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A Segunda Opção Nunca Mais

Capítulo 1 

Palavras: 882    |    Lançado em: 23/06/2025

ira coisa que vi foi o

e de desinfeta

corpo inteiro parecia ter s

sentada ao meu lado, com os

acordaste", disse e

aguda na minha perna esquerda

perguntei, a minha m

na estrada da serra. O teu carr

da terra a mover-se, o carro a capot

está bem?", perguntei, o

o, o meu telemóvel, que estava na mesa de ca

rapidamente, colocan

minho daí. Ele insistiu em ir, apesar de eu l

i soava cansada

dia. A coitada ficou presa nos escombros da casa del

ima. A filha da irm

?", perguntou

artiu uma pata. O Diogo levou-o ao veterinário de u

nó na g

minha mãe chorava ao meu lado, o meu noivo

sair mais firme do que espera

cordada? O que s

samento. Eu não quer

outro lado da linha. Depois

causa disto? O Diogo é um herói! Ele

va dele? Eu estava num

a ou morte! Não tens compaixão? Sabes o quão frágil a C

A minha vida

eu trauma... nada disso se comparava à fragili

que estava a segurar começa

continuo

de tudo o que gastámos? Pensa bem, Ana! O Diogo ama-

rificado primeiro a noiva!", grit

Cláudia precisa dele ago

o meu pa

nha mão. As suas lágrim

stava a experimentar o meu vestido de noiva. Agora, es

ue o meu pai disse. Ele ama-me.

uro perfeito. A única coisa que nos unia, a p

esperar? Só continuaria a sentir-me com

dela ficava na direção oposta ao local do meu acidente. Mesmo que ele

meu carro tinha capotado? Ele penso

chamadas da minha mãe durante horas. Não teria p

mos a um mês de prometer um

sado por tanto par

do ele me pediu em casamento. Da excitação de planea

elemóvel do meu pai, que ele tinha deixado na m

a mim, hesitante. Eu

acordou? Estou a caminho! O que se passou com ela para querer cancelar o casa

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A Segunda Opção Nunca Mais
A Segunda Opção Nunca Mais
“Quando acordei no hospital, a primeira coisa que vi foi o gesso na minha perna. A minha memória estava turva, mas lembrei-me do acidente. Perguntei pela minha mãe e, desesperadamente, pelo meu noivo, Diogo. O meu pai ligou e, em voz alta, a verdade chocou-me: Diogo tinha passado a noite a salvar a minha prima "frágil" Cláudia e o cão dela, enquanto eu estava entre a vida e a morte. Ele sequer pensou em mim. Foi então que decidi: "Vamos cancelar o casamento. Eu não quero mais casar com ele." O meu pai explodiu, acusando-me de egoísmo e falta de compaixão. Diogo, ao telefone, acusou a minha mãe de manipular-me. Ninguém perguntou se eu estava bem, se tinha dor. Ninguém se importou que a _noiva_ estivesse num acidente grave. Enquanto o meu corpo estava partido, a minha alma também desmoronava sob o peso da sua indiferença. Chega de ser a segunda opção. Chega de ter o meu trauma diminuído pela "fragilidade" da Cláudia. O acidente não partiu só a minha perna, partiu a venda dos meus olhos. Agora, a única questão é: como é que eu vou reconstruir a minha vida, pedaço por pedaço, longe de todos eles? Eles querem uma guerra? Vão tê-la!”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10