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Para Além das Cinzas: O Nosso Amor

Capítulo 4 

Palavras: 864    |    Lançado em: 20/06/2025

ado direito do corpo. Abriu os olhos e viu

sse uma. "Não saiu do la

é raro hoje em dia

estavam a f

a dele," conseguiu di

reendidas, depois trocaram um olhar s

po de água na mesa de cabeceira, desequilibrou-se e caiu da cama, bat

-se de dor. Por um instante, viu um brilho de preocupação n

mo veio. Ele encostou-se ao umb

anta

u. As lágrimas de dor e frustr

rosto novamente um

tua dívida? Não. Isto é só o começo. Vou manter-te viva,

nte, que o seguira até ao h

oz hesitante. "Os pais dela já pagara

Chega? E a mim? Alguém me 'deixou ir'? Enquant

que finalmente conseguira arr

eceu isolada no quarto de hospit

el vibrou. Uma mensagem

al, a usar uma pulseira de filigrana em ouro. A pulseira

levantou-se e, cambaleando, foi até ao qu

sentada na cama, a folhear um

decer-me por te dar a oportunidad

voz a tremer de raiva. "Devol

que me ficava bem. Disse que eu parecia contigo,

era intenci

ca coisa que me resta dela

quiser? Então quero o teu lugar. Quer

nstante. O seu lugar?

ica com ele. Mas dev

ou no quarto. Viu a tensã

se pass

ar inocente, "está a tentar rou

fixaram-se em Sofi

e mais para ti do que o teu est

nto esta porcaria? Vou destruir tudo o que te ligue a

para um pequeno pátio interior, vários andar

!" Sofia correu na sua

uilibrou-se, o seu corpo projetado em direção à janela aber

e Tiago e caiu, estilhaçand

rito de desespero escapou-lh

ca

cheio de pânico. Viu o seu rosto contorcido d

idão a engolir, viu nos olhos dele não

osa esperança acen

berto de dores e ligaduras. Ouviu médicos a discutir o seu estado.

. Quando os seus olhos se encontra

te preocupes. Eu quero-te viva. Viva par

esperanç

e, a voz baixa e carregada de uma

ue seja, pensou. Que a m

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Para Além das Cinzas: O Nosso Amor
Para Além das Cinzas: O Nosso Amor
“No quinto aniversário de casamento. Ou, como Tiago fazia questão de lembrar, o aniversário do acidente que ceifou a sua família. Em vez de celebração, iniciava-se mais um capítulo da minha tortura insaciável. Ele, o homem que um dia amei mais que tudo, transformara-se num carrasco implacável. Fui forçada a beber noventa e nove garrafas de vinho, um símbolo macabro da minha "dívida de sangue". Confinada, isolada, humilhada, vi-o dar afetos a Clara, uma mulher escolhida pela semelhança com a Sofia de outrora. Fui submetida a uma cirurgia perigosa para doar um rim a ela, depois de um "acidente" suspeito. O nosso leal cão, Max, o último elo do nosso amor passado, foi cruelmente morto. E o cúmulo da humilhação: fui forçada a engolir as cinzas do meu querido amigo. Arrastada de joelhos, sob a vigilância fria dele, até ao cemitério para proclamar os pecados dos meus pais. A dor física não era nada comparada à exaustão da minha alma. Eu só ansiava pela paz, a paz que só a morte parecia poder oferecer. Cansada de amar, cansada de sofrer, o meu único desejo era que tudo acabasse. Num ato de desespero, atirei-me da Ponte da Arrábida, buscando o abraço gélido do Douro. Mas abri os olhos novamente. E, para meu horror e espanto, estava de volta. Um dia antes do acidente fatídico, com todas as memórias vívidas da minha tortura. O mais chocante? Tiago também se lembrava. Agora, perante esta segunda chance inesperada: escolheríamos o ódio mais uma vez, ou haveria redenção para um amor que se transformara em veneno?”