mas reuniu toda a força que ainda tinha pra lutar. Com a mãe com câncer em tratamento, um irmã problemática e uma casa pra manter, ela não vê outra escolha a não ser se desdobrar em dois empregos: faxineira de uma universidade durante o dia e garçonete durante a noite. Thiago teve todas as regalias que poderia ter. É dono de uma universidade, rico e bem sucedido. Mas vê seu mundo mudar em uma noite quando vai com seus amigos a um bar, e pressionado e desafiado por eles, da um beijo na garçonete e entrega um número de telefone errado. Mas um acidente em seu escritório alguns dias depois leva uma faxineira a ir ao seu encontro. O que ele não esperava era que essa faxineira era a garçonete que ele beijou no bar. Mundos opostos que se cruzam numa explosão de sentimentos e obstáculos que vão surgindo. Será que eles terão forças pra enfrentar tudo por amor?”