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Adeus, Diogo: O Despertar da Rainha

Capítulo 2 

Palavras: 985    |    Lançado em: 20/06/2025

casa parecia um campo

oço para a Sofia. Serviu-lhe

r um copo de água, e ele agi

ra um incómodo na

a rir no

perguntou a Sofia, a voz al

ondeu Diogo. "Ela faz

arto. Eles p

estava recostada nas almofadas, com o bebé a

vórcio?" perguntei. A minha

Ele provavelmente esperava

oje," disse ele, um

ti

dia, ele chegou

ele, entregando-mo

uma caneta e assine

e eu, devolvend

ultuosa. Ele realmente

difícil," disse ele com

orta do quarto, um bril

quando Diogo foi para

mente ser felizes," disse ela, com veneno na voz. "Ele nunc

livrares dele," res

diferença

rou-me. C

s melhor que eu

ara trás, batendo com as c

atravessou o

um grito de preocupação.

eixou-o cair deliberadamente no t

ntrou a

e depois viu o bebé

itou ele para mim, corrend

tou a Sofia. "Ela tent

xo. Havia sangue

ei, em pânico. "

para mim, e a sua expressão não

ua! Sempre a cr

é da Sofia e cor

E quando eu voltar, quero

le

o, a sangrar, a talve

zi

o intensas que por um mome

clareza fria tom

fim. O fi

. A dor era terrível, mas a

e fui para o ho

a ameaça de aborto. Preci

cama do hospital, o meu t

en

está bem, felizmente! Mas ela está em choqu

iso seco, s

a minha voz mortalm

as dramática, Clara. Eu não me vou reco

ospital. Estou a sangrar. O nosso fil

momento d

ele. "Estás a inventar iss

lig

mento, fin

etire todo o investimento da e

no museu. "Estou a demit

família sempre falou do seu talento, Clara

deram-me um con

m. Uma fotografia dela e do

família feliz. Desapar

ensagem. Ela j

estava em casa, a ser consolado pela Sofia,

várias vezes.

i o núm

a do hospital. O bebé est

sto das minhas coisas. O

da mesa. E a minha alia

o era ne

assou pela Conservatória

. Diogo e Sofia.

com ela. Naqu

u na minha direção, a sua

r-me? Vieste para est

raço dele, a fingir-s

xei o

nsado. "Eu não me importo. Vim do co

raiva para confusão, e de

q

s, Di

no meio da rua, a olhar para o carro q

janela enquanto Lis

a minha

a começar. Para mim

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Adeus, Diogo: O Despertar da Rainha
Adeus, Diogo: O Despertar da Rainha
“Eu estava grávida de quatro meses, no lobby de um hotel em Lisboa, feliz, a sonhar em contar ao Diogo, o meu marido, sobre o nosso futuro bebé. Parecia um dia perfeito. Foi aí que o vi. Do outro lado do salão, Diogo sorria, não para mim, mas para uma mulher que segurava um bebé. Ele apanhou-o com uma intimidade gélida. Era o batizado do filho dela. E ele, o meu marido, era o pai, o centro das atenções, enquanto os amigos falavam de um "herdeiro". Ouvir Diogo dizer que eu era "ingénua" e "não precisava de saber" da sua traição cruel partiu-me o coração. Mas o pior estava por vir. Quando o confrontei, a amante, Sofia, encenou uma queda e acusou-me. Diogo, sem hesitar, defendeu-a, olhando-me com nojo. "Clara, estás louca! Vai para casa!" Ele levou-a para a NOSSA casa, para a NOSSA cama. Teve a audácia de propor um "divórcio a fingir", só para dar o seu nome ao filho dela, enquanto o NOSSO, na minha barriga, era ignorado. Mas a ingénua Clara morreu ali. No chão, a sangrar, com o meu bebé em perigo, ele culpou-me e abandonou-me no hospital. "Isto é culpa tua!" Mas a dor extrema trouxe-me uma clareza gelada. Eu não me faria mais de vítima. Cortei-lhe o financiamento da empresa, demiti-me, e decidi: com o meu filho, eu iria para o Brasil para recomeçar. E quando ele me viu no dia do seu novo casamento, apenas sorri e disse "Adeus, Diogo". Ele não fazia ideia do que o esperava.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 7