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Quando a Leveza Destrói

Capítulo 1 

Palavras: 1820    |    Lançado em: 20/06/2025

da, o tipo de dia que costumava m

do, um garoto novo, talvez com algum

cil e olhos que parecia

lhei para Isa

u tempo esta

la, como seu braço direito, s

com cara de anjo vi

, o mesmo gosto de quando ac

i

Isabela me cham

tindo apenas uma camisola de se

smo que usava há

s estavam fri

, quase um sussurro. "Você sab

nada. Apena

nhou até mim, seus de

eve, Léo. Ele não carrega o peso

nha frente, o o

de rua, de sangue. Ele

o peito, mas mantiv

voz rouca. "Dez anos jogados

uel brincou e

empre soube como as coisas funcio

ou até a janela, obser

sua escuridão. Th

a que ele é luz? Bela, você o peg

anos, o sangue de um desgraçad

e machucar,

faca, viu o corpo, viu

ícia. Ela me oferece

a disse, virando-se para mim.

tei por você. Eu sangrei por você. Eu quase morri por você

jo da antiga Bela, a mulher po

eu tão rápido

a frieza voltando. "Mas gratid

a a cama, pego

iciente para você sumir, r

Ela achava que podia me comprar,

ro seu dinhe

er, Léo? Implorar? Nã

dos meus lábios, uma ris

ada de você. Abs

tas, caminhe

" ela

as não m

vor. Não quero que Thiago te

oi o gol

mer, mas me forcei

o, bati a po

pelo corredo

cada degrau um p

Assassinos

ma faca invisível giran

mo. Eu ia sumi

como ela

e, Thiago já e

ratava como

s caras, sapa

s de hóspedes, transformando-

longe, relegado

orriso genuíno, um sorris

abelos, ajeit

de carinho que e

uando éramos apenas nó

nta, um soldado. E

olhavam com pen

olhares, mas nã

da com Isabela. U

uando eu não ti

ujo, faminto, com o san

entou abusar d

tima defesa, mas

itou. Ou fing

, me alimento

eviche. "Proteção" ,

a voz firme, mas com um toque de algo que eu confu

a pro

vei três ti

r, do sangue

nos olhos dela qu

za com que ela mandou

de. Sem h

ue eu conhecia. A Isab

ela brinca

o quarto dela, m

o?" ela perguntava,

ela. Semp

com uma ferocidade qu

disso que

r dela tinha

us homens conver

um disse. "Não dur

," o outro respondeu. "

va subir, m

alia

eceu na port

io foi i

os dois homens,

m mim por um instant

para Thiago, que vi

o. Preparei seu

mão, como se fo

estava na va

e formava no horizonte. R

va temp

e Isabela me encontrou. Cho

por mim, par

" ele disse, a voz surpreendentemen

ore

para te dizer,"

e dizer pessoalmente,"

silêncio po

gosta de mi

olhos, antes inocentes, ago

s para gostar ou n

se, um pequeno sorriso surgin

quebrar aquele so

e con

O favoritismo dela é como essa te

risada fina

remo

Isabela me chamou

rme mesa de mogno, Thiago ao seu la

gelada. "Fiquei sabendo que

s disse a

u uma sobrancelha. "E qu

portunista. Que

ndido. Isabela colocou a mão so

com ciúmes,

roto que não sabe nem amar

e Isabela

Você passou

anela. A tempestade da noite ante

ia forte co

s lá fora, Léo. Na chuva.

Ela sabia do meu m

quilo era uma t

por fa

gritou, a voz e

. Ele sorria, um

i em

as escadas, abri

iu com força, ge

rama encharcada,

tra tempestad

Isabela me carregou nos braços, debaixo de

impou minhas feridas

sussurrou naquele dia, os

a mesma chuva que um dia

assava le

frio, meus

misturando-se com algo que eu

ando-me. Thiago estava ao se

algo que

pareceram uma eternid

s antigos subord

mandou vo

ificuldade, minha

ingando água por

star, sentada no sofá, com

a baixo, uma expressã

enha aprendido

Bela? Que v

rriso que não alc

nguém, absolutamente ninguém, me desrespeita

ou os cabel

ra mim. E você faria b

eria dizer a ela o q

nsado da chuva, cansado d

s ass

o ir a

ode

o antigo quarto de hós

molhada, entre

eguia lavar o frio que

gola da camisa de Thiago, joga

O batom vermelho que

estômago

era

o protegia. Ela

roto. Aqu

miu, uma onda qu

da raiva, hav

rofunda,

a traiç

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Quando a Leveza Destrói
Quando a Leveza Destrói
“Dez anos. Dez anos ao lado de Isabela, seu braço direito, amante e cão de guarda. Eu a protegi, matei por ela, sangrei por ela; era a lealdade encarnada em seu império. Então, Thiago chegou, um garoto com cara de anjo, e meu mundo ruiu. Isabela me descartou friamente, chamando-o de "leve", enquanto eu "carregava o peso do mundo". Fui humilhado, relegado a um canto, vendo-a dar a ele o carinho que nunca me dedicou. Thiago me provocava e manipulava, e ela, cega, o protegia com devoção. O golpe final veio quando Isabela, por um arranhão superficial dele, arrancou minha gata Pipoca de meus braços. Com um sorriso cruel, ela atirou minha única companheira do alto da cobertura. Minha Pipoca, morta. Mesmo a dor da perda não a comoveu. Thiago, então, me incriminou como informante. Cega pela raiva e pela farsa, Isabela ordenou: "Levem-no! Façam-no confessar." Fui torturado sem piedade, cada golpe uma lembrança de sua traição. Por fim, acorrentado, fui jogado no fundo do mar, deixado para morrer. A dor da traição. A fúria por ser descartado como lixo. Como ela pôde ser tão cruel, tão cega ao seu manipulador? Dez anos de lealdade incondicional, jogados fora por uma "inocência" forjada. Mas o mar não me quis. Acordei tossindo, em uma praia desconhecida, vivo. E agora, eles pagariam. Não como ela planejou, mas de um jeito que jamais esqueceriam. O jogo estava apenas começando de verdade.”
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