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A Liberdade de Lia

Capítulo 4 

Palavras: 379    |    Lançado em: 20/06/2025

ardo, um gesto que parecia protetor,

zes. Deixem-

implícita. Nuno e Ricardo trocaram um o

no. "Só estávamos a pôr a conve

ando um rasto de

senti por ele transformou-se em cinzas. Tudo tinha sido uma mentira. O seu cuida

rminação fria. Eu tinha de fugir

ais. Enquanto ela estava de costas, arranquei a agulh

saísse. O corred

ra uma agonia, mas a imagem dos rostos sorriden

rr

ica, o meu coração a martelar contra as costelas.

lemóvel de Diogo vibrou. Era u

r, ela

a. Ele atirou o telemóvel co

gritou ele. "Eu

em, a que recebeu anos atrás, do telemóvel de Lia, e

leijado patético. Ficar su

umilhação, a traição. Ele acreditava que ela o tinha desprezado pela sua defic

ugir dele outra vez.

o ia p

nça através do intercomunicador. "Eu quero todos os h

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A Liberdade de Lia
A Liberdade de Lia
“Era o início de um novo capítulo em Coimbra. O amor florescia entre Lia e Diogo, uma paixão intensa, alimentada por promessas de um futuro juntos nas vinhas do Douro. Ele era meu protetor, meu mundo. Até àquela noite fatídica na Queima das Fitas. Num beco escuro, fui brutalmente atacada. Gritei desesperadamente pelo Diogo, com toda a minha alma. Ele passou por mim, a cabeça baixa, ignorando a minha agonia. Ele abandonou-me. Anos depois, o protetor virou carrasco. Ele raptou-me, aprisionou-me na sua quinta. Fui acorrentada, sujeita a tortura diária, física e mental. Partiu-me a perna. Levou-me à beira do abismo, forçando-me a desejar a morte como única fuga. O seu sorriso gentil e beijos venenosos. Como o homem que amava se tornou este monstro? O que o transformou contra mim? A dor esmagava-me, mas a confusão e a raiva ardiam. O que havia de tão podre na nossa história, que me valeu este inferno? Mesmo acorrentada e quebrada, a esperança de liberdade surgiu inesperadamente, oferecida pela sua própria mãe. Duas escolhas: ser para sempre sua prisioneira ou desaparecer, renascida. A decisão era clara, a liberdade chamava.”