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Do Ódio ao Altar: Uma Vingança Inesperada

Capítulo 2 

Palavras: 425    |    Lançado em: 20/06/2025

rto com os olhos, procu

la está, Migu

z era es

o pelo cabelo, ten

? Estás a imaginar cois

dele, o perfume c

s! Havia uma

rou, tentand

mais? Ou será o ciúm

rou-lhe

i além de nós. Eu a

fúria a diminuir um pouco,

-me?

sim. És a m

jou-a n

ida, observav

de Miguel, uma ternura

sabia: o amor dele

a vingança ai

lmar-se, convencida

. Acho que estou de

ixou cair deliberadamente um pequeno fr

a abafado, f

irou-se b

e foi

a estreitar-se, a des

direção à ca

io, bloqueando

Deve ser o serviço d

us olhos mostravam um

ndo de Miguel para a

, deu d

ão. Estou cansada.

de Miguel e puxou-o

se fechou, Miguel

? Pode

abelo ligeiramente húmid

da inocência apanhada n

Deixei cair o meu perfu

m baixos, como se es

ma expressão inde

edo da

lhos, a vulnerabili

guel. E eu preciso deste emprego. Tenho co

erdade, mas so

erou por um

Obrigada por

nção d

inesperadamente. "Eu lev

condeu u

começar a i

no av

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Do Ódio ao Altar: Uma Vingança Inesperada
Do Ódio ao Altar: Uma Vingança Inesperada
“A notícia chegou. Brutal, impiedosa, como um murro no estômago que me roubou o ar, a razão. Clara, a minha irmã mais nova, a minha tudo, estava morta. Não por doença, não por acidente. Mas espancada, humilhada, e depois atirada sem vida para as águas frias do Tejo. O cenário de Lisboa, antes tão acolhedor, transformou-se num palco de tragédia, de dor insuportável. O seu crime? Derramar uma simples taça de vinho num vestido. Não qualquer vestido, claro, mas no vestido de Beatriz. Uma herdeira rica, mimada, cruel, cujo capricho podia determinar a vida e a morte de uma inocente. A minha Clara, tão pura, tão trabalhadora, reduzida a isso. O sangue ferveu nas minhas veias, mas a minha alma gelava com a profundidade do meu tormento. Injustiça? Crueldade? Nenhuma palavra podia descrever o vazio que me dilacerava. O que era a vida de Clara comparada a um tecido caro para aquela aberração? A pergunta ecoava sem resposta, alimentando uma chama perigosa. Luto não era uma opção. Apathy? Nunca. Apenas uma sede insaciável por... por retribuição. A semente da vingança foi plantada naquele instante, regada com as minhas lágrimas e a fúria ardente. E essa vingança tinha um nome: Beatriz. Eu a destruiria. Teria tudo dela, tal como ela tirou tudo de mim. Comecei a pesquisar. Descobri a obsessão dela por Miguel Azevedo, o CEO daquele império de luxo, o seu noivo. Ele seria o meu ponto de entrada. Com a minha beleza, com a minha inteligência, garanti o emprego de secretária executiva de Miguel. A primeira peça do xadrez estava no lugar. O jogo começou. E sabia que Beatriz nem sequer suspeitava do monstro que acabara de criar.”