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Sofia: O Recomeço Implacável

Capítulo 2 

Palavras: 721    |    Lançado em: 19/06/2025

do discurso de honra com u

! Eu? Mas a Sofia

um braço pelo

ilhante, Bia. Nã

s fixos nela com uma ador

crível

Na vida passada, teria acreditado na falsa humi

penas a teia

e Miguel vieram te

scurso," começou Tiago, o tom

ficou tão surpreendida quanto

o acaso na vida anterior, de como Beatriz se

i, a voz monocórdica. "A Beatr

ram aliviad

o chegou. Exatamente

Tejo. Flores. Velas. Um cen

sos, preparavam-se pa

omeçou Tia

tou. Uma mensagem no grup

rebentado. A casa

cisa de nós!" exclamou M

esitou. "Te

io das flores e das velas

como da ú

esperei. Chorei.

levantei-me

m deixado para trás. Eram bonitos, m

r de lixo mais próximo e

caixas de joalharia,

i par

eros de Tiago,

pequen

ti. Costa Alentejana

icar os meus planos, para me af

idão. Eram os meus

da minha vida passada, ca

. A nova Sofia era as

da e com uma nova resolução nos olhos, e

os rostos deles

Tiago agarrou-me os braços

s vezes! Pensámos que te tin

tração de preocupação ter-me-

senti ape

e do toqu

jar. Precisav

i na praia da Caparica.

não perdeu a oportun

a água, a convers

"o Tiago e o Miguel estavam tão preocupad

rincou nos meus l

çou, ou fingiu tropeçar,

corrente est

mais forte atingiu-me, des

que estavam pert

m para

-me compl

um momento, o pânico da vid

ava a cena, nadou rapidamente na

a situação quando já estava em terra fir

uma vez, direcionada a Beatriz, que se

e com eles na minha vida anterior,

a Tiago, "mas a Bia parec

ra Miguel, "ela

a uma predadora di

as os observei com um olhar gel

tou se eu estava

ados" de Tiago e Miguel estava a rach

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Sofia: O Recomeço Implacável
Sofia: O Recomeço Implacável
“Quando a notificação dos resultados dos Exames Nacionais se iluminou no meu telemóvel, o meu coração parou. Não por nervosismo, mas pela avalanche de memórias da minha vida passada que me invadiram em flashes dolorosos: Tiago, Miguel, Beatriz. Traições. Sofrimento. Morte. Este tinha sido o dia exato em que tudo começou a ruir. Cada detalhe da minha vida passada desfilou perante os meus olhos: o discurso de honra roubado, o meu design de joias plagiado, as vezes incontáveis em que Tiago e Miguel me usaram - ou me abandonaram no meio do perigo - para proteger e agradar a sua "melhor amiga" , a víbora Beatriz. Lembrei-me dos telefonemas ignorados enquanto eu era agredida na rua, do abandono na piscina, da humilhação constante. A sua voz sibilante ainda ecoava na minha mente, enquanto eu chorava sobre o caixão de Miguel: "Sabes, Sofia... eles nunca te amaram. Eram meus, Sofia. Sempre foram. Eu orquestrei tudo." Eles viam-me como um mero "meio para um fim" , um "mal necessário" . A farsa era insuportável, um veneno que me queimava por dentro. Como pude ser tão cegamente ingénua a esta teia de mentiras, enganos e manipulações? Eu, a tola que acreditava na pureza da amizade e no amor verdadeiro, era apenas uma ferramenta descartável no seu jogo cruel. Mas a dor excruciante e o vazio gelado no meu peito trouxeram uma clareza cortante e uma determinação inabalável. Chega. Não desta vez. Não. Desta vez, o destino era irrevogavelmente meu. Eu renascera, e com esta nova vida, não haveria Coimbra, nem haveria lugar para eles. O meu sonho de ser estilista no Porto seria a minha libertação, o meu refúgio. E a vingança, uma consequência inevitável, fria e calculada, seria servida. Eles estavam prestes a perceber, da forma mais dura, o que é colher o que se semeia.”