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A Chef Esquecida: Agora, Ela Brilha

Capítulo 4 

Palavras: 721    |    Lançado em: 19/06/2025

r a última mala quan

Lo

stida, um sorriso

de partida. Vim des

?" Sofia estava cansa

rim, claro. E por cuidares do

, a voz a baixar

é quando está doente. P

tiu o san

teu, Lorena.

Marcos entrou

álido, mas já com a sua po

amor! O que

ignorando Sofia

vas, querido. E tr

-se ao braço d

s, observava a cena com um

ofia..." com

s olhou para ela como se só agora

mesmo

espirou

Marcos

casamento?" Ele parec

l a sua capacida

o te preocupes com isso agora,

m olhar vito

levar por Lorena,

ir, virou-s

s sobre os preparativos.

não re

bservou-

ceite. Ele nun

estava no táxi a caminho do aeroporto,

ixar a receita daquele assado de domingo que a minha

sual, como se na

ade de rir. Um riso h

não tinha

banco ao lado dela (ele deixara-o no apartamento na p

. Sofia nã

il. Momentos depois, uma not

as a curiosidade

para

rena, melos

e. Podes pedir-lhe a receita do assado? E já agora, diz-lhe para deixar as chaves do

mensagem, o est

A receita dela

aprichos de Lorena e

arcos tocou novamente. Desta

m impulso

e?" Uma voz ma

tender agora,"

olta. Aquele negócio que a Lorena o convenceu a fazer...

em de

rena não era apenas inter

s, o se

u próprio telemóvel

deu, a v

la por causa de um mal-entendido num negócio. Podes ir ter com ela ao Leilão de Vinhos da Vinícola Imperi

do emocional par

n

perigosamente calma. "Estou n

ntrada do terraço. Veste um vestido vermelho. Obr

desl

u ao taxis

ola Imperial. Um evento de

raço tinha uma vista deslum

ou a formar-se

Mas ela estava far

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A Chef Esquecida: Agora, Ela Brilha
A Chef Esquecida: Agora, Ela Brilha
“Eu, Sofia, a chef que transformou o restaurante de Marcos num sucesso, dei-lhe tudo: talento, amor, e anos da minha vida. Mas acordei num hospital, a cabeça a latejar, para ouvir a voz dele, do homem que eu amava, a planear roubar-me um rim para a sua amante, Lorena. Cada palavra era uma facada: a década de enganos, o aborto forçado, a exploração do meu trabalho, a sedução, o plano para me despojar de tudo. Ele mentiu descaradamente sobre uma "complicação gástrica", e depois, com uma arrogância inacreditável, propôs-me casamento, só para me abandonar de imediato pela Lorena, a sua prioridade. Nem o meu sangue, que o salvou de um acidente, o despertou. Ele continuava a ver-me como um objeto descartável, pedindo as minhas receitas e as chaves do meu carro para a amante, enquanto eu as ouvia planear a minha humilhação final e a sua própria fortuna. A dor física era um mero eco da traição que me destruía por dentro. A humilhação era esmagadora. Mas a Sofia ingénua, a vítima que eu fora, estava morta. Com uma raiva fria e uma determinação gelada, peguei no telemóvel. "Tiago Albuquerque? Preciso de uma proposta. Em Lisboa. Quero sair daqui." Do outro lado da linha, a sua voz calma prometeu: "Uma nova vida."”