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A Última Nota do Amor Perdido

Capítulo 1 

Palavras: 582    |    Lançado em: 23/06/2025

eria que você

éo, de sete anos, ch

os para o show de rock que ele tanto queria. Os ingressos eram

e dele me

eceu parar po

eu cunhado, o ex-namorado da minha esposa Isabela. Tiago sorria, um so

peão?", Tiago perguntou, com a voz chei

rápidos e sua música é a melhor. O p

r meu corpo. Aquele er

bolso. Ninguém notou minha chegada. A cena na sala e

o ar. Era o prato favorito de Tiago. Em oito anos de casa

ou dela, abraçando-a por trás. Ela não se afastou, pelo cont

rível, Bela", diss

ê", ela respo

ntasma na minh

ara três pessoas. Isabela, Tiago

. Seu sorriso desapareceu, substituíd

u, Lucas. Por q

omo se eu precisasse de permis

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A casa é grande, mas o cl

o para me abraçar. Ele apo

ando o chão. A mamã

eira nos meus sapatos. Nada demais. Ma

a de velho. A do Tio Tiago é que é boa", ele

vra era u

enas disse: "Léo, não fale assim com s

, coma alguma coisa na cozinh

tei, sentindo

io nos visitar. Não

o sorriso vitorioso de Tiago. Olhei para

O presente que eu tinha comprado com tanto esf

volta e s

onde ia. Ning

ilhação queimar no peito, uma decisão se fo

edir o

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A Última Nota do Amor Perdido
A Última Nota do Amor Perdido
“"Tio Tiago, queria que você fosse meu pai." A voz do meu filho Léo, de sete anos, me atingiu como um raio. Eu estava parado do lado de fora da sala, com os ingressos do show de rock que ele tanto queria no bolso, imaginando sua felicidade. Mas então, vi Léo abraçado à perna de Tiago, meu cunhado e ex-namorado da minha esposa Isabela. Tiago sorria, vitorioso, enquanto meu filho expressava seu desejo mais profundo: que ele fosse seu pai. "O papai só sabe daquela música de velho" , Léo completou, me esfaqueando com cada palavra. Abri a porta e entrei em casa, invisível. Ninguém me notou. A mesa de jantar estava posta para três: Isabela, Tiago e Léo. Não havia lugar para mim. Isabela me viu, o sorriso sumindo, substituído por aborrecimento. "Ah, você chegou, Lucas. Por que não avisou?" E meu próprio filho, ao me ver, apontou para meus sapatos: "Pai, você está sujando o chão. A mamãe acabou de limpar." "Lucas, coma alguma coisa na cozinha. A mesa está posta para nós" , ela ordenou. Naquela noite, a humilhação me queimou a alma. Eles foram para um passeio de iate luxuoso para celebrar o aniversário de Léo, e Isabela me enviou um vídeo de Tiago a pedindo em casamento, com meu filho como pajem. A festa que eu preparei para Léo ficou intocada. Quando voltaram, Léo, incentivado por Tiago, me jogou um saco de lixo em cima, gritando: "Lixo! Você é um lixo!" Naquele momento, enquanto o cheiro do lixo impregnava minha roupa, e o desprezo de meu filho era evidente, algo se estilhaçou dentro de mim. O amor, a esperança, a dor... tudo desapareceu. Restou apenas um vazio gelado. E uma nova e gélida determinação. Peguei meu celular e liguei para meu advogado. "Mudei de ideia. Eu não quero mais sair de mãos abanando. Eu quero o que é meu por direito. Eu quero justiça."”