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Renascida da Culpa

Capítulo 5 

Palavras: 374    |    Lançado em: 20/06/2025

a não sabia, mas Tiago e a sua família es

deu de caras com eles. Tia

mulher habitualmente composta

ram-se de uma fúria

bofetada sonora

aqui? Não tens o direito d

ermelha a surgir na sua fa

os braços, as unhas a c

como ela sofreu? A faca... eles disseram que ela ainda estava viva quando a enc

ra palpável, crua. Sofia sentia

mas ela estava inconsolável. Beatriz ob

. Não para defender Sofia,

, acalma-te. Nã

e arrastou-a para fora do cemitério,

mpurrou-a

digna de visitar o túmulo da minha irmã. A t

carregada de um ódio q

amília, deixando Sofia sozinha na rua, a humilha

sem rumo, as lá

Clara invadiram-na. O riso delas, o

a noite fatídica. O medo

horou. Um choro convulsivo, incontrolável, que vinha

ora, uma culpa que pa

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Renascida da Culpa
Renascida da Culpa
“Eu tinha cancro do estômago terminal, e a culpa pela morte da minha amiga Clara era um fardo mais pesado que a doença. Eu merecia o tormento que Tiago, o irmão dela, me infligia; era a minha penitência. Um dia, exausta de humilhações e dores, o meu corpo desabou sob um carro. "Finalmente," pensei, enquanto o sangue manchava o asfalto. Mas João, meu amigo médico, recusou-se a deixar-me ir. Ele forjou a minha morte, tirando-me do abismo de culpa e do domínio de Tiago. No Alentejo, em segredo, tentei reconstruir-me. A pequena Alice, sobrinha órfã de João, surgiu, e com ela, uma chama de esperança. Ela e João tornaram-se a minha salvação. Eu acreditava que só na morte encontraria paz. Conseguiria eu, afinal, livrar-me da autodepreciação e do peso esmagador do passado, aceitando a inesperada felicidade que a vida me oferecia? Anos depois, Tiago, atormentado pela culpa da minha "morte", descobriu-me viva no hospital. Ele suplicou por perdão e um recomeço. Mas a mulher à sua frente já não era a Sofia de antes. A minha resposta, tão fria e definitiva quanto o seu desprezo passado, selaria o destino de todos nós, garantindo a liberdade que eu tanto ansiava.”