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A Última Transfusão: O Despertar

Capítulo 2 

Palavras: 440    |    Lançado em: 20/06/2025

r para Ricardo

orma casual, sobre o "p

ão at

va ocupado demais c

rpo ainda fraco

terminação a aq

fotos nas r

ão de Larissa no hosp

vai ficar bem,

r de dor a atingiu,

era mais

guiu falar com Ri

você sobre o casa

rezo. "Ainda com essa história, Isabe

o, você não

prender. Não vai funcionar. E nem pense em contar a ninguém sobre a condição

era inacreditave

rdo. Você desco

desl

alia

da. Esse

enda dos avós, para onde

tão dedicado àque

or de

ia e con

o. Era mais fácil conseguir o visto,

para o passaporte e

m período

sso, começ

fotos de Ricard

presentes que ele l

ero dele do

ira, viu a pequena fogueira que

tá fazendo? Brigou

Apenas limpan

orreu para contar a

cida, chegou aos

e qualquer ligação comigo? Ou está tentando chamar

tava que Isa era

pois, e

a empresa na próxima semana. É

Por

algo. Precisamos manter as aparências até que a poeira baixe. E v

riu. Mal

uiser,

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A Última Transfusão: O Despertar
A Última Transfusão: O Despertar
“Por sete longos anos, fui a "bolsa de sangue" pessoal de Larissa Mendes, a amante do meu noivo, Ricardo Almeida. Eu, Isabella Santos, o amava desde a adolescência, cega pela esperança de que ele me veria algum dia além do meu sangue raro. Na minha 999ª transfusão, com a vida esvaindo-se, ouvi a sua voz fria e inconfundível: "Deixe-a morrer. Só quero que Larissa sobreviva." A dor me dilacerou... e então, a luz. Eu estava de volta, sete anos antes, ao dia da primeira transfusão. As sete humilhantes e dolorosas transfusões que viriam, as manipulações de Larissa, a arrogância de Ricardo, que me jogava cheques e me via como um mero serviço - tudo se desenrolou diante dos meus olhos. Meus "acidentes" causados por Larissa, as agressões ordenadas por ele, a transfusão quase fatal após ser atropelada... Ele só queria meu sangue, e me descartava como lixo. Como pude ser tão tola? O arrependimento por cada gota de sangue doada e cada migalha de afeto implorada era esmagador. Não havia mais amor, apenas uma dor gélida, um desejo ardente de liberdade e justiça. Desta vez, a história seria diferente. Com um sorriso glacial, dei a Ricardo o que ele mais queria: o casamento com Larissa. Eu mesma forjei a certidão, plantando a semente da vingança. Em Lisboa, enquanto meu avião decolava, sabia que o "presente de casamento" que enviei os faria pagar caro por cada humilhação. Eu estava livre e pronta para recomeçar.”