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Alma Perdida, Inocência Quebrada

Capítulo 1 

Palavras: 497    |    Lançado em: 20/06/2025

testemunha silenciosa d

, agarrava-se à minha perna imó

acorda

um eco agudo

ava parada à porta, o ro

ância" dela, pairava atrás, um sor

e Sofia cortou o ar, gélida. "Seu

e mais forte. "Não, mamã

ou, afastando Leo de

do seu corpo batendo no ch

, a mãozinha no

ara trás, saindo

deixando Leo e minh

raçar meu filho, mas eu era

har de indiferença de Sofia, q

que ela se

-me do

ma quantidade absurda de s

ência médica, mais um

, uma condição que se agravaria fa

a sa

a Carlos Alberto, ordenou qu

l," ela dissera, as palavras de C

eu esta

gência dela, pel

ali, a dúvida ainda pairava n

uma lâmina em me

guerreiro, leva

tava sujo de lá

o meu corpo, tocan

preocupe, eu vo

iscando o número de Sof

caiu na ca

de novo.

mim, a determinação brilh

até a

sala, uma pequena fig

nó de angústia apertan

sa de Sofia era longa

te dele era uma fa

horava baixinho,

u ao imponente prédio

mpedi-lo, mas Leo, com a força

Sofia na sal

os Alber

por exe

eo era fraca, mas c

contraído em irritação a

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Alma Perdida, Inocência Quebrada
Alma Perdida, Inocência Quebrada
“Eu tinha uma vida que parecia perfeita. Eu, João Miguel, tinha Sofia, a esposa que eu amava, e nosso precioso filho, Leo. Mas havia uma sombra, Carlos Alberto, o "salvador da infância" dela, que se esgueirava em nossas vidas. Então, veio o choque brutal. Sofia, completamente cega por sua adoração a esse homem, me obrigou a doar uma quantidade absurda de sangue, mesmo sabendo da minha condição médica. Eu morri, e minha alma ficou flutuando, uma testemunha silenciosa de cada horror que se desenrolava. A dor começou de verdade ali. Meu pequeno Leo, desesperado para me acordar, foi jogado de lado como lixo. Ele foi empurrado, ignorado, ferido, enquanto a frieza de Sofia cortava o ar. Carlos Alberto, o manipulador, o arrastou para longe, o torturou, quebrando seu corpo e seu espírito. Minha alma gritava, impotente, enquanto eu via meu filho, meu sangue, sendo destruído diante dos meus olhos. Ele caiu, bateu a cabeça, sangrou, e o pesadelo só piorava. Como a mulher por quem eu daria a vida pôde se tornar um monstro tão cego e cruel? Por que a manipulação daquele homem era mais importante do que ver seu próprio filho sofrer? Por que Sofia riu, com um som oco e cruel, quando Leo perguntou: "E se o papai morrer?" E ela respondeu: "Que morra. Seria um alívio." O horror se intensificava a cada instante, e meu pequeno guerreiro, de apenas sete anos, machucado e sangrando, carregava o peso de uma verdade insuportável no seu coração. Minha morte foi apenas o prelúdio para o calvário de Leo. Mas toda crueldade tem um preço a pagar. Será que a verdade, por mais devastadora que seja, emergirá? E aqueles que nos destruíram enfrentarão a fúria que semeou sua própria ruína?”