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Tarde Demais Para Perdoar

Capítulo 3 

Palavras: 567    |    Lançado em: 20/06/2025

a, como se ela fosse uma vítima ino

ransformara-se noutra pessoa,

perguntei, a voz um fio, o desespero

crueldade fria, os olhos

tás a ser dramática para chamar a

ra uma faca a torce

comecei a tratar d

afo. Queria um

a sorrir, como se a vida não

ul claro, a cor da es

rava pela min

e Ca

stúdio de mão

Talvez para um anúncio da

viu-me

por um instante, mas r

uvido de Tiago, os

ho, olhando na minha

úvidas, a pintar-me como al

mou-se, a po

a fazer, Isabela?

a tão absurda

otografia," resp

suspeita na voz dele era pal

u coração

rafo ch

ela, pode

ha mala caiu ao chão,

. E a fotografia a preto e branc

pidamente, um ar de c

para isto!" exclamou ela,

pois para mim, a incredulidad

anear o teu próprio funeral? É mais um do

endia. Nunc

bargada, "só queria que sent

era palpável

, um so

or viver a minha vi

uda no peito, as

o mundo a gira

cido numa máscara de falsa preocupaçã

Ele nunca te amou de verdade. E agor

rvava-me c

a. Não tens vergonha de fa

a levantar, os seus rostos expressando

tarde

itos anos. Uma infeção renal que

rredou pé d

panhia, segurava-me a mão

e de ti, meu amor

ejar a minha morte, ou pelo

ente. Senti-o nos ossos, no

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Tarde Demais Para Perdoar
Tarde Demais Para Perdoar
“Dedicara a minha vida a ele, ao Tiago, e ao império vinícola que juntos construímos. Sacrifiquei as minhas próprias ambições pelo nosso sonho. Mas a vida tinha outros planos: um diagnóstico de leucemia mieloide aguda, em estado avançado. E, enquanto eu enfrentava a morte, o Tiago estava ocupado a construir uma 'nova história' com a Carolina, a gestora de marketing. Ele tornou-se frio, distante. As provocações dela eram diárias, as mensagens de intimidade deles invadiam o meu telefone. Quando o confrontei com o nosso caso, ele protegeu-a abertamente, chamando-me 'dramática', acusando-me de inventar. A dor do corpo era nada comparada à dor da sua traição e desprezo. Caí de joelhos, perguntando: "E se eu estivesse a morrer, Tiago?". A resposta? Um desprezo gelado, "Isabela, estás a ser dramática para chamar a atenção.". Foi então que decidi: morreria sozinha. Vendi as joias, comprei o meu jazigo com vista para o rio e apaguei cada vestígio da minha vida contigo. A última entrada no meu diário foi a minha condenação mais íntima: "Se eu nunca te tivesse conhecido, Tiago, talvez não doesse tanto morrer.". Mas a minha partida não seria o fim, seria apenas o começo do teu inferno particular.”