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Renascida da Culpa

Capítulo 3 

Palavras: 675    |    Lançado em: 20/06/2025

rando nas margens, depois, desesperada, entrando n

tes batiam incontrolavelmente. A dor

ar, os seus dedos gelados tocaram em al

ntamente, saiu da água

tomar o pequeno-almoço no

nete a Beatriz,

para o objet

inha carteira ontem à noite. Este deve ser um

tirou o alfinete para

vertido com a cr

abandoná-la, mas manteve-se de pé. A fu

Sofia continuou a trabal

bras, sempre silenciosa, sempre eficiente,

ue Sofia jantasse com eles nu

cialidades locais, Sofi

cheu-se de pratos picantes, condimentados, t

um sorriso que não chegava aos

ava-a com um b

fada uma tortura. A indiferença de Tiag

sozinha, o corpo

itava-a. Era a sua penitência.

hos vistos com a falta de tra

na seguinte, T

s com elas daquela tasca em Alfama, per

seu suposto

ão me sinto

sabes o que isso significa para a tua 'expiação', não sabes?" A ameaça era clara. Se ela

liu em sec

até Alfama. Compr

arfada. "Estão muito

os ombros. "Vai

am com pouco alho. Na quarta,

udo com um ar dive

ia-se a desfalecer. O corpo

erto da tasca, com o saco de papel

a estridente, o

distribuição ati

ncinante, e depois, estranha

no asfalto, antes de a escuridão a recl

l de Santa Maria quando deram entrada com uma m

e ensanguentado de Sofia n

dição era

, Dr. Almeida, abanou a cabeç

lizadas. O trauma do acidente só acelerou o inevitável

ou no telemóvel, as mãos a tremer, e procu

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Renascida da Culpa
Renascida da Culpa
“Eu tinha cancro do estômago terminal, e a culpa pela morte da minha amiga Clara era um fardo mais pesado que a doença. Eu merecia o tormento que Tiago, o irmão dela, me infligia; era a minha penitência. Um dia, exausta de humilhações e dores, o meu corpo desabou sob um carro. "Finalmente," pensei, enquanto o sangue manchava o asfalto. Mas João, meu amigo médico, recusou-se a deixar-me ir. Ele forjou a minha morte, tirando-me do abismo de culpa e do domínio de Tiago. No Alentejo, em segredo, tentei reconstruir-me. A pequena Alice, sobrinha órfã de João, surgiu, e com ela, uma chama de esperança. Ela e João tornaram-se a minha salvação. Eu acreditava que só na morte encontraria paz. Conseguiria eu, afinal, livrar-me da autodepreciação e do peso esmagador do passado, aceitando a inesperada felicidade que a vida me oferecia? Anos depois, Tiago, atormentado pela culpa da minha "morte", descobriu-me viva no hospital. Ele suplicou por perdão e um recomeço. Mas a mulher à sua frente já não era a Sofia de antes. A minha resposta, tão fria e definitiva quanto o seu desprezo passado, selaria o destino de todos nós, garantindo a liberdade que eu tanto ansiava.”
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