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Cicatrizes de Amor e Vingança

Capítulo 2 

Palavras: 879    |    Lançado em: 20/06/2025

oi o dia em que meus planos d

equena mala. Estava pronta par

ouvi os

está passando mal!

nho do meu quarto, mudou

asa de hóspedes sem

be. O nosso relacioname

o corpo pesado. A d

to para que a a

médico. "Com a erva-do-d

Inácio, entrou no meu

o sertão! Você sempre t

ás dela. Ele pa

-se. Liana nã

rou para mim, e seu

ssa erva. Você me disse uma vez que e

vras, o conhecimento que eu compartilhei

eu mais do q

io," eu disse, a voz firme

olhou,

rcio?

Sílvia, você me

des. O medo pela vida de Sílvia era maior do que qu

sino o que v

screveu apressadamente um acordo d

que eu salvass

via estava na cama, pálida, mas

de propósito, apenas o suficiente par

antídoto e

os, a cor volto

m a voz fraca. "Mas... eu tenho me

ara mim, fi

observava tudo,

r! A chicotadas! Ela

o int

salvou. A punição

e no seu quarto. Não saia de

nácio?" perguntei, olhan

hesi

de silêncio f

o acre

argo brotou n

tend

ra o meu quarto, que a

u, paga por Sílvia, foi executada por ordem

deles não ti

veio me ver. Ele troux

proteger, Liana. Minha

u parecer

faria mal a ninguém,"

eceu uma ga

ai te ajudar a

a garrafa, d

eu permito que você se case com Sílvi

ia a minha

continuei. "O direito d

A mão que segurava

falando, Liana? Iss

a era tã

epciona de no

garrafa d

iu minhas narinas. Eu mesma já tinha preparado

xatamente

vei a garrafa à boca e

seguiu foi

violento. Senti como se mil agulhas

chão, g

ntrou em

Chamem o

o, o desespero esta

de me examinar, deu o ve

ente danificado. Ela nunc

tença

idar de mim. Ele trazia comida, troc

o deixava

ele pediu um dia, a voz embargada. Eu guardava

ia como gelo. "Você

eu fiz... foi po

eu disse, virando

iu, re

i, pela maternidade que me foi roubada, e pelo a

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Cicatrizes de Amor e Vingança
Cicatrizes de Amor e Vingança
“Eu, Liana, uma simples herbalista, sentia-me a mulher mais feliz do mundo. O Coronel Inácio, meu amor, o filho do mais poderoso fazendeiro, jurou me amar para sempre. Com meu bornal, curei seus homens e o ajudei a consolidar seu poder. Entreguei-lhe meu coração e, por um tempo, tudo pareceu um conto de fadas. Até que, um dia, Inácio trouxe para casa Sílvia, a noiva falecida de seu primo, alegando "dever". Logo, essa desculpa se revelou a mais cruel das traições. Uma noite, grávida de quatro meses, vi a cena que estraçalhou meu coração: Inácio e Sílvia juntos na cama. Essa quebra desencadeou uma avalanche de horrores. Meu filho nasceu morto, uma dor insuportável, atribuída à minha "fraqueza". Mesmo sem culpa, fui forçada a assinar minhas terras para ele e drogada com uma poção que me tirou a capacidade de ter filhos. O ápice da crueldade veio quando, acusada publicamente de adultério e bruxaria, Inácio, o homem que eu amei, acendeu pessoalmente a pira sob meus pés. As chamas lambiam meu corpo, mas a verdadeira dor era a incompreensão em meu coração. Como o homem por quem sacrifiquei tanto pôde me fazer isso? Por que ele me condenou à morte depois de tudo? Meu último pensamento antes da escuridão foi de profundo arrependimento por um dia o ter amado. Eles me deram como morta, mas não conheciam o segredo do bornal da minha avó. Eu sobrevivi. A velha Liana morreu entre as cinzas. Agora, marcada por cicatrizes, nasço para redefinir meu destino e buscar a verdadeira cura para as feridas que ele me causou.”