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Pelo Meu Filho: A Escolha de Uma Mãe

Capítulo 1 

Palavras: 1033    |    Lançado em: 20/06/2025

vór

purrou os óculos para a ponta do nariz

divó

alma, demasiado ca

a, esposa do Fuzileiro João. O seu marido

er

Ou podemos tentar uma mediação através do Comando Naval.

ser prestável, mas

Quero iniciar o

tão dele, teria esperado, teria tentado a mediaç

ez. Esta era a minha

nada par

essária e entregou-me uma cópia. "O processo está iniciado. O s

ceu-me estranhamente brilhante. Resp

aval do Alfeite. Era um aglomerado de prédios cinzentos, construí

a mofo e a humidade atingiu-me. E

ida passada, eu teria aberto a carta com o coração a bater descompassado,

quer a abrir e deitei-a no lixo.

, dava um lanche à sua filha, Carolina. Um pastel de

o seco que eu lhe tinha dado. Tinha apenas cinco anos e os seus ol

nela e sorriu, um

vencimento dele. Que homem, não é? A ti manda cartas de am

eram cruéis, ma

nte. Começou no dia em que o marido de Isabel, o melh

ral. João segurava a mão

a Carolina como se fossem a minha

à frente de todos.

u-se ainda mais escasso. As roupas novas eram para a Carolina. Os jantares especiais

, sobravam as desculpas

perto da Isabel, posso ajudá-la melhor. É temporário, prometo.

sonho nu

depois da morte, foi o dia em que Tiago adoeceu. Tin

doente, parece ser mais grave. Levo-a ao hospital p

esl

ardia nos meus braços. Quando chegámos ao hospital, já era

pital público sobrelotado, enquanto o pai dele pagava um

ouco tempo depois,

991, um ano antes da tragédia.

ãe

minhas memórias. Ele entrou

que nos vamos d

rosto pequeno estava confuso.

ão gosta de nós

nda cartas a dizer

le era uma fac

hoje de viagem. Quem é que achas que ele v

nós. Nós somos

os papéis do divórcio. Se ele for a casa da tia Isabel

s cheios de uma esperan

sperar. As horas passaram

e ao prédio. O meu coração gelou,

o. Alto, fardado,

so prédio. Por um segundo,

o-lo a entregar-lhe um envelope grosso, provavelmente o dinheiro. Vimo-

a fech

ara o m

eu rosto. A aposta estava perdida. O seu p

mim, com os l

vamos

vez, eu ia protegê-lo. De

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Pelo Meu Filho: A Escolha de Uma Mãe
Pelo Meu Filho: A Escolha de Uma Mãe
“Eu sou Sofia, e na minha vida passada, a cegueira e o egoísmo do meu marido, João, custaram-me tudo. Fuzileiro e "herói" do bairro, ele dedicava a sua lealdade e recursos à viúva do seu melhor amigo, Isabel, e à sua filha, Carolina, enquanto o nosso filho, Tiago, era negligenciado e eu, quebrada. Vi o meu pequeno Tiago morrer e acabei por segui-lo, consumida pela dor. Mas o destino deu-me uma segunda oportunidade. Acordei de novo em 1991, um ano antes da tragédia. E o padrão repetiu-se: João continuava a sacrificar a nossa família pela "honra" distorcida de proteger Isabel. O derradeiro golpe? Enquanto eu tentava o divórcio, ele, manipulado por mentiras, drogou-me e levou o nosso filho para uma extração de medula óssea forçada, acreditando que salvaria a filha de Isabel. Aquele ato de traição não me matou, mas transformou a minha dor numa raiva fria e calculista. Como podia um homem ser tão cego à verdade, tão cruel com o seu próprio sangue, em nome de uma falsa honra? A minha vida inteira tinha sido um palco para a sua hipocrisia, e eu não choraria mais. Desta vez, não haveria súplicas. Em vez de lutar, comecei a concordar com cada exigência, cada capricho de Isabel e João, com um sorriso vazio nos lábios. Eles pensavam que tinham o controlo, mas eu estava a tecer a minha própria armadilha. Decidi "vendê-lo" à mulher que sempre o quis, para que eu e o meu filho pudéssemos finalmente conquistar a nossa liberdade. Esta era a minha vingança silenciosa, o meu renascimento.”