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Pelo Meu Filho: A Escolha de Uma Mãe

Capítulo 3 

Palavras: 707    |    Lançado em: 20/06/2025

is, voltámos para casa. O apartamento

. A sua expressão era uma mist

s estiveram? Fiq

nha voz cortante como vidro.

e escondeu atrás de mim. "Uma pneum

levar a Carolina ao hospital p

rou no ar, pes

sabia que eu tinha razão. T

melhor? O pai se

ais a mim. A confiança de uma criança, u

sar, amanhã levo-te a visitar o quartel. Podes

tante. Era o sonho de qualquer menino.

r bem, mas o meu filho merecia um momen

s a preparar-nos para sai

com a Caroli

o Tiago ao quartel. A Carolina ficou tão e

lhou para o João com os seus

oão, sem sequer me consult

sabia que ist

s outros Fuzileiros tratavam Isabel

ito simpática," disse um jovem

u e riu. "O

nte invisível. Tiago sentiu a tensão e o seu entusiasmo

trumentos dos navios, explicando-lhe tudo com uma paciência infinita. T

. João foi chamado para uma em

das crianças por um

-me com Isabel e as duas

sozinhas, a másc

o. "A tentar competir comigo. O João só está contigo por pena e por ca

," respondi, com uma calma que a surpre

oi quase cómico. Ela não

vimos um som de p

do João, a rasgar uma pilha de documentos. Vi o

sangue

com o seu carrinho no chão

riu-se. Jo

mente. "Pai João, foi o Tiago! Ele

para a Carolina a chorar e para o

ica pergunta. Não

e inteiramente para

ue é que tu

a. "Vais ser castigado como um Fuzile

parada, o pátio de cimento a

não te mexes

te. As lágrimas escorriam-lhe pelo

r. A injustiça era tão brutal, t

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Pelo Meu Filho: A Escolha de Uma Mãe
Pelo Meu Filho: A Escolha de Uma Mãe
“Eu sou Sofia, e na minha vida passada, a cegueira e o egoísmo do meu marido, João, custaram-me tudo. Fuzileiro e "herói" do bairro, ele dedicava a sua lealdade e recursos à viúva do seu melhor amigo, Isabel, e à sua filha, Carolina, enquanto o nosso filho, Tiago, era negligenciado e eu, quebrada. Vi o meu pequeno Tiago morrer e acabei por segui-lo, consumida pela dor. Mas o destino deu-me uma segunda oportunidade. Acordei de novo em 1991, um ano antes da tragédia. E o padrão repetiu-se: João continuava a sacrificar a nossa família pela "honra" distorcida de proteger Isabel. O derradeiro golpe? Enquanto eu tentava o divórcio, ele, manipulado por mentiras, drogou-me e levou o nosso filho para uma extração de medula óssea forçada, acreditando que salvaria a filha de Isabel. Aquele ato de traição não me matou, mas transformou a minha dor numa raiva fria e calculista. Como podia um homem ser tão cego à verdade, tão cruel com o seu próprio sangue, em nome de uma falsa honra? A minha vida inteira tinha sido um palco para a sua hipocrisia, e eu não choraria mais. Desta vez, não haveria súplicas. Em vez de lutar, comecei a concordar com cada exigência, cada capricho de Isabel e João, com um sorriso vazio nos lábios. Eles pensavam que tinham o controlo, mas eu estava a tecer a minha própria armadilha. Decidi "vendê-lo" à mulher que sempre o quis, para que eu e o meu filho pudéssemos finalmente conquistar a nossa liberdade. Esta era a minha vingança silenciosa, o meu renascimento.”