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Cinzas Sussurrantes

Capítulo 4 O Guardião do Fogo

Palavras: 1052    |    Lançado em: 18/06/2025

ncio d

, negras como a noite sem lua, exalavam uma tristeza inominável. As colunas esculpidas tinham formas humanoides, disform

caía sobre seu corpo magro como uma segunda pele. As sandálias eram de couro endurecido, desconfortáveis, e seus pés descalços senti

idade. Falar significaria explicar. Explicar significaria me

o mais profundo, como se as cinzas falassem uma língua sem palavras. Na aldeia, sua mãe lhe dissera certa vez que as ci

a olhar para cima quando sentiu a mudança n

o ela

de alto escalão. Seus cabelos escuros caíam sobre os ombros, e seu rosto - grave, anguloso - parecia esculpido pelo vento e pelas cinza

ndeu a r

ão devia falar. Não devia se desta

ixa, mas poderosa. Como se ele estivesse

cabeça. Ela gesticulou lev

ecia curioso, não incrédulo. Como se estiv

era sua ú

estava apenas observando. Asha sentiu que estava sendo avaliada

minhou até a urna mais alta do altar, coloc

. Apenas um brilho fraco, como bras

sse ele, sem se virar, "muitas ve

foi

vesse parado de bater até que seus

Sob a

, Asha não co

a cobri-la. Mas o frio que sentia não vinha das pedras: vinh

e seus olhos. Ela não fizera nada para impressioná-lo.

ele

ntava. Como era estar perto de alguém assim todos os dias? Ele fazia part

folhas secas, uma tigela e uma vela preta. O ritual era simples: acender a vel

o que era a Memória

voz suave dentro de si. Não palavras, mas

u as portas dupla

. De

flutuando à sua frente. Ele não o segurava nas mãos. Est

atamente. Mas ela sentiu que

de n

cendeu a vela como lhe fora d

z respostas melhores do q

Então seu

iões não permitem escravos

ndeu. Prendeu

têm medo de

seus olhares se encontraram. Ele não a repreendeu. Ele não a puniu. Apenas

omo se uma mão invisível acariciasse

a tocou, mas um rastro de

mo que negue. E o fogo, ced

areceu pela passagem lateral, de

de joelhos

ueima S

oite, Ash

zas. Que cada passo a afundava mais. Que uma voz a ch

bre-

corpo. Marcas de fuligem nas mãos. E ela n

o começo. Que algo a conectava a este homem, algo além da obediência. Um v

Eu sabia. Eu sent

não pode ser vi

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Cinzas Sussurrantes
Cinzas Sussurrantes
“Em um império onde o fogo é lei e as cinzas guardam segredos proibidos, Asha, uma jovem que finge ser muda, é oferecida como tributo para servir no templo sagrado dos Ezen. Dotada da estranha habilidade de ler as memórias escondidas nas cinzas, ela descobre que seu poder vai além do que é permitido: ela pode reviver fragmentos esquecidos do passado, mesmo aqueles enterrados em guerras não registradas. Sob o olhar atento de Kael, um guerreiro que esconde seus próprios demônios, Asha começa a desvendar a verdade sobre sua linhagem e o destino sombrio que a aguarda. À medida que a tensão e a atração crescem entre eles, o império é abalado por conspirações e rebeliões latentes. Mas o fogo que arde dentro de Asha pode ser tanto sua salvação quanto sua ruína. Um julgamento ritual, uma aliança inesperada e uma fuga desesperada marcam o início de uma aventura que desafia as regras do poder e revela que, nas cinzas, tudo pode renascer... ou morrer para sempre.”
1 Capítulo 1 A oferta de cinzas2 Capítulo 2 Ferro e cinzas3 Capítulo 3 A linguagem daqueles que queimam4 Capítulo 4 O Guardião do Fogo5 Capítulo 5 As cinzas que lembram6 Capítulo 6 Vozes nas Cinzas7 Capítulo 7 O fogo antigo8 Capítulo 8 O Salão das Urnas9 Capítulo 9 A urna selada10 Capítulo 10 O peso das memórias11 Capítulo 11 A Máscara do Silêncio12 Capítulo 12 A linguagem das cinzas13 Capítulo 13 O sussurro e o osso14 Capítulo 14 O fogo que não obedece15 Capítulo 15 O Julgamento da Fumaça16 Capítulo 16 Memória emprestada17 Capítulo 17 Cinzas do Silêncio18 Capítulo 18 Nomes Esquecidos19 Capítulo 19 A Marca que Desperta20 Capítulo 20 O assistente silencioso21 Capítulo 21 Cinzas que lembram22 Capítulo 22 Línguas de fogo23 Capítulo 23 O que arde nos sonhos