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Alma Perdida, Inocência Quebrada

Capítulo 4 

Palavras: 525    |    Lançado em: 20/06/2025

! O que está ac

da entrada da mansão,

gemendo, te

." Sua voz

compôs, o pânico em seus olhos s

Leo, tapan

avra, eu mato seu pai n

tiu, ater

de um arbusto denso no jardim, b

los Alberto era pura inocência. "Eu estava preoc

desconfiada. "Onde est

sim, o pestinha apareceu aqui, me acusando d

uperficial no braço, que

a o "ferimento"

cada vez pior! As men

da a mim, agora se conc

sse machucado. Deixe João Migu

rlos Alberto, pronta pa

gritava, em

e, cega pela manipulação del

á ferido!" Eu tentei, em vão. Mi

o gemeu baixin

olhou na direção do som, uma

"Não se preocupe com ele, meu amor. Ele

costas para o filho

raram na

or e pelo abandono,

re ele, uma dor indesc

-me do

neficente, o brilho nos olhos

em uma fazenda históri

eo, a maior alegr

lizes. Tã

s Alberto

ncia", o "amor plat

teia de mentir

ga de faculdade, foi distorcido por ele

abismo entre nós, um abismo que Carlo

eu en

nipulada, ela era cúmpl

, acima de mim, acima

sados me tirou de min

a rua, notou algo

encontrou Leo, inco

alou os olhos

os com cuidado e corre

e uma ambulâ

úsculo, mas presente,

tinha um

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Alma Perdida, Inocência Quebrada
Alma Perdida, Inocência Quebrada
“Eu tinha uma vida que parecia perfeita. Eu, João Miguel, tinha Sofia, a esposa que eu amava, e nosso precioso filho, Leo. Mas havia uma sombra, Carlos Alberto, o "salvador da infância" dela, que se esgueirava em nossas vidas. Então, veio o choque brutal. Sofia, completamente cega por sua adoração a esse homem, me obrigou a doar uma quantidade absurda de sangue, mesmo sabendo da minha condição médica. Eu morri, e minha alma ficou flutuando, uma testemunha silenciosa de cada horror que se desenrolava. A dor começou de verdade ali. Meu pequeno Leo, desesperado para me acordar, foi jogado de lado como lixo. Ele foi empurrado, ignorado, ferido, enquanto a frieza de Sofia cortava o ar. Carlos Alberto, o manipulador, o arrastou para longe, o torturou, quebrando seu corpo e seu espírito. Minha alma gritava, impotente, enquanto eu via meu filho, meu sangue, sendo destruído diante dos meus olhos. Ele caiu, bateu a cabeça, sangrou, e o pesadelo só piorava. Como a mulher por quem eu daria a vida pôde se tornar um monstro tão cego e cruel? Por que a manipulação daquele homem era mais importante do que ver seu próprio filho sofrer? Por que Sofia riu, com um som oco e cruel, quando Leo perguntou: "E se o papai morrer?" E ela respondeu: "Que morra. Seria um alívio." O horror se intensificava a cada instante, e meu pequeno guerreiro, de apenas sete anos, machucado e sangrando, carregava o peso de uma verdade insuportável no seu coração. Minha morte foi apenas o prelúdio para o calvário de Leo. Mas toda crueldade tem um preço a pagar. Será que a verdade, por mais devastadora que seja, emergirá? E aqueles que nos destruíram enfrentarão a fúria que semeou sua própria ruína?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 1517 Capítulo 1618 Capítulo 1719 Capítulo 1820 Capítulo 1921 Capítulo 2022 Capítulo 21