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Renascida das Cinzas: A Escolha Dela

Capítulo 2 

Palavras: 461    |    Lançado em: 20/06/2025

os arromba

ssir incontrolavelmente, o ar d

de oxigénio no meu rosto e

e a alguém no seu rádio. "I

eu corpo enquanto ele descia as escadas, e do s

nco e estéril. O cheiro de antissé

adeira ao lado da minha cama, o r

a mão foi para

.. vazi

pele, a vida a pulsar lá de

e, uma pergunta silen

silenciosos que lhe abalavam o

isou de term

u não chorei. Eu não conseguia. Senti-me oca, co

o quarto algum

a quase morreu e cujo filho se foi.

e de perfume floral ne

Ele disse, sem emoção.

ei par

o?" A minha voz era

undar. Ela estava histérica. Quando finalmente a acalmei e cheguei a casa, a ru

e um herói, um homem sobrecarregad

se foi

o. Uma breve cintilação de algo no seu rosto

Mas estas coisas acontecem. O médico disse que

culpa de

s ecoaram no si

erguntei, a minha voz

la está abalada, claro. Foi muito traumático para ela. Fiq

ausa de um cano de água enquan

i os

ai

q

saíres, Leo. Sa

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Renascida das Cinzas: A Escolha Dela
Renascida das Cinzas: A Escolha Dela
“O cheiro de fumaça invadiu os meus pulmões, acordando-me. Com 8 meses de gravidez, a minha primeira ação foi proteger a minha barriga. O alarme de incêndio gritava. Liguei para o meu marido, Leo. "O prédio está a arder! Há fumaça por todo o lado!" A resposta dele? Um suspiro impaciente. Então, ouvi-a: a voz da Clara, a sua "alma gémea platónica", a chorar por um cano rebentado. A ternura com que Leo a tranquilizou foi um golpe. "A Clara não tem mais ninguém", ele disse, antes de desligar, abandonando-me num edifício em chamas. Os bombeiros salvaram-me, mas no hospital, a minha barriga estava vazia. O nosso bebé tinha-se ido. Leo chegou, irritado, com o perfume dela, e disse: "Estas coisas acontecem." O pai dele, Ricardo, tentou forçar-me a perdoá-lo, preocupado apenas com a "reputação da família". Não foi um acidente. Foi uma escolha. O meu marido escolheu consertar o cano de outra mulher em vez de salvar a sua esposa grávida e o seu filho. "Não foi culpa de ninguém," ele murmurou. Mas a verdade ardia mais que o fogo. E se não fosse um mero caso, mas um plano mais sombrio? Naquele momento, enquanto a dor me consumia, a clareza veio. "Vamos divorciar-nos." Não era drama, era sobrevivência. E eu não só pediria o divórcio, como desenterraria cada mentira, cada traição. A verdade seria a minha arma, e a minha liberdade, o meu novo começo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10