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A Última Nota do Amor Perdido

Capítulo 5 

Palavras: 286    |    Lançado em: 23/06/2025

s seguintes fo

rópria casa. Tiago estava lá todos os di

ssistiam a filmes juntos. Eu era um

éo estava dormindo entre eles, e Isabela e T

que não podia mais se que

entindo o gosto amarg

e aproximar de Léo. Ele e

com isso?", pergunt

mim com raiva.

u na minha canela, doeu, mas a dor maior foi a da rejei

na porta, atraí

bagunça! Você não consegue fa

eu como se eu f

a ele, Bela. Ele não sabe cuidar nem de

er mais inút

ra o seu quarto. Deixe-no

sa que ainda parecia meu. Fechei a porta e

àquela família. Na ver

rro de juventude de Isabela. E agora

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A Última Nota do Amor Perdido
A Última Nota do Amor Perdido
“"Tio Tiago, queria que você fosse meu pai." A voz do meu filho Léo, de sete anos, me atingiu como um raio. Eu estava parado do lado de fora da sala, com os ingressos do show de rock que ele tanto queria no bolso, imaginando sua felicidade. Mas então, vi Léo abraçado à perna de Tiago, meu cunhado e ex-namorado da minha esposa Isabela. Tiago sorria, vitorioso, enquanto meu filho expressava seu desejo mais profundo: que ele fosse seu pai. "O papai só sabe daquela música de velho" , Léo completou, me esfaqueando com cada palavra. Abri a porta e entrei em casa, invisível. Ninguém me notou. A mesa de jantar estava posta para três: Isabela, Tiago e Léo. Não havia lugar para mim. Isabela me viu, o sorriso sumindo, substituído por aborrecimento. "Ah, você chegou, Lucas. Por que não avisou?" E meu próprio filho, ao me ver, apontou para meus sapatos: "Pai, você está sujando o chão. A mamãe acabou de limpar." "Lucas, coma alguma coisa na cozinha. A mesa está posta para nós" , ela ordenou. Naquela noite, a humilhação me queimou a alma. Eles foram para um passeio de iate luxuoso para celebrar o aniversário de Léo, e Isabela me enviou um vídeo de Tiago a pedindo em casamento, com meu filho como pajem. A festa que eu preparei para Léo ficou intocada. Quando voltaram, Léo, incentivado por Tiago, me jogou um saco de lixo em cima, gritando: "Lixo! Você é um lixo!" Naquele momento, enquanto o cheiro do lixo impregnava minha roupa, e o desprezo de meu filho era evidente, algo se estilhaçou dentro de mim. O amor, a esperança, a dor... tudo desapareceu. Restou apenas um vazio gelado. E uma nova e gélida determinação. Peguei meu celular e liguei para meu advogado. "Mudei de ideia. Eu não quero mais sair de mãos abanando. Eu quero o que é meu por direito. Eu quero justiça."”