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O Contrato de Cinco Anos: Minha Prisão Dourada

Capítulo 2 

Palavras: 824    |    Lançado em: 20/06/2025

cheia de objetos caros, mas sem calor. Para mim, n

io. E dentro dele, a pequena caixa d

us olhos pareciam vivos, cheios de promessas que a morte tinha r

ão terminar, nada mais nos vai separar. Vamos casar-nos, ter filhos

o papel. Cinco anos, e a dor ainda era uma ferida aberta. A minha indiferença a

a e escondi-a debaixo da cama. E

frente abriu-se com um estrondo. A voz d

, meu amor! Esta ca

escadas l

que abraçava o seu corpo esguio, um sorriso de predador. Ela estava de braço d

do. Exatamente

meio da escadaria. O sorriso dela a

e o seu rosto transformou-s

ta é a Isabela. A partir de a

nosco" como se estiv

Sofia. A... enfer

ava. A mulher que partilhava o seu nome,

o neutro. "Bem-vin

um som crista

e Isabela. Afinal, vamo

bjetos, avaliando tudo. Parou em frente a um pequeno vaso de cerâmic

inou-o com um ar de

a rústica. É

esse responder,

sso, meu amor. Não quero q

om um pequeno estalido que me pareceu exce

riunfo. "Sofia, querida, podes fazer-me um favor? Estou exausta

rto de Thiago. O quarto o

deliciado com

serviria ela? Anda, Sofia, mexe-te.

minha indiferença vacilou. A crueld

sou a em

saiu baixa

xpressão escureceu. Ele deu um passo na

é que d

, com um brilho d

lhando-o nos olhos. "O meu contrato é para cu

o braço, com força

e lembre porque é que estás nesta casa? Preferes que eu li

nha família. Ele sabia que

ta não valia a pena. Não com

ten

e o braço, e

vai.

sabela e levei-as para o quarto principal. O ch

se apaixonadamente, encostados à parede. Thiago abriu os olhos e olh

e encostei-me a ela, o coraçã

a vida tinha acabado

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O Contrato de Cinco Anos: Minha Prisão Dourada
O Contrato de Cinco Anos: Minha Prisão Dourada
“Por cinco anos, fui a esposa contratual de Thiago Albuquerque. Meu dever? Cuidar dele com um remédio herbal único, uma cura secreta da minha família. Tudo para salvar a fazenda dos meus pais, já que meu coração havia morrido com Lucas, meu noivo, dado como morto numa operação federal. Cada dia era contado: setecentas e trinta humilhações suportadas em silêncio, a aguardar a liberdade. Mas a paz prometida nunca veio. No dia em que a ex-namorada de Thiago, Isabela Rocha, voltou, minha vida desceu a um inferno. De esposa, fui rebaixada a empregada, alvo de zombarias de Thiago e da crueldade calculista de Isabela. As humilhações diárias se intensificaram. Fui acusada de sabotagem, trancada numa masmorra sob a chuva, enquanto eles riam da minha dor. Isabela, numa demonstração sádica de poder, assassinou meu único conforto, meu gato Chico. E então, com um sorriso venenoso, ela pegou minhas preciosas cartas de amor de Lucas. Ela as queimou na minha frente, transformando em cinzas a última prova física do meu amor e da minha sanidade. Eu, forçada a ver minhas memórias profanadas e reduzidas a uma piada doentia. O vazio me consumiu. Não havia mais nada para perder, nem alma para salvar. Que tipo de destino era este que me arrancava tudo, até a própria capacidade de sentir? Por que eu, que só busquei salvar, era punida com tal crueldade? Então, eu fugi. Deixei o contrato, a mansão, as cinzas de Chico e as minhas cartas para trás. Encontrei refúgio numa comunidade silenciosa nas montanhas, como "Irmã Serenidade", buscando uma paz que a vida me negou. Mas o destino tinha uma última, e mais cruel, reviravolta: Lucas, meu Lucas, não estava morto há cinco anos. Ele tinha estado vivo, e eu só descobri no dia em que ele finalmente morreu de verdade. A segunda morte do meu amor foi a minha sentença final. Minha história é sobre sacrifício, traição... e a paz que só pode ser encontrada quando o coração se parte para sempre.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 1517 Capítulo 16